Categoria: Politica

  • Governo amplia ajuda para compra da casa própria e eleva subsídios do Minha Casa, Minha Vida

    Governo amplia ajuda para compra da casa própria e eleva subsídios do Minha Casa, Minha Vida

    Conselho do FGTS aumenta recursos destinados a descontos para famílias das faixas 1 e 2 do programa habitacional

    O Conselho Curador do FGTS aprovou uma ampliação dos recursos destinados aos subsídios do Minha Casa, Minha Vida em 2026. O montante reservado passou de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões.

    Os recursos são utilizados principalmente para conceder descontos às famílias enquadradas nas faixas 1 e 2, reduzindo o valor que precisa ser financiado para a aquisição do imóvel.

    Mais R$ 500 milhões disponíveis

    Com a decisão, o programa passa a contar com R$ 500 milhões adicionais para subsidiar contratos habitacionais neste ano.

    Na prática, o subsídio funciona como uma parcela do imóvel paga com recursos públicos, diminuindo o saldo que fica sob responsabilidade do comprador.

    O tamanho do benefício depende de fatores como renda familiar, localização do imóvel e condições previstas pelo programa.

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    FGTS sustenta parte da política habitacional

    O Fundo de Garantia é uma das principais fontes de financiamento habitacional do país. Além dos descontos concedidos às famílias de menor renda, seus recursos são utilizados para financiar imóveis com condições específicas dentro do sistema habitacional.

    A ampliação ocorre em meio à demanda por moradia e ao esforço para manter o ritmo de contratação do programa durante 2026. 

  • Compras internacionais de até US$ 50 voltam a ficar livres do imposto de importação

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quinta-feira (10) a legislação que zera o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, valor equivalente a aproximadamente R$ 257 pela cotação considerada na aprovação da medida.

    A mudança acaba com a cobrança de 20% que ficou conhecida como “taxa das blusinhas” e afeta diretamente consumidores que compram produtos em plataformas estrangeiras.

    Alíquota também cai para compras maiores

    A legislação não altera apenas as pequenas remessas. Para mercadorias enquadradas no regime simplificado e que chegam a R$ 3 mil por remessa, a tarifa foi reduzida de 60% para 30%.

    O texto havia sido aprovado anteriormente pela Câmara e pelo Senado e chegou ao Executivo após alterações feitas durante a tramitação no Congresso.

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    Governo poderá estabelecer controles

    A nova regra permite tratamento tributário diferente conforme a forma de importação e a participação das plataformas nos programas de conformidade da Receita Federal.

    Também poderão ser estabelecidos limites de quantidade e frequência das compras, além de mecanismos para impedir que grandes pedidos sejam artificialmente divididos em várias remessas menores para se beneficiar da isenção.

    A mudança ocorre três anos depois da criação da cobrança de 20% sobre pequenas compras internacionais, tema que provocou forte discussão entre consumidores, varejistas brasileiros e plataformas estrangeiras. 

  • Trump relembra vítimas do 11 de Setembro e diz que EUA continuam lutando contra o terrorismo

    Trump relembra vítimas do 11 de Setembro e diz que EUA continuam lutando contra o terrorismo

    Presidente norte-americano participou de cerimônia no Pentágono pelos 25 anos dos ataques e afirmou que o atentado representou um “mal genuíno” que marcou a história dos Estados Unidos.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11) que os ataques de 11 de Setembro de 2001 jamais serão esquecidos e declarou que o país continua enfrentando ameaças em nome da segurança nacional.

    Durante uma cerimônia realizada no Pentágono, em Washington D.C., para marcar os 25 anos do maior atentado terrorista da história dos Estados Unidos, Trump homenageou as vítimas e destacou a resposta norte-americana após os ataques coordenados pela organização extremista Al-Qaeda.

    “Nunca vamos nos esquecer, e é por isso que lutamos hoje”, afirmou o presidente durante o discurso, ao lembrar as quase três mil pessoas mortas no atentado.

    Homenagem às vítimas e memória do ataque

    Trump classificou o 11 de Setembro como um episódio de “mal genuíno” e ressaltou o impacto causado pelo ataque contra as Torres Gêmeas, em Nova York, o Pentágono e o voo que caiu na Pensilvânia.

    Segundo o presidente, a tragédia revelou a necessidade de fortalecer a segurança do país e combater organizações terroristas ao redor do mundo.

    O discurso também relembrou a política norte-americana de “guerra ao terror”, iniciada pelo governo dos Estados Unidos após os atentados e que resultou em operações militares no exterior.

    Cerimônia no Pentágono

    O evento contou com a presença de autoridades norte-americanas, incluindo o secretário de Guerra, Pete Hegseth, que homenageou bombeiros, policiais, equipes de emergência e civis que atuaram durante a tragédia.

    Hegseth afirmou que o ataque foi um dos momentos mais sombrios da história dos EUA, mas destacou que o país permaneceu unido após a tragédia.

    Além da cerimônia em Washington, homenagens foram realizadas em Nova York e em outras cidades norte-americanas para lembrar as vítimas e preservar a memória do atentado.

    O ataque que mudou a história dos EUA

    Em 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda.

    Dois deles atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, provocando o colapso dos edifícios. Um terceiro avião atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, e uma quarta aeronave caiu na Pensilvânia após passageiros tentarem retomar o controle do avião.

    Ao todo, 2.977 pessoas morreram nos ataques daquele dia, além de milhares de outras vítimas afetadas posteriormente por consequências relacionadas à tragédia.

    Vinte e cinco anos depois, o 11 de Setembro continua sendo lembrado como um dos acontecimentos que mais transformaram a política internacional, a segurança global e as relações entre países no século XXI.

  • Eleições 2026: veja quantos deputados e senadores serão eleitos e como funciona a votação

    Eleições 2026: veja quantos deputados e senadores serão eleitos e como funciona a votação

    Disputa para o Legislativo terá 513 vagas na Câmara, mais de mil cadeiras estaduais e renovação de dois terços do Senado; número de votos necessários depende do cargo

    As eleições de 2026 vão definir novos representantes para o Congresso Nacional e para as Assembleias Legislativas de todo o país. Entre os cargos em disputa estão deputado federal, deputado estadual, deputado distrital e senador.

    Uma das principais dúvidas dos eleitores é sobre quantos parlamentares serão escolhidos e qual a quantidade de votos necessária para conquistar uma vaga.

    A resposta depende do sistema eleitoral utilizado para cada cargo. Enquanto deputados são eleitos pelo sistema proporcional, os senadores seguem o sistema majoritário.

    Câmara dos Deputados terá 513 vagas em disputa

    Em 2026, serão eleitos 513 deputados federais para ocupar as cadeiras da Câmara dos Deputados.

    Os parlamentares terão mandato de quatro anos e representarão seus respectivos estados e o Distrito Federal.

    A escolha ocorre pelo sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas depende do desempenho dos partidos e federações, e não apenas da votação individual de cada candidato.

    Assembleias Legislativas terão mais de mil vagas

    As eleições também vão renovar as Assembleias Legislativas estaduais.

    Serão preenchidas 1.035 vagas de deputados estaduais nos estados brasileiros.

    No Distrito Federal, serão eleitos ainda 24 deputados distritais, totalizando 1.059 cadeiras estaduais e distritais.

    Assim como acontece com os deputados federais, a eleição depende da votação dos partidos, federações e candidatos dentro das regras do sistema proporcional.

    Senado terá renovação de dois terços

    A disputa pelo Senado será diferente.

    Em 2026, serão eleitos 54 senadores, sendo dois representantes por estado.

    O Senado possui 81 cadeiras, com mandato de oito anos para cada parlamentar. A eleição deste ano representará a renovação de dois terços da Casa.

    Quantos votos um deputado precisa para ser eleito?

    Diferentemente do que muitos eleitores imaginam, não existe um número fixo de votos que garanta a eleição de um deputado.

    A definição depende do chamado quociente eleitoral, calculado pela divisão dos votos válidos pelo número de vagas disponíveis.

    Depois desse cálculo, os votos recebidos pelos partidos e federações determinam quantas cadeiras cada legenda terá direito.

    Dentro dessas vagas, os candidatos mais votados de cada grupo partidário ocupam os lugares disponíveis, seguindo as regras previstas pela legislação eleitoral.

    Por isso, a quantidade necessária de votos varia conforme:

    • o estado;
    • o número de eleitores;
    • a quantidade de votos válidos;
    • o desempenho do partido ou federação;
    • a disputa específica de cada eleição.

    Há uma votação mínima para deputados?

    Sim. Para ocupar uma vaga pelo sistema do quociente partidário, o candidato precisa alcançar uma votação mínima equivalente a 10% do quociente eleitoral.

    Nas chamadas sobras eleitorais, existem regras específicas envolvendo o desempenho dos partidos e a votação dos candidatos.

    Por esse motivo, um candidato pode ter muitos votos e não ser eleito, enquanto outro pode conquistar uma vaga com menos votos, dependendo do desempenho da legenda.

    Como funciona a eleição para senador?

    No caso dos senadores, a regra é mais simples.

    A eleição é pelo sistema majoritário: vencem os candidatos que recebem o maior número de votos.

    Como serão duas vagas por estado em 2026, serão eleitos os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação.

    Nesse caso, também não existe um número mínimo de votos definido antecipadamente. O candidato precisa apenas superar os concorrentes e ficar entre os dois primeiros colocados.

    Eleições definem novo cenário político

    A votação de 2026 será decisiva para a composição do Legislativo brasileiro nos próximos anos.

    Além da escolha dos representantes estaduais, a renovação da Câmara e do Senado poderá alterar o equilíbrio de forças políticas no país durante o próximo mandato presidencial.

  • Lei elimina imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50

    Lei elimina imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50

    Mudança na chamada “taxa das blusinhas” beneficia consumidores, mas mantém a cobrança do ICMS estadual sobre as encomendas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que elimina o imposto federal de importação para compras internacionais de até US$ 50.

    A cobrança havia sido implementada em 2024 e ficou conhecida popularmente como “taxa das blusinhas”. A medida atingia principalmente compras realizadas em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico.

    Com a nova legislação, consumidores deixam de pagar o imposto federal dentro do limite estabelecido. Entretanto, a mudança não elimina o ICMS cobrado pelos estados, cuja alíquota pode variar de acordo com as regras estaduais.

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    O fim da cobrança federal foi defendido como uma forma de reduzir o custo das encomendas de pequeno valor. Setores da indústria e do varejo brasileiro, porém, argumentam que a isenção pode aumentar a concorrência desigual com produtos importados.

    A legislação também prevê tratamento específico para a importação de medicamentos que não possuam similares disponíveis no mercado nacional.

    O governo e o Congresso deverão acompanhar os efeitos da mudança sobre a arrecadação, os preços e a competitividade das empresas brasileiras. A recomendação aos consumidores é verificar todos os tributos apresentados antes de concluir uma compra internacional.

  • Índia recebe cúpula do Brics em meio a divergências provocadas pela guerra no Oriente Médio

    Índia recebe cúpula do Brics em meio a divergências provocadas pela guerra no Oriente Médio

    Conflitos envolvendo países integrantes desafiam o grupo a construir uma posição conjunta sobre segurança, comércio e energia

    A Índia recebe nos dias 12 e 13 de setembro uma nova cúpula de líderes do Brics. O encontro acontece em Nova Délhi e deverá ser marcado pelas discussões sobre a guerra envolvendo o Irã e seus impactos sobre a economia mundial.

    O conflito representa um desafio diplomático para o bloco porque o Irã integra o Brics desde 2024. Ao mesmo tempo, outros integrantes mantêm relações econômicas, políticas e militares diferentes com as potências envolvidas.

    A elaboração de uma declaração conjunta sobre o Oriente Médio será um dos principais testes de unidade do grupo. As divergências podem dificultar uma posição comum sobre sanções, ações militares e segurança das rotas comerciais.

    A cúpula também deverá abordar o aumento do preço do petróleo e as interrupções no transporte marítimo. A instabilidade no Estreito de Ormuz tem influência direta sobre os custos da energia e sobre a inflação em vários países.

    Líderes como Xi Jinping, Vladimir Putin e representantes dos novos integrantes são esperados no encontro. Reuniões bilaterais também deverão discutir comércio, investimentos e cooperação política.

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    Com a ampliação de seus integrantes, o Brics ganhou maior peso internacional, mas passou a enfrentar o desafio de conciliar interesses cada vez mais distintos.

  • Presidente do Banco Central da Alemanha demonstra preocupação com avanço da extrema-direita

    Presidente do Banco Central da Alemanha demonstra preocupação com avanço da extrema-direita

    Joachim Nagel afirma que crescimento da AfD pode provocar consequências sociais, afastar investidores estrangeiros e prejudicar a economia alemã

    O presidente do Banco Central da Alemanha, Joachim Nagel, manifestou preocupação com o crescimento da extrema-direita no país e em outras regiões da Europa. A declaração foi feita nesta quinta-feira (10), após o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) conquistar uma vitória expressiva nas eleições estaduais da Saxônia-Anhalt.

    Durante uma entrevista coletiva do Banco Central Europeu, em Berlim, Nagel questionou os possíveis efeitos políticos, sociais e econômicos provocados pelo fortalecimento de movimentos extremistas.

    Para o presidente do Bundesbank, algumas das propostas defendidas pela AfD podem acabar prejudicando a própria Alemanha, especialmente em um momento no qual o país tenta recuperar o crescimento econômico e aumentar sua capacidade de atrair investimentos internacionais.

    Vitória da AfD aumenta preocupação na Alemanha

    A AfD conquistou aproximadamente 44% dos votos nas eleições estaduais da Saxônia-Anhalt e garantiu 39 das 83 cadeiras do Parlamento regional. Apesar de não alcançar maioria absoluta, o resultado colocou o partido em primeiro lugar e provocou forte impacto na política alemã.

    O avanço eleitoral ocorreu com uma plataforma marcada por propostas como restrições mais severas à imigração, retomada das relações com Moscou, redução do apoio à Ucrânia e saída da Alemanha da União Europeia e da zona do euro.

    O resultado também pressionou o governo do chanceler Friedrich Merz e ampliou o debate sobre a maneira como os partidos tradicionais devem enfrentar o crescimento da legenda. 

    Investidores podem se afastar do país

    Joachim Nagel destacou que a instabilidade política e as propostas de rompimento com instituições europeias podem afetar diretamente a imagem da Alemanha no exterior.

    Segundo o dirigente, investidores estrangeiros podem demonstrar resistência em ampliar ou iniciar negócios no país caso percebam riscos políticos, econômicos e institucionais.

    A preocupação ganha ainda mais peso porque a Alemanha possui a maior economia da Europa e depende da confiança dos mercados, da integração comercial e da circulação de investimentos dentro da União Europeia.

    Nagel também levantou questionamentos sobre os impactos do avanço da extrema-direita nos valores democráticos compartilhados pela sociedade alemã.

    “Isso é útil para atrair investidores estrangeiros? Definitivamente, não”, declarou o presidente do Bundesbank.

    AfD critica o euro e defende saída da União Europeia

    Entre as posições defendidas pela AfD está a afirmação de que o euro seria um sistema fracassado. O partido propõe que a Alemanha abandone a moeda comum, além de defender mudanças profundas na relação do país com a União Europeia.

    A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, rebateu as críticas e afirmou que o euro atravessa um período de forte aprovação popular.

    Dados do Eurobarômetro indicam que 82% dos entrevistados nos países da zona do euro apoiam a moeda comum. Considerando toda a União Europeia, o índice chega a 74%, o maior nível registrado desde a introdução do euro, em 2002.

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    Governo rejeita aliança com a extrema-direita

    O chanceler Friedrich Merz descartou qualquer acordo entre seu partido, a União Democrata-Cristã, e a AfD. Ele reconheceu que o resultado eleitoral abalou os conservadores, mas defendeu que os partidos tradicionais procurem recuperar a confiança dos eleitores.

    Merz também demonstrou cautela diante das propostas para proibir judicialmente a AfD. Na avaliação do chanceler, uma eventual proibição não resolveria as causas políticas e sociais responsáveis pelo crescimento da legenda.

    O chefe do governo alemão afirmou que o enfrentamento deve ocorrer no campo político, com a apresentação de respostas para as preocupações da população e a tentativa de trazer os eleitores novamente para o centro democrático.

    Para Merz, propostas que colocam em dúvida a permanência da Alemanha na União Europeia, no euro e no Espaço Schengen ameaçam uma parcela significativa da prosperidade econômica do país.

    O avanço da AfD transforma a Saxônia-Anhalt em um importante teste para a democracia alemã e para a política de isolamento adotada pelos partidos tradicionais. Ao mesmo tempo, as declarações de Joachim Nagel mostram que a preocupação com a extrema-direita ultrapassou o campo eleitoral e já alcança o futuro econômico da Alemanha e sua posição dentro da Europa.

  • PF suspeita de fragmentação de valores para ocultar recursos públicos em filme sobre Bolsonaro

    PF suspeita de fragmentação de valores para ocultar recursos públicos em filme sobre Bolsonaro

    Investigação aponta possível circuito financeiro fechado e divisão proposital de pagamentos relacionados à produção audiovisual

    A Polícia Federal (PF) investiga a suspeita de que valores públicos relacionados a um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro tenham sido movimentados por meio de um esquema de fragmentação proposital de pagamentos.

    Segundo os investigadores, a divisão dos valores e a circulação dos recursos poderiam ter sido utilizadas para dificultar o rastreamento da origem e do destino do dinheiro.

    Circuito financeiro entrou no radar da PF

    A investigação identificou o que os agentes classificam como um possível “circuito fechado” de movimentação financeira.

    O mecanismo teria envolvido diferentes empresas e pessoas que receberam e posteriormente movimentaram recursos entre si.

    A PF busca identificar quem efetivamente controlava os valores e qual era a finalidade de cada transferência.

    Valores teriam sido fragmentados

    Outro ponto analisado pelos investigadores é a possibilidade de que pagamentos tenham sido divididos intencionalmente em quantias menores.

    A fragmentação pode dificultar a identificação de grandes movimentações financeiras quando analisadas individualmente.

    A PF avalia se esse procedimento foi utilizado de forma deliberada para ocultar a circulação dos recursos.

    Filme sobre Bolsonaro é alvo da apuração

    As movimentações estão relacionadas à produção de um filme que aborda a trajetória de Jair Bolsonaro.

    A investigação busca esclarecer a origem dos recursos utilizados no projeto, os responsáveis pelas transações e a eventual existência de irregularidades envolvendo dinheiro público.

    Até o momento, as suspeitas fazem parte de uma investigação e não representam uma condenação dos envolvidos.

    PF amplia análise financeira

    Os investigadores devem continuar analisando documentos, contratos e transferências bancárias para reconstruir o caminho do dinheiro.

    O objetivo é descobrir se houve ocultação de recursos públicos, simulação de operações ou participação de empresas usadas apenas para movimentação financeira.

    O caso permanece em investigação e novas informações podem surgir com o avanço da apuração.

  • ONG ligada a Dark Horse repassou R$ 8,5 milhões a empresa investigada pela PF

    ONG ligada a Dark Horse repassou R$ 8,5 milhões a empresa investigada pela PF

    Segundo a Polícia Federal, empresa teria abastecido negócios de fachada registrados em nome de uma cuidadora de idosos e de um servente de obras

    Uma ONG ligada a Dark Horse repassou cerca de R$ 8,5 milhões a uma empresa que, segundo a Polícia Federal (PF), teria movimentado recursos destinados a empresas consideradas suspeitas.

    De acordo com a investigação, negócios teriam sido registrados em nome de pessoas com profissões de baixa renda, como cuidadora de idosos e servente de obras, levantando suspeitas sobre a real utilização das empresas.

    PF investiga movimentação financeira

    Os repasses estão sendo analisados pela Polícia Federal dentro de uma investigação sobre a circulação de recursos entre organizações e empresas.

    Segundo os investigadores, a movimentação financeira chamou atenção por envolver valores elevados e empresas que apresentariam características incompatíveis com os perfis de seus supostos responsáveis.

    Empresas estavam em nomes de trabalhadores

    Um dos pontos destacados pela investigação é que empresas teriam sido colocadas em nome de pessoas que declaravam profissões como cuidadora de idosos e servente de obras.

    A PF apura se essas pessoas eram efetivamente responsáveis pelos negócios ou se seus nomes teriam sido utilizados para ocultar os verdadeiros beneficiários das movimentações.

    R$ 8,5 milhões entram no foco da investigação

    O valor repassado pela ONG à empresa é um dos elementos analisados pelos investigadores.

    A apuração busca identificar a origem dos recursos, o destino final do dinheiro e a eventual participação de outras pessoas ou organizações no esquema.

    Até o momento, as suspeitas fazem parte de uma investigação e não representam condenação dos envolvidos.

    Investigação continua

    A Polícia Federal deve aprofundar a análise de documentos e movimentações financeiras para esclarecer como os recursos foram utilizados.

    O caso também poderá indicar se houve empresas de fachada ou utilização de terceiros para movimentar valores.

    As autoridades ainda investigam a extensão das operações e possíveis responsabilidades relacionadas aos repasses.

  • Trump promete mais de R$ 25 mil para cada adulto se republicanos vencerem eleições

    Trump promete mais de R$ 25 mil para cada adulto se republicanos vencerem eleições

    Presidente dos EUA anunciou o chamado “dividendo Trump” em meio à queda de popularidade e à disputa pelo controle do Congresso nas eleições de novembro

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu pagar US$ 5 mil, cerca de R$ 25,5 mil, a cada adulto americano caso o Partido Republicano mantenha o controle da Câmara e do Senado nas eleições de meio de mandato de novembro.

    Trump apresentou a proposta durante uma convenção republicana em Dallas, no Texas, e chamou o pagamento de “dividendo Trump”. Segundo ele, o dinheiro teria como única condição ser gasto dentro dos Estados Unidos.

    Promessa pode custar mais de US$ 1 trilhão

    O presidente não apresentou detalhes sobre como o programa seria financiado ou implementado. Estimativas indicam que a medida poderia custar mais de US$ 1 trilhão, caso todos os adultos fossem contemplados.

    O vice-presidente J.D. Vance posteriormente sugeriu que pessoas de maior renda poderiam ficar de fora do benefício e mencionou as receitas provenientes de tarifas como possível fonte de financiamento.

    Trump enfrenta queda de popularidade

    A promessa ocorre em um momento delicado para o presidente. Uma pesquisa recente apontou que a aprovação de Trump caiu para 33% entre eleitores registrados, com o custo de vida e a situação econômica entre os principais motivos de insatisfação.

    As eleições de novembro serão importantes para definir o controle da Câmara dos Representantes e do Senado, e o resultado terá impacto direto na capacidade de Trump de avançar sua agenda durante a segunda metade do mandato.

    Republicanos tentam mobilizar eleitores

    Durante o discurso, Trump pediu aos eleitores que votassem nos candidatos republicanos como se ele próprio estivesse na cédula.

    A promessa do pagamento bilionário surge, portanto, como parte de uma estratégia para mobilizar a base republicana antes das eleições, enquanto o partido enfrenta um cenário mais competitivo e pesquisas desfavoráveis.