Categoria: Politica

  • Mato Grosso do Sul terá oito candidatos ao governo nas Eleições 2026

    Mato Grosso do Sul terá oito candidatos ao governo nas Eleições 2026

    Estado possui pouco mais de 2 milhões de eleitores aptos a participar da votação de outubro

    CAMPO GRANDE – Oito candidatos disputam o governo de Mato Grosso do Sul nas Eleições Gerais de 2026. Segundo dados divulgados pela Justiça Eleitoral, 2.024.884 pessoas estão aptas a votar no estado.

    Entre os candidatos registrados estão Daniel Lemes (PCO), Delcídio Amaral, Renato Gomes (DC), Eduardo Riedel, Fábio Trad, Jeferson Bezerra (Agir), João Henrique Catan (Novo) e Lucien Rezende (PSOL/Rede).

    Os eleitores sul-mato-grossenses irão às urnas no dia 4 de outubro para escolher, além do governador, presidente da República, deputados federais, deputados estaduais e dois senadores.

    De acordo com os dados eleitorais divulgados, 53% do eleitorado de Mato Grosso do Sul é formado por mulheres e 47% por homens.

    Entre os eleitores que declararam raça ou cor, aproximadamente 49,6% se identificaram como pardos, 38,8% como brancos, 6,8% como pretos e 3,9% como indígenas.

    Caso nenhum candidato ao governo alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, os dois mais votados disputarão um eventual segundo turno em 25 de outubro.

    A votação estadual ocorre em meio a debates sobre infraestrutura, desenvolvimento econômico, agronegócio, segurança, saúde, educação e integração das regiões de fronteira.

  • Carlos Bernardo cresce pesquisa após pesquisa e chega à reta final com 3,2% das citações em MS

    Carlos Bernardo cresce pesquisa após pesquisa e chega à reta final com 3,2% das citações em MS

    A sequência de levantamentos mostra avanços nas avanços ao candidato; em setembro, percentual passou de 1,3% para 2,6% e chegou a 3,2%
    Campo Grande (MS) – A reta final da disputa pela Câmara Federal em Mato Grosso do Sul registra uma mudança nos números de Carlos Bernardo. 

    O vem candidato ampliando suas solicitações solicitadas nas pesquisas do Instituto Ranking Brasil Inteligência e chegou a 3,2% no levantamento mais recente, depois de registrar 1,3% e 2,6% nas rodadas anteriores de setembro.
    O avanço das inovações ocorre em um momento decisivo da campanha. 

    Nas últimas semanas, Bernardo ampliou agendas pelo interior e pela Capital, conduzindo para o debate propostas relacionadas à saúde, educação, desenvolvimento econômico, fortalecimento dos municípios e integração de Mato Grosso do Sul com outros mercados.
    Na pesquisa realizada entre 4 e 9 de setembro, Carlos Bernardo aparecia com 1,3%. No levantamento seguinte, feito entre 14 e 18 de setembro, dobrou o percentual e alcançou 2,6%. Agora, na rodada mais recente, chega a 3,2% das solicitações solicitadas.

    731ab8a9-2703-4175-b0d3-03247f7d4ead.jpeg

    A sequência deixa evidente a mudança numérica: 1,3% → 2,6% → 3,2%
    Com a eleição entrando em sua fase decisiva, Carlos Bernardo afirma que pretende manter o mesmo ritmo de agendas e contato direto com os candidatos.

    “Temos confiança no trabalho que está sendo construído. Seguiremos percorrendo Mato Grosso do Sul, conversando olho no olho e apresentando aquilo que pensamos para o futuro do Estado. Tenho respeito absoluto pela decisão de cada eleitor e muita confiança de que a população saberá escolher seus representantes”, completou.
    A pesquisa realizada me deu a lembrança dos nomes pelos entrevistados sem apresentar anteriormente uma lista de candidatos. 

    Por isso, os percentuais devem ser interpretados como um retrato das missões no período em que as entrevistas foram realizadas, e não como projeção do eleitoral.
  • Em Amambai, Carlos Bernardo defende qualificação e inclusão indígena no desenvolvimento do Cone Sul

    Em Amambai, Carlos Bernardo defende qualificação e inclusão indígena no desenvolvimento do Cone Sul

    Durante a 35ª Expobai, o candidato a deputado federal falou sobre preparação da mão de obra, agricultura familiar e oportunidades econômicas; município tem cerca de 10 mil indígenas e forte participação do agronegócio na economia.
    Amambai (MS) – Em uma cidade onde aproximadamente um em cada quatro moradores é indígena e o agronegócio movimenta centenas de milhões de reais, discutimos como transformar a riqueza produzida no campo e as novas oportunidades logísticas de emprego, qualificação e renda para quem vive na região passa, necessariamente, pelos dois temas.
    Durante a 35ª Expobai, evento que começou na quinta-feira (24) e segue até domingo (27), no Parque de Exposições de Amambai, o candidato ao deputado federal Carlos Bernardo (União Brasil – 4455) concedeu entrevista ao radialista Carlos Alberto, na cabine da Rádio Canal 100.1, e abordou propostas relacionadas ao desenvolvimento econômico do Cone Sul.
    Amambai tinha 39.325 habitantes no Censo de 2022 e PIB per capita de R$ 61,7 mil em 2023.
     Na agropecuária, o município produziu 319,8 mil toneladas de soja em 2024, em uma área de 130 mil hectares, com valor da produção estimado em R$ 532,3 milhões. O rebanho bovino chegou a 265.258 cabeças no mesmo ano. 
    É nesse cenário que Carlos Bernardo afirma que para ampliar a produção é preciso preparar os moradores para ocupar postos de trabalho mais fortes.
     
    “Nós temos que estar preparados para as mudanças que vierem ai. Nós temos que ter jovens em escolas de aprendizagem, formar tecnólogos, formar os nossos jovens e também os pais de família que queiram se fortalecer. Sabe para quê? Para que possam ter um bom salário aqui no nosso estado”, afirmou.

    d998d665-9b0c-41fd-aeb3-a4ac05f7c0c3.jpeg

    Em Amambai, esta discussão tem uma característica que diferencia o município de grande parte do país: a presença expressiva dos povos originários.
    O Censo 2022 registrou 9.988 indígenas em Amambai, isso significa que aproximadamente 25% dos habitantes do município são indígenas.
     Amambai aparece entre os municípios brasileiros com maior população indígena em números absolutos. 
    A presença indígena também se reserva pelo território.
     A Terra Indígena Amambai, por exemplo, registrou 6.864 moradores no Censo 2022, enquanto Limão Verde tinha 2.087 pessoas contabilizadas no levantamento. 
    Bernardo fez parte da fala aos jovens indígenas e defendeu que o desenvolvimento regional também significa o acesso dessa população à formação profissional e aos postos de maior qualificação.

     “Tem os jovens indígenas. O campo está aberto. Não precisa dizer: ‘porque você é índio, você tem que ficar ali abandonado à espera de cesta básica’. Você também pode colocar a cara no tempo e ir para cima. Falar: ‘eu quero para mim também o meu direito’. Eu quero ter o meu direito de estudar, de ser um doutor, de ser um advogado”, afirmou.
    Bernardo também criticou problemas de infraestrutura que, segundo ele, encontrou em comunidades indígenas que visitavam no Estado, citando dificuldades relacionadas à água, esporte, saúde e educação. 

    “Os povos têm que trabalhar, têm que ter oportunidade. Tem que ter água nas aldeias. Por que eu sei que falta? Porque eu rodei várias aldeias neste Estado”, disse.
    Nesse contexto, a dimensão indígena deixa de ser apenas uma pauta social e passa a integrar diretamente o debate econômico de Ambabai: qualquer estratégia de qualificação de mão de obra que pretenda alcançar parcela significativa da população local necessariamente envolve os povos originários.
    Outro ponto abordado por Bernardo foi um familiar agrícola. 

    O candidato defendeu assistência pública para permitir que pequenos produtores atendam às exigências sanitárias e possam comercializar produtos de maior valor agregado.
    Durante a fala, citou produtores de chácaras e locais que enfrentam dificuldades para comercializar leite, queijo, doces, produtos de ovos, frango caipira e outros por falta de estrutura adequada de fiscalização. 

    “Eu sou a favor da sanidade animal, tem que ter. Só que o governo tem que ajudar”, afirmou.
    A discussão dialoga com um desafio econômico recorrente em municípios produtores: avanço da produção primária para atividades que agregam valor dentro da própria região, ampliando a renda que permanece nas cidades.
    Carlos Bernardo é candidato a deputado federal pelo União Brasil, número 4455.
  • Eleitores escolherão seis cargos nas urnas no próximo domingo

    Eleitores escolherão seis cargos nas urnas no próximo domingo

    Votação começa com deputado federal e termina com presidente da República; primeiro turno acontece em 4 de outubro

    BRASÍLIA – Os brasileiros voltarão às urnas no próximo domingo, 4 de outubro, para escolher representantes para seis cargos nas Eleições Gerais de 2026.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a sequência foi definida para organizar o processo de votação e começa com a escolha para deputado federal, cujo número possui quatro dígitos.

    Em seguida, o eleitor votará para deputado estadual ou distrital, utilizando cinco dígitos. Depois será a vez das duas escolhas para o Senado Federal, uma característica específica desta eleição, já que duas das três vagas de cada estado e do Distrito Federal estarão em disputa.

    Após os votos para senador, a urna apresentará a escolha para governador e, por último, para presidente da República.

    O TSE orienta os eleitores a levarem anotados os números de seus candidatos para facilitar a votação e reduzir o tempo de permanência diante da urna.

    O eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro e poderá ser realizado apenas nas disputas para presidente e governador, nos locais em que nenhum candidato atingir mais da metade dos votos válidos no primeiro turno. 

  • A nove dias das eleições, Carlos Bernardo intensifica campanha no Conesul e apresenta propostas em Amambai

    A nove dias das eleições, Carlos Bernardo intensifica campanha no Conesul e apresenta propostas em Amambai

    Na reta final da campanha, o candidato a deputado federal percorre municípios da região e coloca saúde, renda, educação e desenvolvimento do interior entre as prioridades apresentadas aos concursos
    Amambai (MS) – Em nove dias das eleições, o candidato a deputado federal Carlos Bernardo (União Brasil – 4455) intensificou a agenda de campanha no Conesul de Mato Grosso do Sul. Nesta sexta-feira (25), Bernardo participou de uma reunião em Amambai, onde apresentou propostas, falou sobre sua trajetória pessoal e empresarial e reuniu moradores da região.
    A passagem por Amambai integra a agenda de reta final do candidato pelo Estado. 
    No encontro, Bernardo concentrou parte de sua fala nos problemas enfrentados pelos municípios do interior, principalmente nas áreas de saúde, educação, geração de renda, apoio ao pequeno produtor e preparação das cidades para as oportunidades econômicas que podem surgir com a Rota Bioceânica.
    A reunião começou com o relato de Cristiane Ribas, que cresceu na região e hoje mora na Capital. 

    Ela relacionou as propostas à realidade das famílias e ao falar sobre o candidato, destacou a proposta de implantação do Hospital Binacional de Fronteira.
    Cristiane contou que recentemente recebeu o telefonema de uma mulher que chorava enquanto pedia ajuda diante de uma situação enfrentada havia cerca de um ano e nove meses e não conseguiu atendimento especializado. 

    Para ela, episódios como esse mostram o impacto da dificuldade de acesso à saúde para quem vive longe dos grandes centros.
    “O projeto que o Carlos tem do Hospital Binacional vai ser revolucionário. É algo aqui na fronteira, próximo das pessoas, que pode salvar vidas e evitar que tanta gente fique esperando atendimento e sofrimento”, afirmou.
    Hospital Binacional é principal proposta para a saúde
    O Hospital Binacional de Fronteira ocupa posição central nas propostas apresentadas por Bernardo. 
    O candidato defende a implantação de uma estrutura hospitalar de alta complexidade na região de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com atendimento voltado à população da faixa de fronteira.
    O projeto vem sendo apresentado publicamente por Bernardo desde antes do período eleitoral. A proposta prevê uma unidade de alta complexidade e um modelo de cooperação entre Brasil e Paraguai.

     A implantação, entretanto, dependeria de acordos institucionais, definição de financiamento e participação dos dois países.
    Bernardo também argumentou que moradores do interior enfrentam longos deslocamentos quando precisam de atendimento de alta complexidade.

     “Chega de gente sofrer um acidente e acabar morrendo no caminho ou chegar a Dourados, Campo Grande ou Três Lagoas e não ter vaga. Essa fronteira precisa de um hospital de alta complexidade”, afirmou o candidato.
    A proposta recebeu o apoio do médico Mário Lolli Júnior, formado no Paraguai e que atualmente busca a revalidação do diploma para exercer a profissão no Brasil. Segundo ele, a experiência na área médica, já vivida no país vizinho, permite observar as dificuldades enfrentadas pelos pacientes.

    “O que mais me interessa nas propostas do Hospital Binacional. Como venho da área da saúde, sei como é conseguir exames, atendimento e até mesmo uma vaga. O Estado enfrenta uma demanda muito grande, principalmente aqui no sul e na fronteira”, afirmou difícil.
    Para Mário, uma nova estrutura de alta complexidade na região poderia ampliar a capacidade de atendimento.
     “É uma proposta que pode ajudar a desafogar uma deficiência que temos hoje na saúde”, disse.
    Trajetória pessoal entra no discurso da reta final

    Além das propostas, Carlos Bernardo falou sobre sua trajetória pessoal para explicar aos concorrentes por que decidiu disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Durante o encontro, incidentes financeiros enfrentados no passado e afirmaram que chegaram à fronteira como estudante de Medicina, curso que não concluiu.
    Hoje empresário ligado principalmente ao setor educacional, Bernardo relacionou essa experiência à defesa de políticas externas à formação profissional, geração de oportunidades e melhoria da renda.
    Cristiane Ribas afirmou que essa trajetória foi uma das razões que levaram ao apoio à candidatura. 

    “O Carlos veio de baixo. Ele já passou fome, já dormiu no chão e sabe o que é passar necessidade. É alguém que sentiu na pele uma realidade que muitas pessoas também já enfrentaram”, declarou.
    Renda, pequeno produtor e educação
    Outro tema apresentado em Amambai foi o poder de compra das famílias. Bernardo criticou o atual nível de renda e defendeu uma discussão nacional sobre valorização salarial. O salário mínimo vigente em 2026 é de R$ 1.621.
    Durante o discurso, ele gastou despesas como alimentação, aluguel, energia, água, medicamentos e transporte para argumentar que o orçamento é insuficiente para muitas famílias.
    Na educação, Bernardo defendeu a ampliação das oportunidades de formação superior e técnica nos municípios do interior, argumentando que muitos jovens precisam deixar suas cidades para estudar.
    A proposta também foi relacionada à Rota Bioceânica. Na avaliação apresentada pelo candidato, os municípios do Conesul precisam preparar mão de obra para aproveitar futuras oportunidades de emprego e investimento associadas ao corredor internacional.
    Conesul ganha espaço na reta final
    Ao concentrar parte da agenda dos últimos dias no sul do Estado, Carlos Bernardo busca apresentar propostas diretamente relacionadas às demandas dos municípios do interior e da faixa de fronteira.
    Saúde de alta complexidade, educação, qualificação profissional, renda, agricultura familiar e preparação para os impactos econômicos da Rota Bioceânica formam o conjunto de temas apresentados pelos candidatos aos candidatos da região.
    Em Amambai, a mensagem central foi de que o Conesul precisa ampliar sua participação nas decisões sobre investimentos e políticas públicas. “Os nossos jovens precisam ter oportunidade de estudar, se preparar e ocupar os melhores empregos. A gente precisa estar preparado para o que está chegando”, concluiu Bernardo.
  • Eleições 2026 entram na reta final com candidatos intensificando agendas pelo país

    Eleições 2026 entram na reta final com candidatos intensificando agendas pelo país

    Presidenciáveis ampliam caminhadas, entrevistas e encontros com apoiadores nos últimos dias antes do primeiro turno

    BRASÍLIA – A disputa pela Presidência da República entrou em sua fase decisiva nesta semana. Com o primeiro turno das Eleições 2026 marcado para domingo, 4 de outubro, candidatos intensificaram viagens, entrevistas, caminhadas, panfletagens e encontros com apoiadores em diferentes regiões do país.

    Na segunda-feira (28), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de compromissos de campanha em Belém e Manaus. Durante a passagem pela Região Norte, o candidato abordou temas ligados à saúde pública e defendeu ampliação do acesso da população a exames, diagnósticos e atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde.

    Romeu Zema (Novo) cumpriu compromissos em Minas Gerais, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) participou de caminhada em Goiânia. Caiado voltou a apresentar propostas relacionadas à contenção das despesas públicas e ao controle do crescimento dos gastos obrigatórios.

    download (1).jpeg

    Já Flávio Bolsonaro (PL) esteve em São Paulo, onde percorreu regiões comerciais e falou sobre redução de impostos e custos enfrentados por empreendedores. Outros candidatos também participaram de entrevistas, encontros universitários e atos de rua.

    Nesta terça-feira (29), a agenda segue movimentada, com sabatinas, entrevistas em veículos de comunicação, caminhadas, panfletagens e reuniões com eleitores. Nos últimos dias permitidos de campanha, os presidenciáveis procuram ampliar a exposição de seus programas e consolidar suas mensagens antes da votação.

    Mais de 155 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas Eleições Gerais de 2026. Além da Presidência, serão escolhidos governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

  • Primeira da família a concluir faculdade, professora se identifica com propostas de Carlos Bernardo para educação e renda

    Primeira da família a concluir faculdade, professora se identifica com propostas de Carlos Bernardo para educação e renda

    Pedagoga, mãe solo de três filhos e professora das redes municipais e particulares, Jennifer Reis conta que sua própria trajetória fez com que prestasse atenção às propostas apresentadas por Carlos Bernardo 
    Ser a primeira pessoa de uma família a entrar em uma faculdade muda mais do que um currículo: muda uma trajetória de vida.
     Para Jennifer Reis, o curso superior significou abrir um caminho que até então não fazia parte da história de sua casa. 
    Pedagoga e professora das redes municipais e particulares de ensino, Jennifer é mãe solo de três filhos. 

    Entre trabalho, filhos e as responsabilidades de manter uma família, construída uma vida marcada pelo esforço para ampliar as próprias possibilidades — e, principalmente, as oportunidades das crianças que dependem dela.
    Foi justamente essa experiência pessoal que chamou sua atenção durante uma reunião política realizada nesta quinta-feira (24), em Campo Grande, na qual Carlos Bernardo apresentou parte das propostas que pretende defender.
    Ao ouvir o candidato falar sobre pobreza, renda, educação, emprego e a dificuldade enfrentada por uma família que precisa sobreviver com dificuldades baixas, Jennifer acompanhou situações próximas daquelas que conhece na sua própria vida.

    “Quando eu o ouvi contando a história dele, eu me identifiquei. Ele tem uma história muito parecida com a minha e como a de muitas outras pessoas que vieram da pobreza”, contornou.

    download (5).webp

    Mais do que uma identificação política, segundo ela, foi a semelhança entre as trajetórias de origem simples que despertou sua curiosidade para ouvir o que Carlos Bernardo tinha a dizer.
    Jennifer veio de uma família na qual ninguém antes dela havia concluído o ensino superior. 
    A graduação em Pedagogia representou uma mudança de perspectiva não apenas profissional, mas também familiar.
    Durante a reunião, Carlos Bernardo abordou o impacto que a educação pode ter sobre a renda das famílias. 

    Ao falar sobre quem recebe aproximadamente dois mínimos, citou despesas como aluguel e alimentação para mostrar quanto o orçamento mensal já está comprometido antes mesmo de outras necessidades.
    “Você paga cerca de R$ 1 mil de aluguel, paga mais R$ 1 mil para fazer uma compra básica. O que sobra?”, questionou durante o encontro.
    Bernardo também contou que foi a educação que mudou sua trajetória e afirmou acreditar que educação, qualificação profissional e geração de empregos precisam caminhar juntas.
    “Precisamos formar o nosso povo, a nossa juventude, para que eles possam ocupar os melhores postos de trabalho na nossa própria região”, afirmou Carlos.
    Para Jennifer, uma discussão sobre educação não é teórica. Está presente na própria história. 

    Ser a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade abriu novas possibilidades profissionais, mudou sua perspectiva de futuro e criou uma referência diferente dentro de casa.
    Hoje, seus três filhos crescem vendo na mãe algo que, para Jennifer, não existia em sua própria geração: alguém da família que chegou ao ensino superior.
    E é justamente aí que ela vê o poder das propostas de Carlos Bernardo para a educação: não é apenas mudar a vida de uma pessoa, mas ampliar as possibilidades de toda uma região.
  • Muito mais que lazer: Carlos Bernardo propõe esporte como aliado à segurança e proteção às famílias

    Muito mais que lazer: Carlos Bernardo propõe esporte como aliado à segurança e proteção às famílias

    Propostas conectam esporte, educação, primeiro emprego e presença do Estado para ampliar oportunidades aos jovens
    Uma quadra cheia pode representar muito mais do que uma partida acontecendo. 

    Pode significar crianças acompanhadas por professores, adolescentes com rotina, jovens convivendo em grupo e famílias ocupando espaços públicos. 
    É desta forma que o candidato ao deputado federal Carlos Bernardo quer incluir o esporte na agenda de prevenção e segurança pública.
    O esporte não aparece isoladamente. 
    Ele conecta escola, cultura, qualificação profissional, primeiro emprego e presença permanente do poder público nos territórios mais vulneráveis. 

    Carlos Bernardo propõe concentrar ações preventivas justamente onde os jovens estão mais expostos, combinando oportunidades sociais com atuação policial contra quem recruta e financia organizações criminosas. 
    A abordagem não substitui policiamento, investigação ou inteligência. Ao contrário, a proposta é fortalecer as forças policiais e atuar contra as organizações criminosas. O esporte entra como prevenção.
    Para o presidente estadual da Juventude do MDB e ligado ao voleibol e ao vôlei de praia, Hugo Morino, uma dificuldade que atinge principalmente atletas e equipes para se manterem no esporte é a falta de estrutura.
    “Não adianta termos talentos se não houver condições para que eles treinem, viajem, disputam campeonatos e permaneçam no esporte.”
    Morino defende que uma agenda para a área construída seja ouvindo “atletas, treinadores, dirigentes, professores, municípios e entidades esportivas”. 
    Na proposta voltada ao esporte, cultura e lazer, Carlos defende recursos federais para infraestrutura, mas acrescenta um elemento que considera essencial: profissionais e programas permanentes.
    Para ele, esporte e cultura devem ser tratados como políticas de convivência e proteção social, especialmente nas periferias e no interior. Também fornece apoio para que pequenos municípios consigam acessar editais e recursos. 
    “Não adianta inaugurar uma quadra e depois deixar o portão fechado. O que transforma a vida de uma criança ou de um adolescente é ter atividade, professor, treinador e oportunidade durante o ano inteiro. O esporte precisa ter continuidade”, explica Carlos Bernardo.

    A segurança deve começar antes 
    Um dos caminhos defendidos por Carlos Bernardo é unir escola em tempo integral, esporte, cultura, aprendizagem e primeiro emprego. 
    A ideia é aumentar fatores de proteção e alternativas disponíveis para crianças e jovens enquanto o Estado estiver em vigor, pela segurança pública.
    A agenda apresentada por Carlos também prevê integração entre escola, saúde, assistência social, Conselho Tutelar, Ministério Público e polícia na proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência. 

    Isso coloca o esporte dentro de algo maior
    O treinador ou professor não assume função de polícia, de assistência social ou de família. 
    Mas projetos permanentes ampliam a convivência de jovens com adultos, escolas e comunidades e podem fazer parte de uma rede de proteção mais ampla.
    “Proteger uma família não começa somente quando acontece um crime. Também significa ter escola funcionando, esporte perto de casa, assistência quando ela é necessária, oportunidade para o jovem e polícia preparada para agir contra quem ameaça aquela comunidade. Uma coisa não exclui a outra”, conclui Carlos Bernardo.
    A candidatura de Carlos Bernardo procura conectar essa permanência a uma política mais ampla de proteção às famílias. 

    De um lado, defesa de inteligência, investigação e estrutura para as forças de segurança. 
    De outro, esporte, escola, qualificação, emprego e políticas permanentes dentro das comunidades.
  • Olha o que diz quem conhece Carlos Bernardo: histórias explicam propostas para o futuro de MS

    Olha o que diz quem conhece Carlos Bernardo: histórias explicam propostas para o futuro de MS

    Depoimentos de pessoas que acompanharam diferentes momentos de sua trajetória ajudaram a conectar história pessoal a propostas para educação, saúde, emprego e desenvolvimento de Mato Grosso do Sul
    Há quem conheceu Carlos Bernardo muito antes dos negócios, da universidade e da política.
     Outros cruzaram seu caminho já como empresário. São histórias de épocas e lugares completamente diferentes, mas que se cruzam ao revelar como pessoas que conviveram com ele interpretam hoje algumas das ideias que aparecem em seu projeto para Mato Grosso do Sul.
    Entre os relatos reunidos ao longo da campanha, aparecem referências à capacidade de enxergar oportunidades, apostar na educação, pensar no desenvolvimento econômico e transformar experiências pessoais em projetos. 
    Os depoimentos são percepções individuais de quem teve contato com Carlos em diferentes momentos de sua trajetória.
    A empreendedora Fernanda, de Campo Grande, resume essa percepção ao contar a impressão que teve depois de conhecer sua história. 

    “Ele não fala apenas de política, mas de futuro, oportunidade e esperança.”
    Para ela, uma trajetória pessoal ajuda a compreender essa forma de pensar.
     Fernanda relata que conheceu a história de alguém que superou dificuldades, conseguiu mudar de vida e, na avaliação dela, passou a utilizar essa experiência para criar oportunidades para outras pessoas, especialmente por meio da educação e da saúde.
    Essa visão converge com as propostas apresentadas por Carlos Bernardo para a Câmara Federal.
    Seu projeto prevê, entre outras medidas, expansão do ensino técnico, aproximação da formação profissional das vocações econômicas de cada região, ampliação do acesso ao ensino superior no interior, educação digital e políticas para primeiro emprego. 
    Para algumas pessoas que acompanharam Carlos ao longo dos anos, a educação não aparece apenas como uma proposta política. 
    O jornalista Antônio Coca, de Dourados, conheceu Carlos quando ele ainda trabalhava com comunicação. 

    Anos depois, a filha de Coca estudou Medicina com bolsa integral na instituição dirigida pelo empresário.
    “Um dia eu o ajudei sem esperar nada em troca. Depois, ele me ajudou no que era mais importante para mim: o futuro da minha filha. Hoje ela é médica”, relata.

    download (2).webp

    A médica Isabella Bezerra de Lima conta com sua experiência. Em 2021, diante de dificuldades financeiras que poderiam interferir em sua graduação em Medicina, destacou Carlos Bernardo e recebeu uma oportunidade de trabalho dentro da instituição enquanto continuava estudando.
    “Talvez, sem aquela oportunidade que tive em 2021, minha história tinha seguido um caminho completamente diferente”, afirma. Isabella conseguiu concluir o curso e hoje exerce a profissão.
    No programa apresentado para 2026, educação e qualificação aparecem associadas ao mercado de trabalho. Entre as propostas estão ampliar o ensino técnico integrado ao ensino médio, conectar cursos às vocações econômicas regionais, expandir o ensino superior no interior e estimular a formação de médicos e outros profissionais.
    Mas é na área econômica que surge de forma mais direta, nos depoimentos, a percepção de um perfil específico para planejamento de longo prazo. 

    Dorival Bettini, chefe de gabinete da Casa Civil de Mato Grosso do Sul e ex-integrante da Secretaria Estadual de Saúde, afirma conhecer Carlos há anos e destaca aquilo que chama de “visão empreendedora”.
    Segundo Bettini, essa experiência pode ser levada para a investigação sobre infraestrutura, industrialização e crescimento econômico, especialmente diante das oportunidades abertas pela Rota Bioceânica.
    Esse raciocínio está diretamente relacionado a um dos principais eixos do programa apresentado pelo candidato: utilizar a Rota Bioceânica não apenas como corredor de passagem de mercadorias, mas como instrumento para atrair investimentos e agregar valor à produção dentro de Mato Grosso do Sul.
    Entre as propostas estão tratar a rota como eixo federal de desenvolvimento, reduzir custos logísticos, estimular a industrialização do interior e transformar a faixa de fronteira em uma zona de desenvolvimento econômico. 
    A lógica é tentar antecipar uma transformação econômica que ainda está em curso: preparar municípios, trabalhadores e empresas antes que o novo corredor logístico esteja plenamente consolidado.
    Antônio Coca também faz uma ligação entre a história pessoal de Carlos e a preocupação apresentada hoje com emprego e geração de oportunidades. 

    “Eu fiz a caminhada do Carlos e sei que ele não começou tendo estrutura ou facilidade. Ele passou por dificuldades, trabalhou, planejou seus negócios e chegou a uma posição em que hoje gera investimentos”, afirma.
    Para Coca, essa trajetória ajuda a entender esse trabalho e a oportunidade de ganhar espaço no projeto político apresentado pelo candidato.
    O programa de Carlos inclui propostas de industrialização nos municípios do interior, fortalecimento das agroindústrias, incentivo à agricultura familiar e criação de caminhos para o primeiro emprego, estágio e aprendizagem.
  • Ricardo Salles desiste de disputar o Senado após usar recursos públicos na campanha

    Ricardo Salles desiste de disputar o Senado após usar recursos públicos na campanha

    O Deputado anunciou apoio a André do Prado e Guilherme Derrite na reta final da eleição em São Paulo; valores divulgados para a campanha variação conforme o levantamento e a categoria de despesa considerada

    O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) desistiu de disputar uma vaga no Senado por São Paulo. 

    O anúncio foi feito na segunda-feira (28), ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Salles declarou apoio a André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), sob o argumento de evitar a divisão dos votos da direita

    Gastos entram em debate após a resistência

    A saída da disputa chamou atenção para a prestação de contas da campanha.

     O levantamento citado na reportagem enviada pelo leitor aponta cerca de R$ 3 milhões em gastos e R$ 3,1 milhões recebidos. 

    Já uma apuração do UOL, publicada em 28 de setembro, registrou R$ 1,76 milhão gastos e R$ 3,1 milhões recebidos em recursos públicos. Os números não devem ser tratados como equivalentes sem conferir os dados de atualização e se “gastos” incluírem despesas contratadas ou apenas valores pagos. 

    Segundo o UOL, dos R$ 3,1 milhões de origem pública, aproximadamente R$ 2,3 milhões vieram do Fundo Partidário e R$ 850 mil do Fundo Eleitoral. 

    Portanto, chamar todo o montante do “fundão eleitoral” mistura duas fontes distintas de financiamento. 

    O que acontece com o dinheiro

    A desistência, por si só, não obriga o candidato a devolver recursos públicos já empregados regularmente na campanha. 

    O dinheiro público que for reiniciado sem uso deverá ser devolvido, e a prestação de contas continuará sujeita à análise da Justiça Eleitoral. 

    A renúncia ocorreu em poucos dias da votação. 

    Embora Salles tenha retirado a candidatura e anunciado apoio a outros nomes, sua identificação ainda deverá aparecer nas urnas, que já estavam preparadas para o pleito.