Autor: marketingucppjc

  • Lewandowski reúne ministros aposentados do STF para discutir defesa da democracia

    Lewandowski reúne ministros aposentados do STF para discutir defesa da democracia

    Ex-ministro articula manifesto de antigos integrantes da Corte em meio à tensão entre instituições e ao avanço das disputas políticas no país

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, articula a elaboração de um manifesto assinado por ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) em defesa da democracia e das instituições brasileiras.

    A iniciativa ocorre em meio ao aumento das tensões políticas e institucionais no país, especialmente envolvendo o Supremo, o Congresso e diferentes setores do cenário político.

    Manifesto reúne ex-ministros

    A ideia é reunir antigos integrantes do STF para produzir um documento conjunto com uma mensagem de defesa do Estado Democrático de Direito.

    Lewandowski, que também integrou o Supremo antes de assumir o Ministério da Justiça, participa da articulação com outros ex-ministros da Corte.

    A proposta busca demonstrar que as preocupações com o ambiente institucional brasileiro ultrapassam a composição atual do tribunal.

    Momento de tensão institucional

    A iniciativa ocorre em um período marcado por conflitos entre instituições e fortes divergências políticas.

    Decisões do STF, investigações e discussões sobre os limites de atuação dos Poderes têm provocado reações de parlamentares e grupos políticos.

    Nesse cenário, o manifesto pretende reforçar a importância da independência entre os Poderes e do respeito às instituições democráticas.

    Lewandowski tem histórico no Supremo

    Supremo Tribunal Federal (STF) - Portal CNJ

    Antes de comandar o Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski foi ministro do STF por quase 18 anos.

    Durante sua passagem pela Corte, participou de julgamentos de grande repercussão nacional e chegou a exercer a presidência do tribunal.

    A experiência no Supremo é um dos elementos que ajudam a explicar sua participação na articulação do documento.

    Manifesto busca mensagem institucional

    A expectativa é que o texto apresente uma posição conjunta dos ex-ministros diante do atual cenário político.

    A iniciativa procura reforçar valores constitucionais e defender o funcionamento regular das instituições.

    O movimento ocorre enquanto o país acompanha novas disputas envolvendo STF, governo federal e Congresso Nacional.

    Debate deve continuar

    A articulação de Lewandowski mostra que o ambiente institucional brasileiro continua no centro das discussões políticas.

    O eventual manifesto dos ministros aposentados poderá ganhar repercussão justamente por reunir nomes que já ocuparam posições de destaque no Supremo.

    A expectativa é de que o documento funcione como um posicionamento público em defesa da democracia e da estabilidade institucional em um momento de forte polarização no país.

  • Bombas de fragmentação mataram ou feriram mais de mil pessoas em 2025

    Bombas de fragmentação mataram ou feriram mais de mil pessoas em 2025

    Relatório aponta aumento de vítimas provocadas por armas de fragmentação e destaca impactos sobre civis em áreas de conflito

    As bombas de fragmentação mataram ou feriram mais de mil pessoas em 2025, segundo um novo relatório sobre o impacto desse tipo de armamento em regiões afetadas por conflitos.

    As munições são especialmente controversas porque podem espalhar diversos pequenos explosivos por uma área extensa. Parte deles pode não detonar imediatamente, permanecendo como ameaça para civis mesmo depois do fim dos combates.

    Ucrânia concentra grande parte das vítimas

    A Ucrânia aparece entre os principais locais afetados pelo uso desse tipo de munição. A guerra no país tem registrado ataques com diferentes tipos de armamentos, aumentando os riscos para a população.

    O problema não termina necessariamente quando um ataque acaba: explosivos que permanecem no terreno podem atingir pessoas posteriormente.

    Risco permanece após os conflitos

    Vítima silenciosa: como a natureza é atingida pela guerra - 15/04/2022 - Ambiente - Folha

    Uma das principais preocupações relacionadas às bombas de fragmentação é justamente a possibilidade de explosões posteriores.

    Pequenos artefatos podem permanecer espalhados em áreas urbanas, estradas e campos. Crianças e trabalhadores rurais estão entre os grupos que podem ficar expostos a esses riscos.

    Por isso, operações de identificação e retirada de explosivos podem continuar durante anos.

    Arma é proibida por tratado internacional

    O uso, produção e armazenamento de bombas de fragmentação são proibidos para os países que aderiram à Convenção sobre Munições Cluster, tratado internacional que entrou em vigor em 2010.

    Entretanto, algumas das principais potências militares do mundo não fazem parte do acordo, o que mantém o armamento em circulação em diferentes conflitos.

    Civis são os mais afetados

    O relatório destaca o impacto das munições sobre a população civil.

    Mesmo quando utilizadas em áreas de combate, as bombas de fragmentação podem atingir regiões próximas e deixar restos explosivos espalhados.

    O resultado é um risco que pode permanecer por muito tempo e dificultar o retorno da população às áreas atingidas.

    Conflitos aumentam preocupação internacional

    O crescimento do número de vítimas reforça o debate sobre o uso desse tipo de armamento em guerras atuais.

    Para organizações que acompanham os impactos das munições, os números mostram que civis continuam pagando um preço alto mesmo longe das linhas de combate.

    A preocupação é que os efeitos das bombas de fragmentação ultrapassem o período imediato dos conflitos e continuem provocando vítimas durante anos.

  • Rodri é flagrado detonando Valencia após goleada do Barcelona: “Muito fracos”

    Rodri é flagrado detonando Valencia após goleada do Barcelona: “Muito fracos”

    Volante espanhol foi filmado conversando com Pau Cubarsí no banco de reservas e surpreendeu ao comentar o desempenho do adversário

    O volante Rodri chamou atenção após ser flagrado criticando o desempenho do Valencia durante a goleada por 5 a 0 do Barcelona, no domingo (6), pela quarta rodada do Campeonato Espanhol.

    A conversa aconteceu no banco de reservas, depois que Rodri foi substituído. O diálogo com o zagueiro Pau Cubarsí foi captado pelo programa de televisão El Día Después e rapidamente repercutiu nas redes sociais.

    “Muito fracos”

    Nas imagens, Rodri demonstrou surpresa com o nível apresentado pelo Valencia e afirmou ao companheiro que os adversários eram “muito fracos”.

    O meio-campista também questionou Cubarsí sobre a campanha do Valencia na temporada anterior. Ao saber que a equipe havia terminado na nona colocação, Rodri mostrou ainda mais surpresa.

    Barcelona domina partida

    A goleada foi marcada pelo amplo domínio do Barcelona, que controlou a partida e construiu uma vantagem expressiva.

    Rodri foi titular pela primeira vez pelo clube catalão após retornar ao futebol espanhol depois de sete temporadas no Manchester City. Ele permaneceu em campo por cerca de uma hora antes de ser substituído.

    Valência CF 0 x FC Barcelona 5

    Comentário repercute na Espanha

    A declaração ganhou destaque justamente por ter sido registrada fora do campo, em uma conversa aparentemente espontânea entre os jogadores.

    O episódio também evidencia o impacto da goleada sobre o Valencia, que teve dificuldades para reagir diante do Barcelona.

    Rodri, por sua vez, começa a ganhar espaço no time catalão e vive seu retorno ao futebol espanhol depois de anos atuando na Inglaterra.

  • Quais países da América Latina têm educação melhor que a do Brasil, segundo o Pisa

    Quais países da América Latina têm educação melhor que a do Brasil, segundo o Pisa

    Ranking internacional mostra desempenho dos estudantes brasileiros abaixo de alguns vizinhos latino-americanos em áreas avaliadas pelo exame

    O Brasil aparece atrás de alguns países da América Latina no desempenho educacional medido pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), exame organizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    A avaliação compara o desempenho de estudantes de diferentes países principalmente em matemática, leitura e ciências, permitindo analisar como os sistemas educacionais se saem em relação aos demais.

    Chile aparece entre os melhores da região

    Entre os países latino-americanos, o Chile costuma apresentar um dos desempenhos mais altos nas avaliações do Pisa.

    O país se destaca especialmente quando comparado com outras nações da América Latina, embora ainda esteja abaixo da média dos países da OCDE em diferentes indicadores.

    A posição chilena é frequentemente associada a avanços em políticas educacionais e à ampliação do acesso à educação.

    Uruguai também supera o Brasil

    O Uruguai aparece à frente do Brasil em diferentes indicadores avaliados pelo Pisa.

    O país possui uma longa tradição de investimento em educação pública e apresenta resultados relativamente melhores na região.

    A diferença evidencia os desafios enfrentados pelo sistema brasileiro para melhorar o desempenho dos estudantes.

    Brasil enfrenta desafios históricos

    O desempenho brasileiro no Pisa é influenciado por problemas como desigualdade educacional, dificuldades de aprendizagem, infraestrutura e diferenças de acesso à educação de qualidade.

    As desigualdades entre regiões e grupos sociais também fazem com que os resultados sejam bastante diferentes dentro do próprio país.

    Especialistas defendem que melhorar o desempenho exige políticas de longo prazo e investimentos contínuos.

    O que o Pisa avalia?

    O Pisa não funciona como um simples ranking de escolas ou professores.

    O exame avalia estudantes de aproximadamente 15 anos e busca verificar se eles conseguem aplicar conhecimentos em situações práticas.

    Além das notas em matemática, leitura e ciências, os resultados ajudam a identificar dificuldades e desigualdades nos sistemas educacionais.

    Ranking serve como alerta

    A comparação internacional permite identificar pontos fortes e desafios de cada país.

    Para o Brasil, o desempenho mostra a necessidade de fortalecer principalmente a aprendizagem básica, reduzir desigualdades e garantir melhores condições para estudantes e professores.

    Os resultados também podem servir de referência para a formulação de políticas públicas.

    Educação continua sendo desafio regional

    Embora alguns países latino-americanos apresentem resultados superiores aos brasileiros, a América Latina como um todo ainda enfrenta dificuldades para alcançar o desempenho médio das nações mais desenvolvidas.

    O Pisa, portanto, funciona como um importante indicador para acompanhar a evolução da educação e reforça a necessidade de políticas consistentes e investimentos de longo prazo para melhorar a aprendizagem dos estudantes.

  • Autoridades de Nova York sabiam da má qualidade do ar após o 11 de Setembro, aponta relatório

    Autoridades de Nova York sabiam da má qualidade do ar após o 11 de Setembro, aponta relatório

    Documentos indicam que alertas sobre a contaminação foram registrados após os ataques, enquanto a população retornava às áreas próximas ao World Trade Center

    Um novo relatório aponta que autoridades de Nova York tinham conhecimento sobre a má qualidade do ar nas regiões atingidas pelos ataques de 11 de Setembro, em 2001.

    Os documentos analisados mostram que existiam preocupações relacionadas à poeira e aos contaminantes liberados após o colapso das torres do World Trade Center, enquanto moradores, trabalhadores e equipes de emergência começavam a retornar à região.

    Alertas sobre a qualidade do ar

    Após os ataques, uma enorme quantidade de poeira e partículas foi liberada no entorno do World Trade Center.

    Segundo os documentos, autoridades receberam informações sobre as condições do ar e os possíveis riscos à saúde.

    Mesmo assim, mensagens públicas divulgadas na época contribuíram para a percepção de que o retorno às áreas afetadas seria seguro.

    Consequências para a saúde

    Nova York está sob um alerta de qualidade do ar devido aos incêndios florestais canadenses

    A exposição à poeira e a outros contaminantes passou a ser associada, ao longo dos anos, a diversos problemas de saúde entre pessoas que estavam na região.

    Bombeiros, policiais, trabalhadores de resgate, moradores e funcionários ficaram expostos durante as operações realizadas após os ataques.

    O impacto sanitário continuou sendo estudado mesmo décadas depois da tragédia.

    Documentos reacendem debate

    A divulgação das informações reacende questionamentos sobre a forma como as autoridades lidaram com os riscos ambientais imediatamente após os ataques.

    O caso também levanta discussões sobre transparência, comunicação de riscos e proteção da população durante situações de emergência.

    Efeitos do 11 de Setembro continuam

    Mais de duas décadas após os ataques, as consequências do 11 de Setembro ainda são sentidas por milhares de pessoas.

    Além das vítimas diretas da tragédia, muitos profissionais e moradores enfrentaram problemas de saúde relacionados ao período de exposição no entorno do World Trade Center.

    Os novos documentos acrescentam elementos ao debate sobre o que as autoridades sabiam na época e como essas informações foram comunicadas à população.

  • Em Nova Andradina, Carlos Bernardo reencontra antigas vizinhas e relembra início da trajetória

    Em Nova Andradina, Carlos Bernardo reencontra antigas vizinhas e relembra início da trajetória

    Dona Lurdes e dona Zeza acompanharam período em que o candidato ainda era jovem e começava a trabalhar na cidade; reencontro trouxe lembranças de uma época marcada por dificuldades, trabalho e ajuda entre vizinhos
    Nova Andradina (MS) – Uma visita a Nova Andradina levou o candidato a deputado federal Carlos Bernardo de volta a um período bem diferente de sua atual trajetória. Na cidade, ele reencontrou dona Maria de Lurdes e dona Zeza, antigas vizinhas que fizeram parte de sua vida quando ainda era jovem, antes da história empresarial construída anos depois.

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    O encontro foi marcado por lembranças de uma época em que Carlos Bernardo vivia de maneira simples e começava a trabalhar em Nova Andradina. Dona Lurdes recorda que foi vizinha dele há aproximadamente 30 anos, quando Bernardo trabalhava em uma rádio e morava com o irmão, Robertinho.
    “Ele não era nem casado. Morava ele e o irmãozinho dele. Eles não saíam de dentro de casa, iam até comer lá. São pessoas que moram no coração”, relembrou Maria de Lurdes.
    A proximidade entre as famílias também se misturava à rotina profissional daquele período. Segundo Lurdes, até mesmo a estrutura da rádio ocupava parte de sua casa.
    “A antena da rádio ficava no meu quintal”, contou.
    Décadas depois, o carinho permanece. Lurdes disse que Carlos já havia retornado outras vezes à cidade e que o considera um amigo. “Ele mora no meu coração”, afirmou.
    Dona Zeza também faz parte das lembranças desse período. Ao conversar com Carlos, relembrou uma convivência construída antes de ele alcançar estabilidade financeira ou ocupar posição de destaque no meio empresarial. Sua história pessoal, marcada por dificuldades financeiras e muito trabalho, também trouxe ao reencontro discussões sobre problemas que continuam presentes na vida de muitas famílias, como renda, moradia e acesso aos serviços de saúde.

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    Para Carlos Bernardo, voltar a encontrar pessoas que o acolheram no início da vida adulta também significa recordar as condições em que construiu sua própria história.
    “Eu tenho uma gratidão enorme pela dona Lurdes e pela dona Zeza. Elas me conheceram quando eu estava começando, muito antes de qualquer conquista que veio depois. Foram pessoas que abriram a porta de casa, ofereceram amizade, comida, apoio e carinho. Quando eu volto aqui, eu não encontro apenas antigas vizinhas. Eu encontro uma parte da minha própria história”, afirmou.
    O candidato diz que essas experiências influenciam sua leitura sobre as dificuldades enfrentadas por famílias que precisam construir oportunidades a partir de poucos recursos.
    Segundo Bernardo, uma das prioridades apresentadas em suas propostas é criar condições para ampliar renda e poder de compra, especialmente por meio da geração de empregos, formação profissional e desenvolvimento econômico no interior do Estado.
    Entre as medidas defendidas pelo candidato estão a aproximação da indústria das regiões produtoras, o estímulo à geração de empregos nos municípios e investimentos em qualificação profissional, com o objetivo de permitir que mais pessoas possam encontrar trabalho e renda perto de onde vivem.
    A proposta parte da avaliação de que crescimento econômico só produz impacto concreto quando chega ao orçamento familiar.
    “Quem já viveu uma fase em que precisava contar cada gasto entende que desenvolvimento não pode ser apenas um número em relatório. Precisa significar emprego, salário, comida dentro de casa e condições para uma família viver melhor. Eu sei de onde vim e não esqueço quem esteve comigo quando eu estava começando”, disse Carlos.
    Outro ponto discutido durante a visita foi a saúde. As dificuldades enfrentadas por dona Zeza em busca de atendimento foram apresentadas por ela durante a conversa e dialogam com uma das áreas tratadas nas propostas de Bernardo: ampliar o acesso aos serviços e aproximar o atendimento das pessoas, principalmente no interior.
    Carlos defende que recursos federais sejam utilizados para fortalecer uma rede regional de saúde, combinando estrutura, profissionais qualificados, tecnologia e integração entre municípios.
  • Produção de veículos no Brasil cresce e setor automotivo mostra sinais de recuperação

    Produção de veículos no Brasil cresce e setor automotivo mostra sinais de recuperação

    Dados divulgados pela Anfavea apontam avanço na fabricação de veículos e refletem o desempenho do mercado automotivo brasileiro

    A produção de veículos no Brasil apresentou crescimento, segundo os dados divulgados pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O resultado mostra um cenário de recuperação para a indústria automotiva brasileira.

    Os números consideram a fabricação de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus e ajudam a medir o ritmo da atividade no setor.

    Indústria mantém ritmo de produção

    Fábrica da BYD em Camaçari (BA) — Foto: divulgação/BYD
    Fábrica da BYD em Camaçari (BA)

    O desempenho das montadoras acompanha a movimentação do mercado interno e das exportações.

    A indústria automotiva é um dos segmentos importantes da economia brasileira e possui impacto direto sobre uma extensa cadeia de fornecedores, concessionárias e serviços.

    O avanço na produção também representa maior utilização da capacidade das fábricas instaladas no país.

    Mercado interno influencia resultado

    As vendas de veículos novos continuam sendo um dos principais fatores que determinam o ritmo de produção das montadoras.

    Quando a demanda aumenta, as fabricantes conseguem elevar a produção para atender aos pedidos das concessionárias.

    O comportamento do crédito, dos juros e da confiança dos consumidores também influencia diretamente o mercado automotivo.

    Exportações também entram no cenário

    Além das vendas no Brasil, o desempenho das exportações contribui para o resultado da indústria.

    As montadoras brasileiras abastecem diferentes mercados da América Latina, e a demanda externa pode ajudar a compensar períodos de menor crescimento interno.

    A relação entre produção e exportações também influencia o planejamento das fábricas.

    Setor acompanha próximos meses

    Apesar do resultado positivo, o setor automotivo continua atento aos custos de produção, às condições de financiamento e ao comportamento da economia.

    A Anfavea acompanha indicadores como produção, vendas, exportações e emprego para avaliar a evolução da indústria.

    Os próximos resultados deverão mostrar se o crescimento representa uma tendência mais consistente para as montadoras brasileiras.

    Indústria automotiva segue estratégica

    O setor automotivo possui forte peso na economia e na geração de empregos diretos e indiretos.

    Por isso, o aumento da produção é acompanhado não apenas pelas montadoras, mas também por fornecedores, trabalhadores e pelo mercado financeiro.

    O resultado divulgado pela Anfavea reforça, portanto, a importância de acompanhar a evolução da produção nacional de veículos e da demanda do mercado brasileiro nos próximos meses.

  • “1984”, livro citado por Mendonça em decisão contra diretor da PF, retrata sociedade dominada pela vigilância

    “1984”, livro citado por Mendonça em decisão contra diretor da PF, retrata sociedade dominada pela vigilância

    Obra de George Orwell voltou ao centro do debate após ministro do STF mencionar o clássico ao questionar suposto monitoramento de autoridades pela Polícia Federal

    O clássico “1984”, do escritor britânico George Orwell, voltou a ganhar destaque no debate público brasileiro após ser citado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua decisão que determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

    Publicado originalmente em 1949, o livro apresenta uma sociedade distópica na qual o Estado exerce vigilância permanente sobre a população, controla informações e utiliza mecanismos de monitoramento para manter o poder.

    Por que Mendonça citou o livro?

    BlogdoBG | O ministro André Mendonça, do STF, citou o livro “1984”, de George Orwell, na decisão desta terça-feira (8) que afastou Andrei Rodrigues do... | Instagram

    Na decisão, Mendonça fez referência à obra ao abordar suspeitas de produção de relatórios de inteligência sobre autoridades.

    A comparação com o universo criado por Orwell serviu para ilustrar a preocupação do ministro com uma possível utilização da estrutura estatal para acompanhar e monitorar integrantes das próprias instituições públicas.

    O caso está relacionado a relatórios que, segundo Mendonça, teriam sido produzidos de maneira irregular.

    O mundo de “1984”

    Na história escrita por Orwell, o protagonista Winston Smith vive em uma sociedade controlada pelo chamado Grande Irmão (Big Brother).

    O governo acompanha constantemente os cidadãos por meio de dispositivos de vigilância e também controla informações, documentos e até a forma como as pessoas pensam e se expressam.

    A obra se tornou uma das principais referências mundiais quando o assunto é vigilância, autoritarismo e controle da informação.

    Um clássico que continua atual

    Mesmo escrito há mais de sete décadas, “1984” continua sendo estudado e debatido em diferentes áreas.

    A expressão “Big Brother”, popularizada pelo livro, passou a ser utilizada para descrever situações envolvendo monitoramento constante e perda de privacidade.

    O romance também é frequentemente citado em discussões sobre tecnologia, governos, liberdade de expressão e proteção de dados.

    Vigilância é o ponto central da comparação

    A preocupação apresentada por Mendonça dialoga diretamente com um dos principais temas da obra.

    Em “1984”, a vigilância não é apenas uma ferramenta de segurança: ela faz parte de um sistema destinado a controlar comportamentos e limitar a liberdade individual.

    Ao citar o livro, o ministro estabeleceu uma referência literária para discutir os limites da atuação de estruturas de inteligência do Estado.

    Obra voltou aos holofotes no Brasil

    A menção ao romance ocorre em meio a uma crise envolvendo a Polícia Federal, o STF e autoridades do governo.

    A decisão de Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues e levantou questionamentos sobre a produção e utilização de relatórios de inteligência.

    Nesse contexto, a referência a “1984” acrescentou uma dimensão histórica e literária ao debate sobre vigilância estatal e limites institucionais.

    O clássico de George Orwell, escrito como uma advertência sobre os perigos do controle absoluto, volta assim ao debate público para ajudar a discutir uma questão que permanece atual: até onde pode chegar o poder de vigilância de um Estado?

  • Na Exponan, Carlos Bernardo defende industrialização, fortalecimento do produtor e mais empregos no interior

    Na Exponan, Carlos Bernardo defende industrialização, fortalecimento do produtor e mais empregos no interior

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    O candidato a deputado federal percorreu a feira em Nova Andradina e destacou propostas voltadas à transformação da produção em renda, negócios e oportunidades nos municípios
    Nova Andradina (MS) – Transformar a força produtiva de Mato Grosso do Sul em mais indústria, renda e empregos dentro do próprio Estado são algumas das propostas defendidas por Carlos Bernardo, candidato a deputado federal pelo União Brasil, número 4455.
    Durante visita à 41ª Exponan, neste sábado (5), Carlos Bernardo percorreu a feira, conversou com empresários e acompanhou de perto a movimentação de produtores, comerciantes, prestadores de serviços, pequenos empreendedores e trabalhadores.
    Realizada no Parque de Exposições Henrique Martins, a Exponan reúne atividades ligadas à produção rural, comércio, serviços, rodeio, leilões e entretenimento. Para Carlos Bernardo, eventos como este ajudam a mostrar, na prática, uma cadeia econômica que começa no campo, mas se espalha por diferentes setores das cidades.
    “A força do campo não pode terminar na produção da matéria-prima. Precisamos transformar mais do que produzimos aqui, estimular novas empresas e fazer essa riqueza circular nos municípios, gerando emprego, renda e oportunidade para quem vive no interior”, afirmou.
    A proposta defendida por Carlos Bernardo passa por ampliar a industrialização próxima às regiões produtoras, fortalecer pequenos produtores e agricultores familiares, facilitar o acesso ao crédito e criar condições para que empresas locais possam crescer e alcançar novos mercados.
    A ideia central é aumentar o valor agregado daquilo que Mato Grosso do Sul já produz. Em vez de atuar apenas como grande fornecedor de matéria-prima, o Estado deve ampliar sua capacidade de processamento, movimentando também indústria, comércio, logística, serviços e empregos.
    A empresária Edneide Manfre, da Paiol Moda Country, que mantém uma loja física em Naviraí e também participa de eventos com um trailer comercial da marca, conta que essa é a realidade de quem empreende no interior. 
    “Circular por diferentes cidades abre oportunidades para conquistar novos consumidores, mas também exige planejamento e envolve custos. Mas, quando é possível, eu sempre vou. A Exponan é uma festa muito tradicional, está na 41ª edição, é bem organizada e, a cada ano, eles estão melhorando”, afirmou.
    Para Edneide, continuar investindo é fundamental para o crescimento dos negócios e da própria economia estadual.
    “Vale a pena investir em Mato Grosso do Sul. Eu acredito que hoje é um dos melhores estados para se viver e investir. A gente tem que acreditar, tem que investir e dar continuidade, porque não podemos parar no tempo”, disse.
    A experiência da empresária ajuda a traduzir um dos pontos defendidos por Carlos Bernardo: o desenvolvimento regional não depende apenas de grandes investimentos, mas também de criar condições para que pequenos e médios negócios possam crescer, circular pelas cidades, conquistar consumidores e gerar empregos.
    “As pessoas precisam encontrar oportunidade perto de onde vivem. Quando o produtor consegue crescer, quando o pequeno empresário vende mais e quando uma nova indústria se instala no interior, toda uma cadeia se movimenta. É isso que faz o desenvolvimento permanecer na cidade e chegar às famílias”, destacou Carlos Bernardo.
    Produção transformada em emprego
    Entre as propostas apresentadas por Carlos Bernardo está o incentivo à instalação e expansão de indústrias próximas às regiões produtoras. A estratégia busca aproveitar as cadeias que Mato Grosso do Sul já possui e fazer com que uma parcela maior do processamento da produção aconteça dentro do próprio Estado.

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    O candidato também defende ampliar o acesso de pequenos produtores, cooperativas e empreendedores ao crédito, à assistência técnica, à inovação e a novos canais de comercialização. A proposta é criar um ambiente em que produção e empreendedorismo caminhem juntos. Quanto maior a capacidade de transformar e comercializar aquilo que é produzido no Estado, maior também a possibilidade de gerar novas empresas, fornecedores, serviços e postos de trabalho.

    Outro ponto da estratégia defendida por Carlos Bernardo é aproveitar a posição geográfica de Mato Grosso do Sul e as oportunidades abertas pela Rota Bioceânica. Na avaliação do candidato, a nova conexão logística pode ampliar mercados para a produção sul-mato-grossense, mas os efeitos econômicos serão maiores se o Estado estiver preparado para atrair indústrias, centros logísticos, empresas de serviços e novos investimentos.
    A proposta é tratar a Rota Bioceânica não apenas como um corredor para o transporte de mercadorias, mas como instrumento de desenvolvimento das cidades localizadas em sua área de influência. Isso inclui investimentos em infraestrutura e logística, além de qualificação profissional para preparar trabalhadores para as oportunidades que podem surgir com a expansão da atividade econômica.
    “O desafio é fazer com que o crescimento da produção se transforme em desenvolvimento que permaneça dentro do Estado. A passagem aqui pela Exponan reforça justamente essa visão: produção forte precisa significar também empresas fortalecidas, comércio movimentado, renda circulando e mais oportunidades para as famílias construírem seu futuro no interior”, frisa.
    A 41ª Exponan segue até este domingo (6), com entrada gratuita. O encerramento da programação será com o Grupo Tradição.
  • Encontro inesperado em agenda política mostra trabalho de Carlos Bernardo na saúde e educação

    Encontro inesperado em agenda política mostra trabalho de Carlos Bernardo na saúde e educação

    Relato de mãe de estudante de Medicina reforça proposta de Carlos Bernardo para Hospital Binacional

    História de Ana Kátia, mãe de Galeano, estudante de Medicina na fronteira, transformou reunião política em reencontro e ajudou a apresentar proposta voltada à saúde e à formação médica em Mato Grosso do Sul

    Campo Grande (MS) – O que seria mais uma agenda política terminou em um encontro marcado por uma história pessoal que ajudou a explicar, na prática, duas das principais bandeiras defendidas por Carlos Bernardo: ampliar o acesso à saúde e criar oportunidades de formação profissional no interior e na região de fronteira de Mato Grosso do Sul.

    Durante uma reunião no Bairro Santo Antônio, em Campo Grande, Carlos reconheceu entre os presentes Ana Kátia, mãe de Galeano, estudante de Medicina que está próximo de concluir a graduação na Universidad Interamericana, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

    Carlos convidou Ana Kátia para compartilhar com os presentes a trajetória da família e o esforço para tornar possível o sonho do filho de se formar médico.

    “O sonho dele sempre foi fazer Medicina. Na época, uma mensalidade no Brasil já custava cerca de cinco mil reais, um valor que estava muito acima das nossas condições. Foi quando encontramos a possibilidade de estudar no Paraguai”, relatou Ana Kátia.

    Segundo ela, quando Galeano iniciou a graduação, a mensalidade era de aproximadamente R$ 1,1 mil. Hoje, depois de anos de dedicação, ele está próximo de concluir o curso.

    “Para uma mãe, ver o filho chegando perto de realizar esse sonho é uma emoção muito grande. Foi uma oportunidade que encontramos na fronteira e que tornou possível algo que, naquele momento, parecia muito distante para nossa família”, acrescentou.

    O relato transformou a reunião em uma discussão que foi além da formação universitária e chegou a outro tema defendido por Carlos Bernardo: aproveitar a estrutura, a experiência e a vocação da região de fronteira para ampliar o atendimento à população.

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    Hospital Binacional de Fronteira

    É nesse contexto que Carlos apresenta uma de suas principais propostas: a implantação do Hospital Binacional de Fronteira, entre Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

    A proposta prevê uma estrutura capaz de atender brasileiros e paraguaios de forma integrada, oferecendo serviços de maior complexidade, urgência e emergência, internação, UTI, exames, especialidades e tecnologia, reduzindo a necessidade de pacientes percorrerem grandes distâncias em busca de tratamento.

    Para Carlos Bernardo, a fronteira deve ser vista como uma região com potencial para construir soluções conjuntas entre Brasil e Paraguai.

    “Nós temos duas cidades que praticamente vivem juntas, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Precisamos transformar essa característica da fronteira em uma oportunidade de integração também na saúde, criando uma estrutura capaz de atender quem vive dos dois lados”, afirmou Carlos.

    A proposta envolve articulação com o Governo Federal, autoridades paraguaias e instituições como a Itaipu Binacional, buscando formas de viabilizar a construção, o financiamento e a manutenção da unidade hospitalar.

    Na prática, segundo Carlos, o objetivo é descentralizar os serviços de saúde e aproximar o atendimento das famílias que vivem no interior do Estado.

    Atualmente, moradores de diversos municípios precisam se deslocar até centros maiores, como Dourados e Campo Grande, para ter acesso a determinados exames, especialistas e tratamentos.

    “Não podemos aceitar que uma pessoa tenha que viajar centenas de quilômetros justamente no momento em que está mais fragilizada. A saúde precisa estar perto de onde as pessoas vivem. Precisamos levar estrutura para o interior e não obrigar o interior inteiro a buscar atendimento na Capital”, defendeu Bernardo.

    Formação médica e permanência de profissionais no interior

    A proposta defendida por Carlos não se limita à construção de novas estruturas físicas. 

    Ele também defende a ampliação de oportunidades de residência médica, preceptoria e formação multiprofissional fora da Capital, especialmente em regiões onde ainda existe dificuldade para contratar e manter médicos e outros profissionais da saúde.

    A ideia é criar um ciclo que permita formar profissionais no interior, oferecer condições para que trabalhem nessas regiões e aumentar as possibilidades de que permaneçam próximos às comunidades onde são mais necessários.

    “Não basta formar médicos. Precisamos criar condições para que esses profissionais façam residência, se especializem, trabalhem e construam suas vidas no interior. Quando levamos formação e estrutura para essas regiões, também aumentamos as chances de manter profissionais onde a população mais precisa”, explicou Carlos.

    Nesse cenário, a história de Galeano passa a representar uma realidade vivenciada por muitas famílias que encontram na região de fronteira uma alternativa para realizar o sonho da formação médica.

    O que começou com o esforço de uma mãe para permitir que o filho cursasse Medicina tornou-se também um exemplo de como a fronteira pode abrir oportunidades para estudantes que dificilmente conseguiriam arcar com os custos de uma graduação particular de Medicina no Brasil.

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    Dheine Martins destaca apoio ao projeto

    Também estudante de Medicina e candidata a deputada estadual, Dheine Martins participou da reunião e explicou aos presentes os motivos que a levaram a apoiar Carlos Bernardo.

    Segundo Dheine, entre diferentes candidatos com os quais poderia caminhar politicamente em Campo Grande, a proposta do Hospital Binacional foi determinante para sua decisão.

    “Eu tenho que explicar por que decidi apoiar o Carlos, mesmo tendo tantos outros candidatos aqui em Campo Grande que vocês conhecem. O Carlos é de Ponta Porã e tem um projeto com o qual eu me identifiquei muito. É algo que a gente precisa para Mato Grosso do Sul: o Hospital Binacional”, afirmou.

    Para Carlos Bernardo, histórias como a de Ana Kátia e Galeano mostram que políticas voltadas à formação médica, à descentralização da saúde e à integração da fronteira podem transformar diretamente a realidade de famílias de Mato Grosso do Sul.

    “Quando uma oportunidade de formação muda a história de uma família e quando uma estrutura de saúde pode evitar que alguém precise viajar centenas de quilômetros para ser atendido, estamos falando de políticas públicas que chegam de verdade à vida das pessoas”, concluiu Carlos.