Autor: marketingucppjc

  • Festival em São Paulo abre espaço para cinema independente fora do circuito comercial

    Festival em São Paulo abre espaço para cinema independente fora do circuito comercial

    “Estranhos Encontros” reúne produções brasileiras e internacionais com foco em novos cineastas e filmes sem distribuição tradicional

    O Centro Cultural São Paulo recebe nesta sexta-feira (25) programação do Estranhos Encontros – Festival Internacional de Cinema de São Paulo.

    O evento é dedicado a produções independentes que encontram pouco espaço nos circuitos tradicionais. Festivais funcionam como porta de entrada

    Para cineastas independentes, conseguir chegar ao público pode ser tão difícil quanto produzir o próprio filme.

    Grandes redes de cinema concentram parte relevante de suas salas em produções comerciais.

    Festivais cumprem justamente o papel de abrir espaço para narrativas experimentais, novos diretores e obras internacionais que ainda não possuem distribuição no Brasil.

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    Público conhece outras linguagens

    Além de apresentar filmes, eventos desse tipo criam encontros entre realizadores e espectadores.

    Isso permite que o cinema seja discutido como arte, e não somente como entretenimento.

    A programação no Centro Cultural São Paulo segue até 27 de setembro.

    Para o público, é uma oportunidade de descobrir produções que dificilmente apareceriam nas principais salas comerciais.

  • Dia Nacional da Radiodifusão celebra legado de Roquette-Pinto e transformação do rádio brasileiro

    Dia Nacional da Radiodifusão celebra legado de Roquette-Pinto e transformação do rádio brasileiro

    Data comemorada em 25 de setembro relembra pioneiro que ajudou a transformar o rádio em instrumento de informação, educação e cultura

    O Brasil celebra nesta sexta-feira (25) o Dia Nacional da Radiodifusão, data relacionada ao nascimento de Edgard Roquette-Pinto, em 25 de setembro de 1884. Considerado um dos pioneiros do rádio brasileiro, Roquette-Pinto defendia o uso da comunicação como ferramenta de educação e disseminação do conhecimento.

    Rádio sobreviveu a todas as previsões

    A chegada da televisão levou muitos a acreditar que o rádio perderia relevância.

    Décadas depois, a internet provocou previsões semelhantes.

    Mas o meio se adaptou.

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    Emissoras passaram a transmitir pela internet, programas viraram podcasts e conteúdos originalmente produzidos para o rádio começaram a circular em redes sociais.

    Comunicação acompanha o cotidiano

    Uma das grandes forças do rádio sempre foi sua capacidade de acompanhar as pessoas durante outras atividades.

    No carro, no trabalho ou em casa, o áudio exige menos atenção visual que outros formatos.

    Essa característica ganhou nova importância com o crescimento dos podcasts.

    Mais de um século depois das primeiras experiências de radiodifusão, o meio continua se reinventando e mostrando que novas tecnologias não necessariamente eliminam as antigas , muitas vezes elas transformam a maneira como são utilizadas.

  • Eventos climáticos extremos reforçam desafio de cidades diante de chuvas, calor e períodos de seca

    Eventos climáticos extremos reforçam desafio de cidades diante de chuvas, calor e períodos de seca

    Infraestrutura urbana passa a ser testada por fenômenos mais intensos e exige planejamento de longo prazo

    Inundações, ondas de calor, períodos prolongados de seca e incêndios florestais aparecem com frequência crescente no noticiário internacional.

    Embora cada desastre tenha causas específicas, os episódios colocam um mesmo desafio diante das autoridades: preparar cidades para condições meteorológicas extremas.

    Infraestrutura construída para outro cenário

    Sistemas de drenagem, redes elétricas, estradas e bairros inteiros foram muitas vezes projetados utilizando registros históricos de chuva e temperatura.

    Quando eventos ultrapassam esses parâmetros, a infraestrutura pode não responder adequadamente.

    Áreas densamente ocupadas também dificultam a absorção da água da chuva.

    Prevenção custa menos que reconstrução

    Sistemas de alerta, monitoramento meteorológico, preservação de áreas naturais e planejamento urbano podem reduzir perdas.

    Nenhuma dessas medidas elimina totalmente o risco.

    Porém, a capacidade de alertar moradores com antecedência pode salvar vidas.

    O desafio climático, portanto, não está apenas em discutir o que acontecerá no futuro. Para muitas cidades, adaptar infraestrutura e protocolos de emergência já se tornou uma necessidade do presente.

  • Mundo se prepara para uma nova geração de robôs capazes de trabalhar ao lado de humanos

    Mundo se prepara para uma nova geração de robôs capazes de trabalhar ao lado de humanos

    Inteligência artificial acelera desenvolvimento de máquinas voltadas para fábricas, logística e tarefas cotidianas

    Robôs industriais existem há décadas, mas uma nova geração promete sair de áreas isoladas das fábricas para compartilhar ambientes com pessoas.

    A diferença está principalmente na inteligência artificial.

    Máquinas tradicionais repetem movimentos previamente programados. Sistemas mais recentes procuram reconhecer objetos, interpretar comandos e adaptar movimentos a situações diferentes.

    Fábricas são primeiro grande mercado

    Ambientes industriais oferecem condições favoráveis porque muitas tarefas são repetitivas e acontecem em espaços controlados.

    Carregar peças, separar mercadorias e transportar objetos são algumas aplicações possíveis.

    No entanto, colocar máquinas em ambientes imprevisíveis é muito mais difícil.

    Uma casa, hospital ou comércio possui pessoas circulando, objetos fora do lugar e situações inesperadas.

    Emprego também entra na discussão

    A automação pode aumentar produtividade e reduzir atividades perigosas.

    Ao mesmo tempo, trabalhadores questionam quais funções poderão desaparecer e quais novas profissões surgirão.

    Historicamente, tecnologias transformam o mercado de trabalho em vez de simplesmente eliminá-lo por completo.

    A velocidade dessa nova transformação, porém, será um dos grandes temas econômicos dos próximos anos.

  • Data centers de inteligência artificial pressionam busca mundial por novas fontes de energia

    Data centers de inteligência artificial pressionam busca mundial por novas fontes de energia

    Crescimento acelerado da computação coloca consumo elétrico no centro da expansão tecnológica

    Por trás de uma pergunta feita a uma inteligência artificial existe uma infraestrutura gigantesca.

    Servidores instalados em grandes centros de dados processam bilhões de operações, e o crescimento desses sistemas está aumentando a demanda por energia.

    A expansão colocou o setor elétrico no centro de uma corrida tecnológica que antes parecia restrita aos computadores.

    IA exige infraestrutura física

    Embora serviços digitais pareçam funcionar apenas “na nuvem”, eles dependem de prédios, servidores, redes, sistemas de refrigeração e fornecimento constante de eletricidade.

    Quanto maiores os modelos e o número de usuários, maior tende a ser a infraestrutura necessária.

    Isso levou empresas a procurar regiões com energia abundante e redes capazes de sustentar novos centros de dados.

    Desafio ambiental

    A questão também envolve sustentabilidade.

    Se a expansão depender fortemente de fontes poluentes, parte dos benefícios tecnológicos virá acompanhada de maior impacto ambiental.

    Por outro lado, a demanda pode acelerar investimentos em energia renovável e sistemas mais eficientes.

    O crescimento da IA mostra que o futuro digital depende de uma realidade bastante concreta: energia suficiente para manter milhões de equipamentos funcionando continuamente.

  • Óculos inteligentes reacendem preocupação mundial sobre privacidade

    Óculos inteligentes reacendem preocupação mundial sobre privacidade

    Câmeras e microfones incorporados a dispositivos usados no rosto levantam dúvidas sobre pessoas que podem ser gravadas sem perceber

    Depois dos smartphones e relógios inteligentes, a indústria de tecnologia aposta em uma nova categoria de dispositivos: óculos capazes de utilizar inteligência artificial para interpretar o ambiente.

    O conceito parece simples. Uma câmera identifica aquilo que o usuário está observando, enquanto sistemas de IA podem fornecer informações em tempo real.

    Mas existe um problema evidente.

    Quem está ao redor também pode ser registrado

    Uma pessoa usando óculos inteligentes pode entrar em uma loja, restaurante, universidade ou transporte público com câmeras posicionadas diretamente diante de outras pessoas.

    Isso torna mais difícil perceber quando existe uma gravação.

    Em um celular, o movimento de apontar a câmera costuma ser visível. Nos óculos, essa percepção pode desaparecer.

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    Consentimento entra no centro do debate

    A discussão não envolve apenas onde os arquivos são armazenados.

    Existe também a pergunta sobre quem autorizou a gravação e como pessoas ao redor podem saber que estão sendo registradas.

    Fabricantes estudam indicadores visuais e outras formas de sinalização.

    A questão deverá ganhar importância conforme dispositivos vestíveis se tornem mais comuns.

    O desafio será criar tecnologia capaz de auxiliar o usuário sem transformar espaços públicos e privados em ambientes de gravação permanente.

  • Inteligência artificial entra em nova fase e passa a ser discutida como questão de segurança internacional

    Inteligência artificial entra em nova fase e passa a ser discutida como questão de segurança internacional

    Avanço de sistemas cada vez mais sofisticados leva governos a ampliar debate sobre riscos, controle e impacto geopolítico

    A inteligência artificial deixou de ser apenas assunto de empresas de tecnologia.

    Em 2026, a discussão ganhou definitivamente dimensão internacional, envolvendo governos, organismos multilaterais e grandes companhias.

    O avanço de modelos capazes de produzir textos, imagens, vídeos, códigos e executar tarefas complexas cria oportunidades econômicas, mas também levanta questionamentos.

    Informação é uma das preocupações

    Uma das áreas mais sensíveis envolve a produção de conteúdos artificiais cada vez mais realistas.

    Imagens e vídeos manipulados podem dificultar a identificação do que realmente aconteceu.

    Governos e plataformas enfrentam o desafio de criar mecanismos de identificação sem impedir usos legítimos da tecnologia.

    Corrida tecnológica também é geopolítica

    Estados Unidos, China, Europa e outros polos tecnológicos procuram desenvolver suas próprias capacidades.

    Quem controla infraestrutura, chips, centros de dados e modelos avançados pode conquistar vantagens econômicas e estratégicas.

    Ao mesmo tempo, cresce a discussão sobre a necessidade de regras internacionais.

    O grande desafio será encontrar um equilíbrio entre inovação, segurança, privacidade e liberdade, sem que a velocidade da tecnologia deixe a legislação permanentemente atrasada.

  • Conta de luz segue com bandeira amarela e mantém cobrança adicional em setembro

    Conta de luz segue com bandeira amarela e mantém cobrança adicional em setembro

    Período seco reduz geração hidrelétrica e aumenta necessidade de fontes de energia mais caras

    Os consumidores brasileiros continuam pagando cobrança adicional na conta de energia elétrica durante setembro.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica manteve a bandeira tarifária amarela, com acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. 

    Este é o quinto mês consecutivo com cobrança adicional.

    Por que existe a bandeira?

    O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza ao consumidor as condições de geração de energia no país.

    Durante períodos de chuva, os reservatórios das hidrelétricas costumam oferecer melhores condições de geração.

    Em períodos mais secos, pode ser necessário acionar usinas termelétricas, que possuem custo maior.

    É justamente esse cenário que ajuda a explicar a manutenção da bandeira amarela.

    Pequenas mudanças fazem diferença

    Para as famílias, equipamentos como chuveiro elétrico, ar-condicionado e aparelhos utilizados por muitas horas podem ter impacto relevante no consumo.

    A bandeira não significa falta de energia.

    Ela indica que produzir eletricidade naquele momento está mais caro, e parte desse custo é repassada ao consumidor.

  • Governo avalia manter subsídio de R$ 2,12 no diesel por mais 30 dias

    Governo avalia manter subsídio de R$ 2,12 no diesel por mais 30 dias

    Medida busca reduzir impacto da volatilidade do petróleo sobre transportes, fretes e preços pagos pelo consumidor

    O governo federal indicou que deverá manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel.

    A informação foi apresentada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, na quinta-feira (24). A prorrogação ainda depende de formalização. 

    Atualmente, o benefício é formado por duas medidas: uma subvenção de R$ 1,12 por litro, próxima do encerramento, e outra de R$ 1 por litro anunciada neste mês.

    Diesel influencia toda a cadeia

    O preço do combustível possui importância especial no Brasil porque grande parte do transporte de cargas é realizada por rodovias.

    Quando o diesel sobe significativamente, transportadoras podem enfrentar custos maiores.

    Esse aumento pode chegar aos fretes e, posteriormente, aos produtos encontrados nos supermercados e demais estabelecimentos.

    Por isso, a discussão não interessa apenas aos motoristas.

    Medidas têm custo elevado

    O pacote anunciado em setembro para combustíveis inclui também medidas envolvendo gasolina e etanol.

    A estimativa apresentada pelo governo apontou impacto de aproximadamente R$ 7 bilhões mensais para o conjunto das novas medidas. 

    A estratégia tenta equilibrar duas preocupações: proteger consumidores da alta internacional dos combustíveis e evitar pressão excessiva sobre as contas públicas.

  • Governo libera R$ 1,8 bilhão do Orçamento após revisão das despesas federais

    Governo libera R$ 1,8 bilhão do Orçamento após revisão das despesas federais

    Contenção cai para R$ 16,1 bilhões, enquanto novas projeções abrem espaço para acomodar mudanças no Bolsa Família

    O governo federal reduziu o volume de despesas contidas no Orçamento de 2026.

    O valor passou de R$ 17,9 bilhões para R$ 16,1 bilhões, uma diferença de aproximadamente R$ 1,8 bilhão.

    O novo total é dividido entre R$ 2,4 bilhões em bloqueios e R$ 13,6 bilhões em contingenciamento.

    Por que o dinheiro foi liberado?

    O governo revisa periodicamente suas estimativas de receitas e despesas.

    Dessa vez, uma das principais alterações ocorreu nas previsões de gastos obrigatórios.

    A projeção para despesas previdenciárias ficou R$ 11,5 bilhões abaixo do cálculo anterior.

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    Essa mudança abriu espaço no planejamento fiscal e também ajudou a acomodar despesas relacionadas ao Bolsa Família.

    Bloqueio e contingenciamento não são iguais

    Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, possuem razões diferentes.

    O bloqueio normalmente está associado ao controle dos limites de despesas. O contingenciamento ocorre quando as receitas projetadas não são suficientes para garantir o cumprimento da meta fiscal.

    Para ministérios e órgãos federais, essas decisões têm efeitos concretos porque determinam quanto poderá ser efetivamente gasto.

    O relatório divulgado pelo governo, portanto, funciona como uma atualização da situação financeira da União e pode alterar o ritmo de execução de programas públicos até o fim do ano.