Categoria: Politica

  • Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro em nova pesquisa para o segundo turno

    Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro em nova pesquisa para o segundo turno

    Levantamento CNT/MDA divulgado nesta terça-feira mostra presidente à frente do senador em uma eventual disputa direta pela Presidência

    A reta final para as Eleições de 2026 ganhou um novo retrato nesta terça-feira (15) com a divulgação de uma pesquisa CNT/MDA sobre a disputa presidencial.

    O levantamento indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa de segundo turno. O resultado reforça o cenário de forte competitividade observado nas últimas semanas, quando diferentes pesquisas passaram a registrar oscilações entre os principais candidatos.

    A corrida presidencial entra agora em uma etapa decisiva. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e nenhum candidato vence diretamente caso não alcance mais da metade dos votos válidos.

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    Outros levantamentos recentes mostraram diferenças menores entre Lula e Flávio Bolsonaro, indicando que a eleição permanece aberta. Pesquisas eleitorais representam um retrato do momento e podem sofrer alterações até a votação.

    Com poucas semanas restantes para o primeiro turno, debates, propaganda eleitoral, alianças e desempenho dos candidatos nas ruas e nas redes sociais deverão ganhar ainda mais peso na decisão do eleitor.  

  • Campanha busca ampliar participação de eleitores com mais de 70 anos nas eleições

    Campanha busca ampliar participação de eleitores com mais de 70 anos nas eleições

    Brasil tem cerca de 16 milhões de eleitores nessa faixa etária, em que o voto é facultativo

    Uma iniciativa voltada aos brasileiros com mais de 70 anos busca incentivar a participação desse público nas eleições de 2026.

    Participação eleitoral

    A partir dos 70 anos, o voto passa a ser facultativo no Brasil. Mesmo assim, esse grupo representa uma parcela expressiva do eleitorado nacional.

    Milhões de eleitores

    O país conta com aproximadamente 16 milhões de eleitores acima dessa idade, correspondendo a pouco mais de 10% dos cidadãos aptos a votar.

    Mobilidade é desafio

    Uma das dificuldades identificadas está relacionada ao deslocamento até os locais de votação, principalmente entre pessoas com limitações de mobilidade.

    Transporte eleitoral

    Programas implementados pelos tribunais eleitorais procuram facilitar o acesso às seções em determinados municípios para pessoas que enfrentam dificuldades de transporte.

    Combate à abstenção

    O objetivo das ações é reduzir barreiras físicas e de informação e lembrar que, embora facultativo, o voto dos idosos continua tendo o mesmo peso no processo democrático.

  • Ciência perde espaço no debate eleitoral, alerta principal entidade científica do país

    Ciência perde espaço no debate eleitoral, alerta principal entidade científica do país

    SBPC afirma que temas como mudanças climáticas, inteligência artificial, envelhecimento e transição energética permanecem fora do centro das campanhas

    A ciência brasileira ainda ocupa pouco espaço nas discussões das eleições de 2026, segundo avaliação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

    Para a presidenta da entidade, Francilene Garcia, disputas políticas e crises institucionais acabaram dominando parte da campanha e reduziram o espaço dedicado a propostas de longo prazo.

    Temas estratégicos

    Entre os assuntos considerados fundamentais pela entidade estão mudanças climáticas, transição energética, inteligência artificial, novas crises sanitárias, envelhecimento da população e exploração de minerais críticos.

    A preocupação é que decisões tomadas nos próximos anos tenham impacto direto na capacidade do Brasil de competir tecnologicamente e responder a transformações econômicas e ambientais.

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    Propostas para candidatos

    A SBPC criou um Observatório das Eleições com mais de uma centena de propostas de políticas públicas.

    A entidade busca aproximar pesquisadores e candidatos e estimular compromissos relacionados ao financiamento da ciência, inovação, educação e desenvolvimento tecnológico.

    Planejamento de longo prazo

    A avaliação da SBPC é que discutir desenvolvimento científico não significa deixar de lado os problemas políticos atuais. Pelo contrário, ambos os temas deveriam fazer parte de um projeto nacional.

    A entidade também chama atenção para a necessidade de planejamento diante do envelhecimento populacional e dos impactos cada vez maiores da transformação digital na economia e no mercado de trabalho.

  • Uso de inteligência artificial sem identificação acende alerta na campanha eleitoral

    Uso de inteligência artificial sem identificação acende alerta na campanha eleitoral

    Levantamento aponta que grande parte dos conteúdos políticos produzidos com IA circulou nas redes sem informar ao público que houve uso da tecnologia

    O avanço da inteligência artificial na campanha eleitoral brasileira está aumentando a preocupação de especialistas com a identificação de conteúdos manipulados ou produzidos artificialmente.

    Um levantamento do Observatório IA nas Eleições, iniciativa da Data Privacy Brasil e do Aláfia Lab, analisou 413 publicações políticas feitas com recursos de inteligência artificial entre 1º de janeiro e 16 de agosto de 2026.

    Falta de identificação

    Segundo o estudo, quase dois em cada três conteúdos analisados circularam sem informar de maneira adequada que inteligência artificial havia sido utilizada.

    A ausência dessa identificação é um dos principais pontos de atenção porque dificulta que o eleitor consiga diferenciar uma imagem, áudio ou vídeo verdadeiro de um material criado ou alterado digitalmente.

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    Sátira e desinformação

    Dos 413 conteúdos avaliados, cerca de 250 foram classificados como sátira, geralmente utilizados para ridicularizar personagens políticos. Outros 163 apresentaram características de desinformação.

    Especialistas destacam que o crescimento das ferramentas generativas torna a fiscalização mais complexa, principalmente quando as publicações são compartilhadas rapidamente entre diferentes plataformas.

    Desafio para as eleições

    A tendência é que o tema continue ganhando relevância durante a reta final da campanha. Além da atuação das autoridades eleitorais, pesquisadores defendem maior transparência das próprias plataformas na identificação de conteúdos sintéticos.

    O debate envolve não apenas a tecnologia, mas também a capacidade dos eleitores de reconhecer materiais alterados e tomar decisões com acesso a informações verificáveis.

  • PGR questiona Fachin sobre pedido da PF envolvendo autoridade com foro no caso Master

    PGR questiona Fachin sobre pedido da PF envolvendo autoridade com foro no caso Master

    Procuradoria quer esclarecer se André Mendonça deu andamento a uma solicitação da Polícia Federal para complementar relatório financeiro mantido sob sigilo

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu esclarecimentos ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sobre o andamento de uma solicitação feita pela Polícia Federal ao ministro André Mendonça no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.

    O pedido da PF, protocolado em março de 2026, buscava obter informações complementares de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) relacionado a uma autoridade com prerrogativa de foro. A identidade da autoridade não foi divulgada.

    PGR quer saber se houve decisão

    Segundo a manifestação encaminhada a Fachin, os documentos que se tornaram públicos não apresentam registro sobre o que aconteceu depois que a PF apresentou a solicitação.

    Por isso, a Procuradoria quer saber se Mendonça tomou alguma decisão sobre o pedido ou se o procedimento permaneceu sem andamento.

    Caso a solicitação tenha sido autorizada, a PGR também questiona se o relatório complementar está disponível para consulta dos demais ministros do Supremo.

    Documento envolve autoridade com foro

    O pedido da Polícia Federal estava relacionado a informações financeiras protegidas por sigilo e que envolviam uma pessoa com prerrogativa de foro.

    Esse tipo de situação exige atenção especial porque autoridades com foro perante o STF estão submetidas a regras específicas quando surgem indícios ou informações relacionadas a possíveis investigações.

    O próprio Fachin já havia determinado esclarecimentos sobre procedimentos adotados pela PF quando autoridades com foro são identificadas durante uma investigação.

    Caso está ligado às investigações do Banco Master

    A nova movimentação ocorre dentro do contexto do caso Master, que envolve o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    Durante as investigações, a Polícia Federal solicitou ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) diferentes relatórios sobre pessoas físicas e empresas relacionadas à apuração.

    Os RIFs reúnem informações sobre movimentações financeiras consideradas atípicas ou suspeitas e podem auxiliar autoridades na identificação de possíveis irregularidades.

    STF amplia acesso aos documentos

    O Supremo vem ampliando o acesso a documentos relacionados ao caso. 53 procedimentos ligados às investigações do Banco Master foram tornados públicos após decisões de Fachin.

    A abertura dos documentos revelou novas informações sobre diferentes frentes da investigação e aumentou a pressão para esclarecer como determinadas diligências foram autorizadas e conduzidas.

    Crise envolve diferentes ministros

    O episódio ocorre em meio a uma disputa institucional dentro do próprio STF.

    André Mendonça e Alexandre de Moraes passaram a protagonizar um conflito relacionado à condução das investigações, enquanto Fachin assumiu a tarefa de organizar os procedimentos e avaliar os questionamentos apresentados pelas partes.

    A PGR também abriu um procedimento para analisar a atuação da Polícia Federal na elaboração de um relatório que mencionou conversas envolvendo Moraes e Vorcaro.

    Identidade da autoridade permanece sob sigilo

    Até o momento, a PGR não revelou quem é a autoridade mencionada no relatório financeiro.

    O esclarecimento solicitado a Fachin busca justamente determinar se houve uma decisão sobre o pedido da PF e se as informações complementares chegaram a ser produzidas e incorporadas aos autos.

    O caso continua em análise no Supremo, em meio à crescente divulgação de documentos e à disputa sobre os limites de atuação de ministros, da PF e do Ministério Público nas investigações. 

  • Polícia faz segunda fase de operação que investiga morte de menina transmitida em rede social

    Polícia faz segunda fase de operação que investiga morte de menina transmitida em rede social

    Segunda fase da operação busca identificar novos envolvidos e aprofundar a apuração sobre uma organização que utilizava plataformas digitais para manipular e explorar menores

    A investigação sobre uma organização suspeita de aliciar crianças e adolescentes por meio da internet avançou para uma nova etapa. A segunda fase da operação busca ampliar o levantamento de informações sobre os envolvidos e identificar possíveis novas vítimas e integrantes do grupo.

    O caso ganhou repercussão nacional após a morte de uma adolescente de 13 anos em Naviraí, no Mato Grosso do Sul, que passou a ser investigada como resultado de uma ação criminosa realizada no ambiente virtual. A apuração inicial levou à deflagração da Operação Lívia, em agosto.

    Investigação começou após caso em Mato Grosso do Sul

    Segundo as autoridades, o grupo utilizava plataformas digitais e comunidades fechadas para se aproximar de adolescentes, conquistar a confiança das vítimas e submetê-las a diferentes formas de violência psicológica.

    A investigação identificou uma estrutura organizada, com participantes que exerciam diferentes funções dentro dos grupos virtuais.

    A análise dos equipamentos apreendidos na primeira fase ajudou os investigadores a encontrar novas informações e direcionar as diligências seguintes.

    Nova fase busca aprofundar apuração

    A segunda etapa da investigação tem como objetivo avançar sobre os dados obtidos anteriormente e esclarecer a extensão da atuação do grupo.

    Mensagens, arquivos e outros registros digitais podem ajudar os investigadores a identificar novos participantes e verificar se outras pessoas foram alvo das ações criminosas.

    As autoridades também trabalham para preservar a identidade das vítimas e evitar novas exposições durante o andamento do caso.

    Plataformas digitais entram no centro do debate

    O caso também provocou uma discussão nacional sobre a responsabilidade das plataformas utilizadas por crianças e adolescentes.

    O Discord, onde parte das atividades investigadas ocorreu, passou a ser alvo de medidas das autoridades brasileiras. A Agência Nacional de Proteção de Dados determinou a suspensão das transmissões ao vivo da plataforma no país após instaurar um processo de fiscalização.

    A Advocacia-Geral da União também passou a cobrar medidas para ampliar mecanismos de controle de idade, proteção de menores e identificação de conteúdos criminosos.

    Investigação tenta dimensionar alcance do grupo

    Na primeira fase, foram cumpridas medidas judiciais em diferentes estados, com apreensão de adolescentes e prisão de um adulto apontado como integrante da organização. A polícia passou a analisar o material recolhido para identificar possíveis conexões com outras vítimas e participantes.

    A nova fase representa justamente uma tentativa de ampliar o alcance da investigação e esclarecer se a organização atuava de forma mais extensa do que inicialmente identificado.

    Caso reforça alerta sobre segurança digital

    A investigação reacendeu a preocupação de autoridades e especialistas com os riscos enfrentados por crianças e adolescentes em ambientes digitais.

    O episódio também aumentou a pressão para que empresas de tecnologia adotem mecanismos mais eficientes de proteção e resposta a denúncias.

    A apuração continua em andamento, e novas informações poderão surgir a partir da análise do material obtido pelos investigadores e dos depoimentos relacionados ao caso. 

  • Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas medo de deportação pode afetar votação em Nova York

    Eleitorado brasileiro cresce nos EUA, mas medo de deportação pode afetar votação em Nova York

    Aumento do número de brasileiros aptos a votar acontece em meio à preocupação de imigrantes com ações do ICE e dificuldades para chegar aos locais de votação

    O número de brasileiros aptos a votar nos Estados Unidos aumentou, mas o crescimento do eleitorado ocorre em um cenário de preocupação entre imigrantes que vivem no país. Em Nova York, o receio relacionado às ações de fiscalização migratória do ICE (Immigration and Customs Enforcement) pode dificultar a participação de parte dos eleitores brasileiros nas eleições de 2026.

    A situação chama atenção porque os Estados Unidos concentram uma das maiores comunidades brasileiras fora do país e Nova York é um dos principais centros dessa população.

    Mais brasileiros estão aptos a votar

    O crescimento do eleitorado brasileiro nos Estados Unidos acompanha o aumento da comunidade de brasileiros residentes no país.

    Para participar das eleições brasileiras no exterior, os cidadãos precisam estar regularmente inscritos na Justiça Eleitoral e votar nos locais definidos pelas autoridades brasileiras.

    Nova York está entre as cidades americanas com uma das maiores concentrações de eleitores brasileiros, o que transforma a região em um importante ponto de votação fora do território nacional.

    Medo do ICE preocupa comunidade

    Apesar do crescimento do eleitorado, parte dos brasileiros afirma estar preocupada com a possibilidade de encontrar agentes de imigração durante seus deslocamentos.

    O ICE intensificou operações de fiscalização migratória nos Estados Unidos, especialmente durante o governo Donald Trump, aumentando o temor entre imigrantes que possuem situação migratória irregular.

    Esse receio pode fazer com que alguns eleitores evitem sair de casa ou percorrer grandes distâncias para chegar aos locais de votação.

    Distância também é obstáculo

    Além da questão migratória, a própria dimensão territorial dos Estados Unidos cria dificuldades para brasileiros que vivem longe dos locais de votação.

    Diferentemente das eleições realizadas no Brasil, o voto no exterior é concentrado em determinados pontos, fazendo com que alguns eleitores precisem viajar para participar da eleição.

    Distância, transporte e receio de fiscalização podem se transformar em barreiras adicionais para o comparecimento às urnas.

    Voto no exterior é restrito à Presidência

    Os brasileiros que votam fora do país participam apenas da eleição para presidente e vice-presidente da República.

    O procedimento ocorre em seções eleitorais instaladas pelas autoridades brasileiras em diferentes cidades do mundo, de acordo com a quantidade de eleitores cadastrados em cada região.

    Nos Estados Unidos, cidades com grandes comunidades brasileiras concentram parte significativa dessas seções.

    Comunidade acompanha cenário eleitoral

    O aumento do eleitorado brasileiro nos Estados Unidos também amplia a importância política da comunidade brasileira no exterior.

    As campanhas eleitorais passaram a olhar com mais atenção para brasileiros que vivem fora do país, especialmente diante do crescimento da população e do peso econômico das comunidades brasileiras.

    Em Nova York, o desafio agora é garantir que os eleitores cadastrados possam exercer o direito de voto com segurança.

    Participação pode ser afetada

    A combinação entre crescimento do eleitorado, distância dos locais de votação e medo relacionado à imigração cria um cenário particular para as eleições de 2026 nos Estados Unidos.

    O comparecimento às urnas dependerá não apenas do interesse político dos brasileiros, mas também da sensação de segurança e das condições oferecidas para que a comunidade consiga chegar aos locais de votação.

    A experiência em Nova York poderá servir como um retrato dos desafios enfrentados pelo eleitorado brasileiro em outros pontos dos Estados Unidos.

  • Julgamento no STF: entenda as acusações contra Moraes e os argumentos apresentados pelo ministro

    Julgamento no STF: entenda as acusações contra Moraes e os argumentos apresentados pelo ministro

    Caso coloca em debate decisões tomadas pelo ministro do Supremo e reúne questionamentos da defesa e justificativas apresentadas ao longo da investigação

    O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa um caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes, em meio a questionamentos sobre decisões e procedimentos adotados durante investigações conduzidas pela Corte.

    O julgamento reúne argumentos de diferentes lados e coloca em discussão quais são as acusações apresentadas contra o ministro, quais elementos sustentam os questionamentos e como Moraes responde às críticas.

    O que está sendo questionado

    Os questionamentos apresentados no processo estão relacionados principalmente à atuação de Moraes em procedimentos conduzidos pelo Supremo.

    Entre os pontos discutidos estão decisões tomadas pelo ministro, a condução de determinadas medidas e a interpretação sobre os limites de sua atuação dentro dos processos.

    Os críticos afirmam que algumas decisões teriam ultrapassado os limites esperados para a função judicial. Já os defensores do ministro sustentam que as medidas foram tomadas dentro das competências atribuídas ao STF.

    Moraes apresenta sua defesa

    Ao longo do caso, Alexandre de Moraes afirmou que suas decisões foram tomadas dentro da legislação e das atribuições constitucionais do Supremo Tribunal Federal.

    O ministro também rejeita acusações de abuso e sustenta que as medidas adotadas tiveram como objetivo preservar o funcionamento das instituições e garantir o cumprimento das decisões judiciais.

    A defesa considera que os questionamentos apresentados contra o magistrado precisam ser analisados dentro do contexto das investigações e dos fatos que deram origem aos processos.

    Debate sobre limites do STF

    O julgamento também reacende uma discussão mais ampla sobre os limites da atuação do Supremo Tribunal Federal.

    Nos últimos anos, ministros da Corte passaram a exercer papel central em decisões envolvendo política, redes sociais, investigações criminais e defesa das instituições democráticas.

    Esse protagonismo provocou críticas de setores políticos e jurídicos, que defendem maior delimitação das competências do tribunal.

    Caso tem forte repercussão política

    A situação envolvendo Moraes ocorre em um ambiente de elevada polarização política no Brasil.

    O ministro se tornou uma das principais figuras do Judiciário brasileiro e também um dos principais alvos de críticas de grupos políticos que questionam decisões relacionadas a investigações e processos de grande repercussão.

    Para seus apoiadores, a atuação do magistrado foi importante para proteger as instituições democráticas diante de ameaças e ataques ao Estado de Direito.

    O que pode acontecer no julgamento

    O resultado do julgamento dependerá da análise dos ministros do STF e dos argumentos apresentados pelas partes envolvidas.

    A Corte poderá avaliar individualmente os pontos questionados e estabelecer se houve ou não irregularidade na atuação de Moraes.

    A decisão também poderá estabelecer parâmetros importantes sobre os limites da atuação de ministros do Supremo em investigações e processos de grande repercussão.

    Debate vai além do caso Moraes

    Independentemente do resultado, o julgamento deve manter em evidência uma discussão que ultrapassa a figura do ministro: qual deve ser o limite da atuação do STF diante de conflitos políticos e institucionais?

    A resposta poderá influenciar futuros processos e a relação entre o Judiciário, o Executivo e o Legislativo brasileiro.

  • Defesa de Daniel Vorcaro aguarda STF antes de definir próximos passos no caso Master

    Defesa de Daniel Vorcaro aguarda STF antes de definir próximos passos no caso Master

    Advogados do empresário avaliam que a sessão do Supremo pode ser decisiva para definir a estratégia jurídica e os rumos de uma eventual colaboração

    A defesa de Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, decidiu aguardar os próximos movimentos do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de definir uma nova estratégia para o caso. A avaliação, segundo informações de bastidores, é que o resultado da sessão prevista para esta terça-feira (15) poderá alterar significativamente o cenário das investigações.

    Os advogados entendem que seria precipitado tomar novas medidas antes de saber como ficará a correlação de forças dentro da Corte e quais decisões serão tomadas sobre o andamento do caso.

    Sessão do STF é vista como decisiva

    A expectativa da defesa está concentrada na sessão do Supremo que deverá analisar questões relacionadas às investigações do Caso Master.

    Entre as dúvidas estão o formato da sessão, a possibilidade de pedido de vista e a posição que os ministros poderão assumir durante o julgamento. O resultado pode influenciar diretamente os próximos passos da investigação.

    A defesa considera que o cenário definido pelo STF será fundamental para decidir como Vorcaro deverá atuar daqui em diante.

    Possível delação também está no radar

    Um dos pontos que pode sofrer mudanças a partir da decisão do tribunal é o futuro de uma eventual delação premiada.

    Até agora, Vorcaro não teria adotado uma postura de acusar grandes figuras públicas. A estratégia descrita por pessoas que acompanham o caso é apresentar sua própria versão dos fatos, sustentar que não cometeu ilegalidades e evitar envolver diretamente personagens de grande influência política.

    Uma mudança no cenário institucional, porém, poderia levar a defesa a reavaliar essa posição.

    Retirada de sigilo aumenta pressão

    Outro elemento importante é a retirada do sigilo de documentos relacionados às investigações, medida que ampliou a exposição pública do caso e trouxe novas informações para o debate.

    A abertura dos documentos também aumentou a pressão sobre os envolvidos e passou a ser considerada pela defesa na avaliação dos próximos movimentos.

    Nesse ambiente, os advogados preferem observar como o Supremo irá conduzir o processo antes de tomar decisões que possam ter consequências jurídicas mais amplas.

    Crise institucional influencia estratégia

    O caso ocorre em meio a uma disputa institucional envolvendo diferentes setores do Judiciário e da Polícia Federal.

    Para pessoas que acompanham as investigações, o resultado da sessão do STF poderá representar um momento importante não apenas para Vorcaro, mas também para a condução geral do Caso Master.

    A defesa, portanto, mantém uma postura de cautela enquanto aguarda as decisões do tribunal.

    Próximos passos dependem do Supremo

    Com o julgamento no horizonte, a estratégia de Daniel Vorcaro permanece em aberto. A defesa deverá avaliar as decisões dos ministros e, a partir delas, definir se mantém a atual linha de atuação ou adota novas medidas.

    O desfecho da sessão poderá esclarecer o caminho das investigações e indicar quais serão os próximos movimentos no caso. 

  • Após candidatura ser deferida, Carlos Bernardo ganha forte repercussão na internet e avança em pesquisa para deputado federal

    Após candidatura ser deferida, Carlos Bernardo ganha forte repercussão na internet e avança em pesquisa para deputado federal

    Carlos Bernardo ganhou forte repercussão na internet nas últimas 72 horas e se mantém entre os líderes de visualização e de interesse nas pesquisas para deputado federal
    Mato Grosso do Sul – Carlos Bernardo ganhou forte repercussão na internet nas últimas 72 horas.
     O candidato vem se mantendo entre os líderes de visualização e de interesse nas pesquisas e levantamentos de repercussão digital, com crescimento expressivo no chamado “hype” da internet após a decisão da Justiça Eleitoral.
    Nas pesquisas oficiais não está diferente.
     No último levantamento do Instituto Ranking Brasil, divulgado neste sábado (12), o candidato aparece com 1,3% das intenções de voto e entre os primeiros nomes da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. 
    Atrás dele estão os candidatos André Matsushita, com 1,2%, Luiz Ovando, com 1%, e Dagoberto Nogueira, com 0,8%. Os últimos disputam a reeleição.
    O desempenho mostra uma evolução na trajetória de Carlos ao longo do ano. 
    Em pesquisa do mesmo Instituto Ranking realizada em maio, o empresário aparecia com 0,3% das intenções de voto. 
    Agora, chega a 1,3%, crescimento de um ponto percentual no período, ou seja, resultado quatro vezes maior que no levantamento anterior.
    “Esse resultado mostra que valeu a pena confiar na Justiça e seguir trabalhando com a certeza do que queremos para transformar Mato Grosso do Sul.
     A pesquisa confirma aquilo que eu já sabia desde o início: nossas propostas vêm ao encontro do que a população quer e espera de um parlamentar. Esse crescimento é fruto do diálogo com as pessoas e da apresentação de um projeto construído com responsabilidade”, afirmou Carlos Bernardo.
    O novo cenário eleitoral é divulgado poucos dias depois de o TRE-MS confirmar a elegibilidade de Carlos Bernardo. 
    Em julgamento realizado na quarta-feira (9), a Corte deferiu, por quatro votos a um, o registro da candidatura a deputado federal. 
    A maioria dos integrantes do tribunal rejeitou a impugnação apresentada contra o candidato e reconheceu sua capacidade eleitoral para participar das Eleições 2026. 
    Com a decisão, Carlos segue oficialmente na disputa pela Câmara dos Deputados e intensifica a campanha no interior de Mato Grosso do Sul. Nos últimos dias, o candidato cumpriu agendas em municípios como Nova Andradina, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul e Dourados, onde participou de reuniões, entrevistas e encontros com lideranças e eleitores.
    Disputa aberta
    Os números do Ranking mostram uma eleição bastante pulverizada para as oito vagas de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados. O percentual de eleitores ainda sem candidato definido também chama a atenção.
     34% disseram não saber ou não responderam, enquanto 25,6% indicaram voto branco ou nulo, revelando um cenário ainda aberto a mudanças até o dia da eleição. 
    “Esse número mostra a importância de participar do pleito e de aproveitar este momento para conhecer as propostas de cada candidato antes de decidir. 
    A hora é agora: é preciso ouvir, comparar e escolher quem tem compromisso de verdade com a população. Eu sou Carlos Bernardo, candidato a deputado federal pelo União Brasil, número 4455”, declarou.
    A pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência foi realizada entre os dias 4 e 9 de setembro, com 2 mil eleitores de 30 municípios de Mato Grosso do Sul. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. 
    A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números MS-09894/2026 e BR-08288/2026.