Brasil entra em nova fase comercial com países europeus a partir de outubro

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Acordo entre Mercosul e EFTA amplia comércio com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein

BRASÍLIA – Um novo acordo de livre comércio começa a produzir efeitos jurídicos para o Brasil nesta quinta-feira, 1º de outubro, criando novas oportunidades para empresas brasileiras no mercado europeu.

O tratado envolve o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

No lado sul-americano, participam Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

O acordo foi promulgado pelo Brasil após a conclusão do processo interno necessário para sua entrada em vigor. 

A proposta é diminuir barreiras comerciais, facilitar investimentos e ampliar o intercâmbio de produtos e serviços entre as duas regiões.

A redução de tarifas pode beneficiar exportadores brasileiros, especialmente empresas que buscam ampliar vendas para países europeus fora da União Europeia.

Os países da EFTA possuem mercados de elevado poder de compra e importam produtos agrícolas, alimentos, produtos industriais, matérias-primas e diversos serviços.

Ao mesmo tempo, empresas desses países também poderão ter acesso facilitado aos mercados do Mercosul.

Paraguai também está envolvido

O acordo possui importância especial para a região de fronteira porque o Paraguai também integra o Mercosul.

Isso significa que empresas paraguaias poderão se beneficiar das condições negociadas pelo bloco, respeitando as regras específicas do tratado.

O acordo poderá criar oportunidades em áreas como agricultura, indústria, logística, comércio e investimentos.

Para empresas brasileiras e paraguaias, a abertura comercial também aumenta a necessidade de competitividade.

Produtos importados podem chegar com custos menores, enquanto exportadores locais terão oportunidades de alcançar novos consumidores.

O objetivo central é aumentar o fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões, criando regras mais previsíveis para empresas e investidores.

Os efeitos práticos deverão aparecer gradualmente conforme as reduções tarifárias previstas no acordo forem aplicadas. 

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