Autor: marketingucppjc

  • Ex-presidente de Kosovo é condenado a 25 anos de prisão por crimes de guerra

    Ex-presidente de Kosovo é condenado a 25 anos de prisão por crimes de guerra

    Hashim Thaci foi considerado culpado por assassinatos, tortura e detenções ilegais cometidos durante o conflito de Kosovo entre 1998 e 1999

    O ex-presidente de Kosovo Hashim Thaci foi condenado a 25 anos de prisão por crimes de guerra por um tribunal especializado sediado em Haia, na Holanda. A sentença foi anunciada nesta quarta-feira (16) e está relacionada a crimes cometidos durante o conflito entre Kosovo e Sérvia, entre 1998 e 1999.

    Thaci, de 58 anos, foi considerado culpado por crimes que incluem assassinato, tortura e detenção ilegal. Ele ocupava a posição de principal comandante do Exército de Libertação do Kosovo (KLA) durante o conflito e negou todas as acusações apresentadas contra ele.

    Tribunal aponta centenas de vítimas

    Segundo a decisão judicial, Thaci foi responsabilizado pela participação em uma estrutura criminosa que teria perseguido pessoas consideradas opositoras do KLA ou colaboradoras das forças sérvias.

    O tribunal considerou o ex-comandante responsável pela morte de 96 pessoas, além da detenção ilegal de 385 indivíduos, tortura de 303 e tratamento cruel de outras 49 pessoas. Segundo os juízes, as vítimas não participavam diretamente dos combates no momento dos crimes.

    A corte concluiu que Thaci participou e incentivou os crimes dentro de um plano conjunto que envolvia instalações de detenção e perseguição de pessoas consideradas adversárias.

    Defesa nega acusações

    Durante o julgamento, Thaci negou todas as acusações. Seus advogados argumentaram que as acusações não tinham fundamento suficiente e representavam uma tentativa de reinterpretar acontecimentos relacionados à história do conflito.

    A sentença ainda pode ser contestada. O ex-presidente tem direito de recorrer da decisão.

    Promotoria havia pedido pena maior

    A condenação ficou abaixo da pena solicitada pelos procuradores.

    A acusação havia pedido 45 anos de prisão para Thaci e outros três ex-comandantes do KLA. O painel formado por três juízes, porém, rejeitou seis acusações relacionadas a crimes contra a humanidade.

    Segundo os magistrados, a acusação não conseguiu demonstrar que esses crimes ocorreram como parte de ataques generalizados ou sistemáticos contra a população civil.

    Sentença provoca reações em Kosovo

    O julgamento teve forte repercussão em Kosovo, onde Thaci continua sendo considerado uma figura importante por parte da população albanesa.

    O atual primeiro-ministro, Albin Kurti, classificou a decisão como uma injustiça. Em Pristina, centenas de pessoas foram às ruas após o anúncio da sentença, enquanto manifestações de apoio também ocorreram em Haia.

    Na Sérvia, por outro lado, houve críticas de pessoas que consideraram a punição insuficiente.

    Conflito continua influenciando a região

    A guerra de Kosovo ocorreu no final da década de 1990, durante o processo de separação do território em relação à Sérvia. O conflito deixou marcas profundas nas relações entre kosovares de origem albanesa e sérvios.

    Kosovo declarou independência em 2008, mas sua soberania ainda não é reconhecida pela Sérvia, mantendo a questão como uma das principais fontes de tensão política nos Bálcãs.

    Tribunal especializado foi criado em 2015

    O processo contra Thaci foi conduzido pelas Câmaras Especializadas de Kosovo, tribunal sediado em Haia e criado em 2015 para investigar e julgar alegados crimes cometidos por integrantes do KLA durante e após o conflito.

    A condenação representa um dos episódios mais importantes do esforço internacional para responsabilizar antigos integrantes das forças envolvidas na guerra.

    Thaci poderá recorrer da sentença de 25 anos, enquanto o julgamento deve continuar tendo repercussões políticas e históricas em Kosovo e na relação do território com a Sérvia. 

  • Rio de Janeiro recupera R$ 153 milhões de esquemas de corrupção e destina recursos à segurança

    Rio de Janeiro recupera R$ 153 milhões de esquemas de corrupção e destina recursos à segurança

    Valores foram liberados após ação do Ministério Público Federal; maior parte será aplicada na segurança pública e outra parcela irá para a Controladoria-Geral do Estado

    O Estado do Rio de Janeiro recuperou aproximadamente R$ 153 milhões provenientes de esquemas de corrupção, após uma ação penal proposta pelo Ministério Público Federal (MPF). Os recursos, que estavam indisponíveis, foram liberados e já estão disponíveis para utilização pelo governo estadual.

    Do total recuperado, R$ 114 milhões serão destinados à segurança pública, enquanto outros R$ 39 milhões serão direcionados à Controladoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro. A liberação foi obtida por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ).

    Maior parte dos recursos vai para a segurança

    A parcela destinada à segurança pública deverá financiar diferentes ações do setor, incluindo a aquisição de veículos blindados.

    A recuperação representa uma fonte extraordinária de recursos para o orçamento estadual e permitirá que o governo utilize valores que estavam vinculados a processos judiciais.

    A distribuição dos recursos foi definida de acordo com as áreas estabelecidas para receber o dinheiro recuperado.

    Controladoria também receberá recursos

    Os R$ 39 milhões destinados à Controladoria-Geral do Estado deverão reforçar as estruturas relacionadas ao controle e à fiscalização da administração pública.

    A recuperação de valores dessa natureza permite que recursos originalmente envolvidos em processos judiciais retornem ao patrimônio público e sejam direcionados para atividades institucionais.

    Segundo o procurador-geral do Estado, Bruno Dubeux, o resultado demonstra a importância da atuação conjunta entre diferentes órgãos públicos.

    Estado já recuperou outros valores

    A recuperação dos R$ 153 milhões faz parte de uma série de ações conduzidas pela Procuradoria-Geral do Estado.

    No início de setembro, a PGE-RJ obteve uma decisão que permitiu ao governo estadual recuperar recursos relacionados a ilícitos que provocaram prejuízos à saúde pública. Esses valores estavam depositados à disposição da Justiça Federal desde 2021.

    A medida representou uma nova frente de recuperação de recursos vinculados a processos judiciais envolvendo irregularidades.

    R$ 70 milhões foram recuperados em junho

    Em junho deste ano, a PGE-RJ também havia anunciado a recuperação de R$ 70 milhões provenientes de acordos de delação premiada e de leniência relacionados a ações da Operação Lava Jato.

    Segundo as informações divulgadas, esse montante permanecia bloqueado na Justiça desde 2024.

    A sequência de recuperações amplia o volume de recursos que voltam aos cofres públicos e podem ser empregados em áreas definidas pela administração estadual.

    Recursos já estão disponíveis

    Com a liberação dos R$ 153 milhões, o governo do Rio de Janeiro passa a contar com os valores para aplicação nas áreas estabelecidas.

    A recuperação demonstra também o papel das ações judiciais na tentativa de reaver recursos relacionados a práticas ilícitas e proteger o patrimônio público.

    O montante será distribuído entre segurança pública e Controladoria-Geral, enquanto novas ações de recuperação de valores continuam sendo acompanhadas pela Procuradoria do Estado. 

  • Economia brasileira recua pelo segundo mês seguido e acende alerta sobre ritmo da atividade

    Economia brasileira recua pelo segundo mês seguido e acende alerta sobre ritmo da atividade

    IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, caiu 0,2% em julho após retração de 0,9% em junho; resultado reforça sinais de desaceleração da economia

    A atividade econômica brasileira recuou pelo segundo mês consecutivo, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira (16). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 0,2% em julho, na comparação com junho.

    O resultado ocorre depois de uma retração mais expressiva de 0,9% em junho, indicando perda de ritmo da economia ao longo do segundo trimestre e início do segundo semestre.

    Queda foi menor que a registrada em junho

    Apesar de representar uma nova retração, o resultado de julho mostra uma queda menos intensa que a observada no mês anterior.

    O recuo de 0,2% também veio abaixo das expectativas do mercado, que projetava uma diminuição de aproximadamente 0,1%.

    Na comparação com julho de 2025, entretanto, o indicador apresentou alta de 1,1%, mostrando que a economia ainda registra crescimento quando analisada em relação ao mesmo período do ano anterior.

    Atividade acumula crescimento no ano

    Mesmo com as duas quedas mensais consecutivas, o desempenho acumulado permanece positivo.

    De janeiro a julho de 2026, o IBC-Br registra alta de 1,5%. O mesmo crescimento de 1,5% é observado na comparação dos últimos 12 meses.

    Os números mostram, portanto, uma economia que ainda apresenta expansão no acumulado, mas que vem demonstrando perda de velocidade nos indicadores mensais.

    Juros elevados pesam sobre a atividade

    O cenário ocorre em meio a uma política monetária ainda restritiva. A taxa Selic permanece em patamar elevado, o que afeta o custo do crédito para empresas e consumidores.

    Setores dependentes de financiamento e consumo podem sentir os efeitos de juros elevados, enquanto empresários também acompanham com atenção as perspectivas para a demanda.

    Dados recentes já vinham apontando sinais de moderação. O setor de serviços, por exemplo, permaneceu estável em junho e julho, enquanto a confiança empresarial caiu pelo segundo mês consecutivo em agosto.

    Confiança empresarial também recua

    O movimento observado na atividade ocorre paralelamente à piora da confiança entre empresas.

    Em agosto, o Índice de Confiança Empresarial da FGV caiu 0,5 ponto, para 91,1 pontos, registrando a segunda queda consecutiva.

    Segundo o FGV IBRE, o resultado refletiu piora tanto nas avaliações sobre o momento atual quanto nas expectativas para os próximos meses. O instituto também apontou preocupações relacionadas ao enfraquecimento da demanda, estoques e incertezas econômicas.

    Mercado acompanha próximos indicadores

    O resultado do IBC-Br será acompanhado pelo mercado como mais um sinal sobre o comportamento da economia brasileira no segundo semestre.

    Embora o indicador ainda mostre crescimento acumulado, a sequência de duas retrações mensais aumenta a atenção sobre a capacidade de manutenção do ritmo de expansão.

    Os próximos dados de indústria, comércio e serviços deverão ajudar a determinar se a desaceleração representa apenas uma oscilação temporária ou um movimento mais amplo de perda de ritmo da atividade econômica.

  • Inteligência artificial reacende temor sobre riscos extremos e aumenta pressão por regras globais

    Inteligência artificial reacende temor sobre riscos extremos e aumenta pressão por regras globais

    Pesquisadores e executivos alertam para avanço acelerado da tecnologia, enquanto especialistas divergem sobre a possibilidade de a IA representar uma ameaça existencial à humanidade

    O avanço acelerado da inteligência artificial voltou a colocar no centro do debate uma questão que há poucos anos parecia restrita à ficção científica: sistemas cada vez mais capazes poderiam, no futuro, representar um risco grave para a própria humanidade?

    Nos últimos dias, declarações de pesquisadores e profissionais ligados às principais empresas do setor aumentaram a pressão por regras mais rígidas e mecanismos de segurança capazes de acompanhar a evolução da tecnologia.

    Entre os alertas mais repercutidos está o do pesquisador Evan Hubinger, ligado à Anthropic, que trabalha com uma área conhecida como alinhamento de inteligência artificial.

    Essa linha de pesquisa busca desenvolver maneiras de fazer com que sistemas avançados continuem seguindo objetivos e princípios definidos por seres humanos, mesmo à medida que se tornam mais sofisticados.

    Hubinger afirmou considerar baixo o risco imediato dos sistemas atualmente disponíveis, mas demonstrou preocupação com o que poderá acontecer caso o desenvolvimento continue em ritmo acelerado nos próximos anos.

    Pesquisadores temem perda de controle sobre sistemas futuros

    O principal ponto levantado por especialistas preocupados com a segurança da IA não está necessariamente relacionado aos chatbots utilizados atualmente por milhões de pessoas.

    A preocupação está voltada para possíveis sistemas futuros muito mais autônomos, capazes de tomar decisões, executar tarefas complexas e atuar em diferentes ambientes digitais com pouca ou nenhuma supervisão humana.

    Para pesquisadores dessa área, um dos desafios é garantir que sistemas altamente avançados continuem obedecendo aos objetivos definidos por seus criadores.

    O receio é que uma inteligência artificial suficientemente poderosa possa interpretar determinadas instruções de maneira diferente da pretendida ou desenvolver estratégias que produzam consequências inesperadas.

    Funcionário deixou Anthropic e alertou sobre velocidade dos avanços

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    As discussões ganharam ainda mais repercussão após Jacob Coxon, ex-pesquisador da Anthropic, deixar a empresa e manifestar preocupação com o ritmo de desenvolvimento da tecnologia.

    Segundo Coxon, profissionais que trabalham diretamente com sistemas avançados de IA estariam cada vez mais atentos à possibilidade de que o crescimento das capacidades dessas ferramentas ultrapasse a capacidade humana de controlá-las.

    O debate envolve principalmente a chamada superinteligência artificial, conceito utilizado para descrever um sistema hipotético capaz de superar seres humanos em praticamente todas as tarefas intelectuais.

    Essa tecnologia ainda não existe, mas empresas e pesquisadores trabalham para desenvolver modelos cada vez mais avançados.

    Temor sobre máquinas inteligentes não é recente

    A preocupação com máquinas capazes de ultrapassar a inteligência humana existe há décadas.

    Ainda nos anos 1950, o matemático britânico Alan Turing, considerado um dos pioneiros da ciência da computação, já discutia a possibilidade de máquinas inteligentes alcançarem níveis elevados de autonomia.

    Com a evolução recente da inteligência artificial generativa, porém, esse debate deixou de ser puramente teórico.

    Ferramentas capazes de produzir textos, imagens, vídeos, códigos de programação e análises complexas passaram a fazer parte do cotidiano de empresas, governos e milhões de usuários.

    O crescimento rápido dessas tecnologias também ampliou as discussões sobre segurança.

    Empresas pressionam por regulamentação

    Grandes empresas de inteligência artificial, principalmente nos Estados Unidos, passaram a defender a criação de regras específicas para o desenvolvimento de sistemas mais avançados.

    OpenAI, Anthropic e outras companhias do setor vêm participando de debates com governos e autoridades sobre segurança, transparência e responsabilidades relacionadas ao uso da tecnologia.

    Entre as propostas discutidas estão mecanismos de avaliação de risco, testes independentes, limites para determinadas capacidades e procedimentos de emergência para sistemas considerados perigosos.

    Ao mesmo tempo, críticos argumentam que regulamentações excessivamente complexas podem favorecer empresas já consolidadas, dificultando a entrada de novos concorrentes no mercado.

    Existe realmente risco de extinção?

    A comunidade científica não possui consenso sobre a probabilidade de a inteligência artificial provocar um cenário extremo de ameaça à humanidade.

    Alguns pesquisadores consideram esse risco suficientemente relevante para justificar medidas preventivas imediatas.

    Outros especialistas argumentam que ainda existem muitas incertezas e que previsões sobre sistemas hipotéticos desenvolvidos no futuro precisam ser avaliadas com cautela.

    Também há pesquisadores que defendem que os riscos mais concretos e imediatos da inteligência artificial já estão presentes.

    Entre eles estão desinformação, golpes digitais, ataques cibernéticos, criação de conteúdos falsos, substituição de determinados empregos, uso militar da tecnologia e sistemas automatizados capazes de reproduzir preconceitos existentes nos dados utilizados para treiná-los.

    IA avança em velocidade inédita

    O crescimento recente do setor tem sido impulsionado por investimentos bilionários.

    Empresas competem para desenvolver modelos capazes de realizar tarefas cada vez mais complexas, enquanto governos enxergam a inteligência artificial como uma tecnologia estratégica para economia, defesa e inovação.

    Esse cenário criou uma corrida tecnológica global.

    Estados Unidos, China, União Europeia e outras potências investem em infraestrutura, chips, centros de dados e formação de profissionais especializados.

    Ao mesmo tempo, cresce a pressão para que mecanismos de segurança avancem na mesma velocidade.

    Debate deve continuar nos próximos anos

    Mesmo sem consenso sobre a possibilidade de um cenário extremo envolvendo a inteligência artificial, existe crescente concordância sobre a necessidade de acompanhar de perto o desenvolvimento dos sistemas mais avançados.

    O desafio será encontrar um equilíbrio entre inovação e segurança.

    A inteligência artificial já oferece benefícios em áreas como medicina, ciência, educação, comunicação e desenvolvimento de software.

    Por outro lado, quanto mais capazes esses sistemas se tornam, maior tende a ser a preocupação sobre como serão utilizados e quem terá controle sobre eles.

    Por isso, pesquisadores defendem que o debate sobre segurança não seja tratado apenas quando tecnologias mais poderosas já estiverem disponíveis.

    A discussão sobre o futuro da inteligência artificial, portanto, deverá permanecer entre os principais temas tecnológicos e políticos dos próximos anos.

  • Thais Carla planeja cirurgias reparadoras após perder mais de 100 kg e prepara livro e documentário

    Thais Carla planeja cirurgias reparadoras após perder mais de 100 kg e prepara livro e documentário

    Influenciadora contou que procedimentos estão previstos para o fim do ano e também falou sobre novos projetos profissionais e relacionamento

    A influenciadora Thais Carla revelou que pretende realizar cirurgias reparadoras no fim deste ano, após perder mais de 100 quilos desde que passou por uma cirurgia bariátrica.

    Em entrevista ao gshow, a dançarina também contou que prepara o lançamento de um livro e trabalha na finalização de um documentário sobre sua experiência com a bariátrica e as mudanças vividas desde o procedimento.

    “Tem meu livro para lançar, um documentário da minha bariátrica que está para finalizar. Temos uma data prevista para as minhas cirurgias reparadoras, que vão ser no final do ano”, afirmou.

    Thais disse que ainda está se adaptando às transformações e falou de forma bem-humorada sobre a próxima etapa.

    “Já era a mais gostosa do Brasil e, agora, vou ser a mignon mais gostosa do Brasil. Não sei como vai ser ficar sem barriga. Estou vivendo essa nova experiência.”

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    Mudanças na rotina após a bariátrica

    A influenciadora realizou a cirurgia bariátrica há cerca de um ano e, desde então, passou a adotar uma nova rotina.

    Ela vem praticando exercícios físicos regularmente e relatando nas redes sociais diferentes momentos do processo de mudança de hábitos.

    Thais também afirmou anteriormente que sua relação com o próprio corpo não se resume ao número indicado na balança e que a decisão pela cirurgia esteve relacionada a uma nova fase de sua vida.

    Além das mudanças físicas, a influenciadora pretende transformar parte dessa experiência em novos projetos.

    O documentário sobre a bariátrica está em fase final de produção, enquanto o livro também integra os próximos lançamentos anunciados por ela.

    Cirurgias reparadoras estão previstas para o fim do ano

    As cirurgias reparadoras foram programadas para os últimos meses de 2026.

    Esse tipo de procedimento pode ser indicado após grandes perdas de peso, dependendo da avaliação médica individual e das necessidades de cada paciente.

    Thais não detalhou quais procedimentos pretende realizar, mas afirmou estar vivendo a expectativa de uma nova etapa após a bariátrica.

    Influenciadora também vive novo relacionamento

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    Durante sua participação no Rock in Rio, Thais Carla também chamou atenção ao aparecer usando um anel de compromisso.

    Ela contou que está vivendo um novo relacionamento com Fabricio Camargo, depois do fim de um casamento de 11 anos.

    “Depois de 11 anos casada, estou com esse novo affair, meio que namorando. Já tem até um negócio aqui no meu dedo. Um anelzinho de namoro. Ele é tímido. A famosa sou eu”, contou.

    A influenciadora vem compartilhando essa nova fase com os seguidores enquanto concilia projetos profissionais, rotina de exercícios e os preparativos para os procedimentos previstos para o fim do ano.

  • Influenciadora é morta a tiros poucos dias após obter liberdade provisória no Pará

    Influenciadora é morta a tiros poucos dias após obter liberdade provisória no Pará

    Evelyn Lima Dantas havia sido presa por suspeita de envolvimento na morte de um sargento da reserva; Polícia Civil investiga o crime ocorrido em Mãe do Rio

    Por Redação FOCOMS | 16/09/2026

    A influenciadora Evelyn Lima Dantas foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16), no município de Mãe do Rio, no nordeste do Pará.

    Segundo informações da Polícia Militar, o corpo da vítima foi encontrado em frente a uma residência localizada na rua Bernardo Ferreira de Oliveira, no bairro São Francisco.

    Evelyn estava em liberdade provisória havia poucos dias. Ela havia sido presa anteriormente por suspeita de envolvimento na morte do sargento da reserva Antônio Anildo Alves, ocorrida em julho deste ano no mesmo município.

    Polícia foi acionada após moradores ouvirem disparos

    De acordo com o registro da ocorrência, equipes da Polícia Militar foram chamadas por volta das 3h57 depois que moradores próximos a uma Unidade Básica de Saúde relataram ter ouvido vários disparos.

    Quando chegaram ao endereço, os policiais encontraram Evelyn caída em frente ao imóvel.

    A área foi isolada para preservar o local e permitir o trabalho das equipes responsáveis pela investigação.

    Dois homens teriam invadido residência

    Segundo relato de familiares à polícia, dois homens teriam entrado na casa por volta das 3h30.

    A vítima teria sido retirada da residência e levada até a parte da frente do imóvel, onde foi atingida por tiros.

    Após o crime, os suspeitos fugiram.

    O pai da influenciadora informou que os envolvidos teriam utilizado um veículo, mas não conseguiu identificar o modelo ou a cor.

    Sigla de facção foi encontrada no imóvel

    Antes de deixar o local, os autores do crime teriam feito uma pichação na parte da frente da residência.

    A sigla encontrada faz referência a uma facção criminosa.

    Esse elemento deverá ser analisado pela Polícia Civil durante a investigação, que busca esclarecer a motivação do assassinato e identificar todos os envolvidos.

    Evelyn havia sido presa após morte de sargento

    Evelyn Lima Dantas havia sido presa por suspeita de participação no caso envolvendo a morte do sargento da reserva Antônio Anildo Alves.

    O policial foi morto no dia 29 de julho, em Mãe do Rio.

    A influenciadora posteriormente recebeu liberdade provisória e estava fora da prisão havia poucos dias quando foi assassinada.

    Polícia Civil investiga o caso

    A Polícia Civil assumiu a investigação e realiza diligências para localizar os suspeitos e reunir informações que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime.

    Testemunhas deverão ser ouvidas e imagens de câmeras de segurança da região também podem ser analisadas pelos investigadores.

    Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas às autoridades por meio do Disque-Denúncia 181, com garantia de sigilo.

  • Carlos Bernardo amplia apoios e fortalece campanha com propostas para saúde e desenvolvimento

    Carlos Bernardo amplia apoios e fortalece campanha com propostas para saúde e desenvolvimento

    Presidente da Câmara, Jelson Bernabé, declara apoio ao candidato e destaca trajetória, compromisso social e projetos voltados à fronteira

    Ponta Porã – A campanha de Carlos Bernardo (4455) à Câmara Federal vem ampliando o número de apoios de lideranças políticas, empresariais e comunitárias em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul.

    Na fronteira, uma das manifestações mais recentes veio do presidente da Câmara Municipal, Jelson Bernabé, que declarou apoio ao candidato durante encontro político e relacionou sua decisão à trajetória empresarial e social de Bernardo.

    Ao falar sobre a escolha, Jelson lembrou que seu primeiro contato mais próximo com Carlos ocorreu durante uma mobilização beneficente realizada na região.

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    Segundo ele, a atitude do empresário diante de uma família que precisava de ajuda chamou sua atenção.

    “Carlos, você me motivou a ser seu admirador. Nunca tinha trabalhado com você. Naquele dia eu falei: esse cara, se vier candidato a deputado, prefeito ou qualquer coisa, eu vou ajudar. Por isso estou com você”, afirmou Jelson.

    O presidente da Câmara também destacou a importância de escolher representantes que, além do discurso eleitoral, tenham projetos e histórico de atuação.

    “Quem tem história, quem tem coração, quem tem projeto, quem fez e quem vai fazer merece o nosso respeito”, disse.

    A manifestação ocorre em um momento em que Bernardo vem intensificando agendas pelo Estado e apresentando uma plataforma baseada em desenvolvimento econômico, geração de oportunidades, saúde, educação e fortalecimento dos municípios.

    Entre as principais propostas está a implantação do Hospital Binacional de Fronteira, apontado pelo candidato como uma alternativa para ampliar o atendimento de média e alta complexidade e reduzir os longos deslocamentos de pacientes até centros como Dourados e Campo Grande.

    Durante o encontro, Carlos Bernardo pediu diretamente a participação de Jelson na mobilização em torno do projeto que prevê articulação federal, cooperação internacional e busca de recursos para viabilizar a estrutura.

    “Nosso objetivo principal é trazer esse hospital para cá. Jelson, você como presidente da Câmara, eu quero que você me ajude nessa caminhada”, afirmou.

    Bernardo explicou que o Hospital Binacional tem caráter regional e poderá atender moradores de municípios da faixa de fronteira, além de fortalecer a integração entre Brasil e Paraguai.

    O candidato também relaciona o projeto à formação médica existente na região, defendendo uma estrutura hospitalar que possa funcionar de maneira integrada à formação de profissionais de saúde.

    Emprego e Rota Bioceânica

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    Além da saúde, Carlos Bernardo defendeu durante o encontro que Ponta Porã e os municípios da fronteira precisam se preparar para aproveitar economicamente a consolidação da Rota Bioceânica.

    Para o candidato, a localização estratégica de Mato Grosso do Sul deve ser utilizada para atrair indústrias, centros de distribuição, empresas de logística e novos investimentos.

    “Ponta Porã tem que atrair indústria. Chega dos nossos filhos terem que ir para fora estudar ou trabalhar porque aqui não tem emprego. Nós precisamos mudar esse conceito. Somos o Estado da Rota Bioceânica e temos que nos preparar para essa nova realidade”, afirmou.

    Entre as propostas apresentadas em sua plataforma eleitoral estão medidas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à industrialização, à qualificação profissional e ao fortalecimento da fronteira como corredor de comércio e integração.

    Bernardo defende que o crescimento econômico provocado pela nova rota não deve se limitar à passagem de cargas pelo território sul-mato-grossense, mas resultar em empregos e renda para a população local.

    Educação como base do desenvolvimento

    A educação também ocupou espaço no discurso.

    Empresário ligado ao setor de ensino superior, Bernardo afirmou que a região precisa ampliar a oferta de formação técnica e universitária para acompanhar o crescimento econômico esperado para os próximos anos.

    Segundo ele, saúde, educação e geração de emprego precisam caminhar juntas para evitar que jovens deixem suas cidades pela ausência de oportunidades.

    A plataforma apresentada pela candidatura reúne 44 propostas, entre elas estão iniciativas de fortalecimento da atenção básica, interiorização da saúde especializada, formação profissional, primeiro emprego e expansão das oportunidades educacionais.

  • Em Campo Grande, Carlos Bernardo destaca trajetória empresarial e projetos para MS

    Em Campo Grande, Carlos Bernardo destaca trajetória empresarial e projetos para MS

    Com registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral, empresário concedeu entrevistas às rádios do Grupo Feitosa e afirmou que pretende levar para Brasília projetos estruturantes para Mato Grosso do Sul

    Campo Grande (MS) – O candidato a deputado federal Carlos Bernardo (União Brasil) aproveitou agenda política em Campo Grande para conceder entrevistas às rádios do Grupo Feitosa.

    Em conversa com o jornalista Rafael Rodrigues e com o veterano da comunicação Nelson Feitosa, Bernardo falou sobre o deferimento de seu registro de candidatura, sua trajetória empresarial e os projetos que pretende defender caso seja eleito para a Câmara dos Deputados.

    No dia 9 de setembro, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) deferiu, por 4 votos a 1, o registro de Carlos Bernardo.

    Com a decisão, se encerra um período de incertezas jurídicas e permitindo que a campanha passe a concentrar esforços na apresentação de propostas.

    “Foi uma batalha difícil, mas a Justiça prevaleceu. Agora estamos fortes, firmes e vamos trabalhar para fazer a diferença neste Estado”, afirmou Carlos Bernardo.

    O candidato relacionou sua entrada na política à experiência acumulada como empresário.

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    Em vez de apresentar a candidatura como um projeto exclusivamente eleitoral, Bernardo disse que pretende levar para a atividade pública a visão de planejamento e execução que desenvolveu na iniciativa privada.

    Empresário com atuação em diferentes segmentos, Bernardo afirmou que conhece de perto áreas como educação, transporte, comunicação, agropecuária e saúde e defendeu que a representação política seja acompanhada por projetos estruturados e capacidade de articulação em Brasília.

    “Em Brasília não basta ter uma emenda. É preciso saber conversar com os ministérios, apresentar projetos e buscar recursos”, disse.

    Hospital Binacional é apontado como prioridade

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    Entre as principais propostas apresentadas durante a entrevista está a implantação do Hospital Binacional de Fronteira, região de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.

    O projeto já recebeu, em agosto, declaração de interesse público e municipal da Junta Municipal de Pedro Juan Caballero.

    A iniciativa apresentada por Bernardo prevê um complexo voltado ao atendimento de saúde e à formação acadêmica na região de fronteira, que se tornou polo de Medicina.

    Na entrevista, o candidato afirmou que pretende trabalhar pela articulação entre Brasil e Paraguai e pela busca dos recursos necessários para transformar a proposta em uma estrutura de atendimento de alta complexidade.

    “A construção do Hospital Binacional é prioridade na fronteira. A ideia é atender uma demanda que envolve brasileiros e paraguaios e criar uma estrutura administrada com participação dos dois países”, afirmou.

    Bernardo sustenta que o projeto pode ajudar a ampliar a capacidade de atendimento na faixa de fronteira e reduzir deslocamentos de pacientes para centros maiores.

    Agricultura familiar e agro entram no centro das propostas

    O agronegócio também ocupou parte significativa das entrevistas.

    Ao tratar da agricultura familiar, defendeu maior apoio técnico para que pequenos produtores consigam regularizar a produção e comercializar alimentos dentro das exigências sanitárias.

    Segundo ele, muitos produtores enfrentam dificuldades não por resistência às normas sanitárias, mas pela falta de estrutura técnica para cumprir os procedimentos necessários para obtenção de registros e selos.

    “Não sou contra a sanidade animal. Sou a favor. Tem que ter sanidade. Mas tem que existir ajuda do Estado e dos municípios para preparar esses documentos e fazer com que esses produtores tenham acesso mais fácil à regularização dos seus projetos”, afirmou.

    A proposta apresentada pelo candidato passa pela formação de equipes técnicas capazes de ir até as propriedades e orientar agricultores na regularização da produção.

    Bernardo citou como exemplo produtores de queijos, leite, ovos, frangos, suínos e outros produtos da agricultura familiar que poderiam ampliar sua participação no mercado se tivessem maior suporte para atender às normas sanitárias.

    “Precisamos facilitar a criação e a desburocratização para que esse produtor possa ficar regularizado, levar o produto para a feira e vender aquilo que produz”, declarou.

    O candidato também defendeu o fortalecimento de estruturas regionais de distribuição de alimentos, argumentando que Mato Grosso do Sul poderia ampliar a presença de centrais de abastecimento em diferentes regiões do Estado.

    Desenvolvimento para além da produção

    Na avaliação apresentada por Bernardo durante as entrevistas, o próximo ciclo econômico de Mato Grosso do Sul precisa unir produção agropecuária, industrialização, qualificação profissional e infraestrutura.

    Ele falou sobre a Rota Bioceânica e afirmou que o Estado precisa se preparar para deixar de ser apenas território de passagem de mercadorias e aproveitar o corredor para atrair indústrias, centros logísticos e novos investimentos.

    “Não adianta falar em Rota Bioceânica, progresso, indústria e comércio se o governo federal não olhar para Mato Grosso do Sul. O Estado não pode ser apenas passagem. Pode ser uma porta de entrada para empresas, tecnologia e novos investimentos”, afirmou.

    Para Bernardo, esse processo também depende da formação dos jovens sul-mato-grossenses.

    “Precisamos preparar os nossos jovens. Não podemos aceitar que uma indústria venha para cá e os melhores empregos fiquem com profissionais de outros estados porque nós não qualificamos a nossa gente. Isso passa por educação e escolas técnicas”, declarou.

    Ao encerrar a entrevista, Carlos Bernardo disse que pretende manter uma estrutura de representação próxima dos municípios caso seja eleito, com escritório em Campo Grande e interlocutores nas diferentes regiões do Estado.

  • Europa propõe restringir redes sociais para menores de 13 anos e reacende debate sobre infância digital

    Europa propõe restringir redes sociais para menores de 13 anos e reacende debate sobre infância digital

    Proposta apresentada por Ursula von der Leyen inclui redes sociais, jogos online e outras plataformas digitais

    O debate sobre a presença de crianças nas redes sociais ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (16).

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs impedir menores de 13 anos de acessar redes sociais, determinados jogos online e outras plataformas digitais sem mecanismos adicionais de proteção.

    A iniciativa ainda precisa passar por discussões antes de qualquer eventual implementação, mas coloca novamente no centro do debate internacional a relação entre infância, tecnologia e educação.

    Crianças estão cada vez mais conectadas

    Celulares, redes sociais e plataformas de vídeo passaram a fazer parte da rotina de crianças cada vez mais cedo.

    Essas ferramentas podem oferecer oportunidades de aprendizado e comunicação, mas também criam desafios envolvendo exposição excessiva, publicidade, privacidade, cyberbullying e contato com conteúdos inadequados à idade.

    Governos de diferentes países discutem maneiras de aumentar a responsabilidade das plataformas.

    Verificação de idade é desafio técnico

    Uma eventual restrição exige mecanismos capazes de identificar a idade dos usuários.

    Esse processo, porém, levanta outra questão: como verificar a idade sem coletar quantidade excessiva de dados pessoais?

    Empresas de tecnologia, governos e especialistas em privacidade vêm estudando diferentes sistemas, mas ainda não existe uma solução universal.

    Escola e família também fazem parte do debate

    A discussão sobre segurança digital vai além de simplesmente bloquear aplicativos.

    Especialistas em educação defendem que crianças e adolescentes também desenvolvam habilidades para reconhecer riscos, proteger informações pessoais e compreender como algoritmos e redes sociais funcionam.

    Esse processo é conhecido como educação ou alfabetização digital.

    Discussão pode influenciar outros países

    A União Europeia possui histórico de criação de normas digitais que posteriormente influenciam legislações em outras partes do mundo.

    Regras europeias sobre privacidade, plataformas e inteligência artificial já serviram como referência em debates internacionais.

    Se a proposta envolvendo menores de 13 anos avançar, o tema poderá ganhar ainda mais força em países que também discutem limites de idade e responsabilidades das redes sociais.

    A questão central deve permanecer em debate: como permitir que crianças aproveitem os benefícios do ambiente digital sem expô-las precocemente a riscos para os quais ainda não possuem maturidade suficiente?

  • Universidades federais terão 11 mil novas vagas em cursos de graduação a partir de 2027

    Universidades federais terão 11 mil novas vagas em cursos de graduação a partir de 2027

    Expansão envolve 65 instituições e prevê criação de 244 novos cursos em diferentes regiões do Brasil

    As universidades federais brasileiras deverão ampliar a oferta de vagas a partir de 2027.

    Segundo o Ministério da Educação, 65 universidades federais passarão a oferecer aproximadamente 11 mil novas vagas, distribuídas em 244 novos cursos de graduação.

    A expansão pode beneficiar estudantes que pretendem ingressar no ensino superior público nos próximos processos seletivos.

    Novos cursos ampliam opções para estudantes

    A abertura das graduações ocorre dentro de uma estratégia de expansão da rede federal.

    A criação de novos cursos permite que universidades atendam demandas regionais por profissionais e ampliem oportunidades em localidades que possuem menor concentração de instituições públicas de ensino superior.

    As áreas e distribuição das vagas variam conforme cada universidade.

    Interiorização segue importante

    Nas últimas décadas, a expansão de universidades e institutos federais levou cursos superiores para municípios fora das grandes capitais.

    Esse movimento alterou significativamente o acesso ao ensino superior em diversas regiões.

    Estudantes que anteriormente precisavam mudar para grandes centros passaram a encontrar oportunidades mais próximas de suas cidades.

    Além do efeito educacional, a instalação de cursos universitários pode movimentar pesquisa, extensão, serviços e economia local.

    Vagas devem entrar nos processos de 2027

    As novas oportunidades deverão ser incorporadas gradualmente aos processos seletivos das instituições.

    Por isso, estudantes interessados precisarão acompanhar editais, o Sistema de Seleção Unificada quando aplicável e os canais oficiais das universidades.

    Cada instituição pode possuir regras específicas para determinadas modalidades de ingresso.

    A expansão também aumenta a necessidade de estrutura física, professores, técnicos e políticas de permanência estudantil.

    Criar vagas é apenas uma das etapas para ampliar o acesso à universidade. Bolsas, alimentação, moradia, transporte e apoio acadêmico são fatores importantes para garantir que estudantes consigam permanecer até a conclusão dos cursos.