Categoria: Politica

  • Mendonça revê voto sobre Nossa Senhora Aparecida após conversas com ministros do TSE

    Mendonça revê voto sobre Nossa Senhora Aparecida após conversas com ministros do TSE

    Mudança preservou publicação do humorista Antonio Tabet, mas manteve restrições a conteúdos que atribuíam a Flávio Bolsonaro uma suposta iniciativa para retirar da santa o título de Padroeira do Brasil.

    O ministro André Mendonça reformulou parte de seu voto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o julgamento sobre publicações que relacionavam o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a uma informação falsa envolvendo Nossa Senhora Aparecida. 

    A mudança ocorreu após conversas com o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e outros ministros, segundo apuração divulgada pela jornalista Camila Bomfim, do g1, e repercutida por outros veículos.

    A revisão permitiu a manutenção de uma postagem do humorista Antonio Tabet. Ao mesmo tempo, o tribunal manteve restrições a conteúdos que apresentavam como verdadeira a alegação de que o candidato pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A alteração, portanto, não representou a liberação de todas as publicações discutidas no processo. 

    Liberdade de expressão entrou no centro da discussão

    Em seu posicionamento inicial, Mendonça havia defendido a retirada de mais de mil publicações relacionadas ao caso, incluindo o conteúdo de Tabet. A abrangência da medida provocou discussões entre os integrantes do tribunal sobre os limites da intervenção da Justiça Eleitoral nas redes sociais.

    Segundo a apuração de Camila Bomfim, ministros alertaram o relator de que a remoção de uma postagem de humor que não mencionava nominalmente o candidato poderia transmitir uma mensagem problemática sobre a proteção à liberdade de expressão.

    Após os diálogos, Mendonça modificou seu entendimento sobre esse conteúdo específico. A reformulação buscou estabelecer uma distinção entre uma manifestação crítica e uma publicação que atribuísse ao candidato uma iniciativa concreta relacionada ao título religioso. 

    Por que a publicação de Tabet foi liberada

    A revisão ocorreu na noite de quarta-feira, 30 de setembro, antes do encerramento do julgamento virtual. Naquele momento, já havia maioria formada para manter a proibição inicialmente discutida.

    Ao reconsiderar a retirada da postagem, Mendonça entendeu que o texto de Tabet não atribuía a Flávio Bolsonaro uma ação concreta para retirar da santa o posto de Padroeira do Brasil. 

    O ministro destacou a necessidade de uma intervenção mínima e de proteção reforçada à liberdade de expressão. Os demais integrantes da Corte acompanharam a liberação desse conteúdo.

    Depois da mudança, Tabet voltou a publicar a mensagem em suas redes sociais e comemorou a possibilidade de mantê-la disponível. A decisão referente ao humorista foi específica e não afastou as restrições aplicadas aos demais conteúdos abrangidos pelo julgamento. 

    Caso também envolveu decisões no Supremo

    A discussão ultrapassou o âmbito da Justiça Eleitoral e chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

     O ministro Flávio Dino havia derrubado a primeira decisão individual de Mendonça, enquanto Luiz Fux posteriormente restabeleceu a determinação. Ambos pediram que a questão fosse submetida ao plenário.

    Conforme a apuração repercutida sobre os bastidores, Nunes Marques levou ao presidente do Supremo, Edson Fachin, sua preocupação com a sobreposição de decisões do STF sobre a Justiça Eleitoral. 

    Fachin pediu que o assunto fosse discutido primeiro no TSE, levando à realização do julgamento virtual.

    Nesse contexto, a revisão parcial do voto foi vista internamente como uma possibilidade de resolver a controvérsia na própria Corte eleitoral e reduzir a tensão institucional. 

    O resultado preservou a manifestação de Tabet e manteve a retirada de publicações que tratavam a informação falsa sobre o candidato como um fato. 

  • Receita Federal libera R$ 1,26 bilhão em restituições para mais de 412 mil contribuintes

    Receita Federal libera R$ 1,26 bilhão em restituições para mais de 412 mil contribuintes

    Lote contempla pessoas que saíram da malha fina e restituições residuais de anos anteriores

    BRASÍLIA – A Receita Federal realiza nesta quarta-feira, 30 de setembro, o pagamento de um novo lote de restituições do Imposto de Renda.

    Ao todo, 412.186 contribuintes recebem aproximadamente R$ 1,26 bilhão, incluindo pessoas que haviam caído na malha fina e posteriormente regularizaram suas pendências.

    O pagamento também inclui restituições residuais de anos anteriores. 

    Do valor total, aproximadamente R$ 466,68 milhões são destinados a contribuintes com prioridade legal.

    Entre os beneficiários estão idosos, pessoas com deficiência ou doença grave e profissionais cuja principal fonte de renda seja o magistério.

    A maior quantidade de restituições, porém, corresponde a contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida ou optaram pelo recebimento por Pix.

    Segundo os dados divulgados, 281.609 pessoas estão nesse grupo.

    Também aparecem na relação 59.722 contribuintes entre 60 e 79 anos, além de 9.250 pessoas com mais de 80 anos.O depósito é feito diretamente na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração.

    Caso o dinheiro não seja creditado devido a problemas como conta encerrada, o valor permanece disponível para resgate durante até um ano no Banco do Brasil.

    Quem não apareceu neste lote poderá consultar o extrato da declaração no sistema eletrônico da Receita para verificar a existência de pendências.

    A regularização pode permitir que o contribuinte seja incluído em futuros lotes de restituição.

  • Brasil entra em nova fase comercial com países europeus a partir de outubro

    Brasil entra em nova fase comercial com países europeus a partir de outubro

    Acordo entre Mercosul e EFTA amplia comércio com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein

    BRASÍLIA – Um novo acordo de livre comércio começa a produzir efeitos jurídicos para o Brasil nesta quinta-feira, 1º de outubro, criando novas oportunidades para empresas brasileiras no mercado europeu.

    O tratado envolve o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

    No lado sul-americano, participam Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

    O acordo foi promulgado pelo Brasil após a conclusão do processo interno necessário para sua entrada em vigor. 

    A proposta é diminuir barreiras comerciais, facilitar investimentos e ampliar o intercâmbio de produtos e serviços entre as duas regiões.

    A redução de tarifas pode beneficiar exportadores brasileiros, especialmente empresas que buscam ampliar vendas para países europeus fora da União Europeia.

    Os países da EFTA possuem mercados de elevado poder de compra e importam produtos agrícolas, alimentos, produtos industriais, matérias-primas e diversos serviços.

    Ao mesmo tempo, empresas desses países também poderão ter acesso facilitado aos mercados do Mercosul.

    Paraguai também está envolvido

    O acordo possui importância especial para a região de fronteira porque o Paraguai também integra o Mercosul.

    Isso significa que empresas paraguaias poderão se beneficiar das condições negociadas pelo bloco, respeitando as regras específicas do tratado.

    O acordo poderá criar oportunidades em áreas como agricultura, indústria, logística, comércio e investimentos.

    Para empresas brasileiras e paraguaias, a abertura comercial também aumenta a necessidade de competitividade.

    Produtos importados podem chegar com custos menores, enquanto exportadores locais terão oportunidades de alcançar novos consumidores.

    O objetivo central é aumentar o fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões, criando regras mais previsíveis para empresas e investidores.

    Os efeitos práticos deverão aparecer gradualmente conforme as reduções tarifárias previstas no acordo forem aplicadas. 

  • Brasil e Estados Unidos avançam em negociação para tentar resolver impasse sobre tarifas

    Brasil e Estados Unidos avançam em negociação para tentar resolver impasse sobre tarifas

    Países criam grupo específico para discutir comércio bilateral enquanto representantes se encontram durante agenda do G20 nos Estados Unidos

    BRASÍLIA – Brasil e Estados Unidos deram um novo passo nas negociações comerciais nesta quarta-feira, 30 de setembro, com a criação de um grupo específico para tratar das tarifas impostas a produtos brasileiros e de outros pontos de divergência entre os dois países.

    As conversas fazem parte de uma tentativa de reduzir o impacto das medidas comerciais adotadas nos últimos meses e construir uma solução negociada entre Brasília e Washington.

    Representantes brasileiros e norte-americanos já vinham trocando documentos e preparando novas rodadas de negociação. Um dos principais encontros ocorre durante compromissos relacionados ao G20, em Milwaukee, nos Estados Unidos, onde integrantes dos dois governos voltaram a discutir o assunto. 

    O governo brasileiro busca principalmente rever tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos sobre parte das exportações do país. Em julho, Washington havia aplicado tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros, levando o Brasil a intensificar o diálogo diplomático e comercial. 

    A retomada das negociações ganhou força depois de contatos diretos entre os governos dos dois países. Nos últimos meses, autoridades brasileiras defenderam que as tarifas prejudicam empresas exportadoras e podem provocar aumento de custos para compradores norte-americanos.

    A criação de um grupo específico indica que as tratativas devem se tornar mais técnicas, envolvendo representantes responsáveis por comércio exterior, indústria e relações internacionais.

    Entre os setores brasileiros que acompanham de perto as negociações estão segmentos ligados à indústria, agronegócio, mineração e produtos manufaturados, principalmente aqueles que dependem do mercado norte-americano.

    Entidades empresariais brasileiras também vêm defendendo uma solução negociada. A Confederação Nacional da Indústria, a Câmara Americana de Comércio e representantes empresariais dos Estados Unidos já manifestaram apoio à preservação da relação comercial entre os dois países. O comércio bilateral movimenta bilhões de dólares todos os anos e envolve desde alimentos e matérias-primas até equipamentos industriais e produtos tecnológicos.

    O avanço das negociações não significa que as tarifas serão retiradas imediatamente. As equipes ainda precisam discutir quais produtos poderão receber tratamento diferenciado e quais condições serão exigidas por cada país.

    Nos próximos dias, o resultado das reuniões deverá indicar se Brasil e Estados Unidos conseguirão avançar para uma proposta mais concreta de redução das barreiras comerciais.

  • Pablo Marçal declara apoio a Flávio Bolsonaro e passa a colaborar com a campanha

    Pablo Marçal declara apoio a Flávio Bolsonaro e passa a colaborar com a campanha

    Anúncio ocorreu a cinco dias do primeiro turno; ex-candidato deverá contribuir na elaboração de propostas sobre empreendedorismo e mobilidade social

    O empresário e influenciador Pablo Marçal declarou, nesta terça-feira (29), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República . O anúncio ocorreu durante uma agenda em uma academia de jiu-jítsu na Vila Olímpia, em São Paulo, e foi feito ao lado do candidato. 

    Além de declaração de apoio, Marçal afirmou que passaria a integrar a equipe de campanha de Flávio. Segundo o candidato, a participação do empresário será especializada principalmente na elaboração de propostas relacionadas ao empreendedorismo e mobilidade social . 

    Aproximação acontece na reta final do primeiro turno

    Pablo Marçal declara apoio a Flávio Bolsonaro | Eleições 2026 | Valor  Econômico

    O anúncio foi feito cinco dias antes do primeiro turno das eleições , marcado para 4 de outubro.

    Durante a declaração conjunta, Flávio agradeceu o apoio e afirmou que os dois conversaram sobre formas de incentivo ao empreendedorismo e ampliar a autonomia financeira das famílias. Também políticas específicas voltadas para a autonomia financeira das mulheres. 

    Marçal, por sua vez, declarou confiança em Flávio e afirmou que passaria a atuar diretamente na campanha. 

    Marçal ficou fora da disputa presidencial

    A aproximação ocorre depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferir, por unanimidade, o registro da candidatura de Pablo Marçal .

    Segundo o TSE, chapa formada por Marçal e Leonardo Avalanche, do PRTB, não comprovou a filiação partidária de Marçal ao partido dentro do prazo legal. A Corte também registrou que ele estava inelegível até 2032 em razão de uma reportagem relacionada à realização de concursos de cortes de vídeos com ofertas de prêmios para divulgação de conteúdo eleitoral. 

    Com a decisão, o TSE validou 12 candidaturas à Presidência para as eleições de 2026. 

    Participação na campanha

    A colaboração anunciada entre Marçal e Flávio deverá se concentrar em propostas relacionadas ao empreendedorismo, geração de renda e mobilidade social .

    Flávio afirmou que vê convergência entre os dois esses temas e convidou Marçal como alguém que já vinha defendendo o empreendedorismo em sua atuação pública. 

    A participação, neste momento, está relacionada à campanha eleitoral. Questionamentos sobre uma eventual função de Marçal em um futuro governo também surgiram após o anúncio, mas não havia, naquele momento, uma definição formal sobre carga ou ministério. 

    Possível participação em eventual governo

    Durante a agenda, Flávio foi questionado sobre a possibilidade de Marçal integrar um eventual governo caso fosse eleito.

    Reportagens registraram que havia especulações sobre uma participação formal, inclusive em uma estrutura relacionada ao empreendedorismo. Entretanto, as informações disponíveis naquele momento indicavam que não havia definição formal de carga .

    O que foi anunciado oficialmente foi a colaboração de Marçal com a campanha nas áreas de empreendedorismo e mobilidade social. 

    Marçal também fala em ampliar apoio

    Durante o encontro, Marçal afirmou que outro candidato à Presidência poderia mudar de posição e apoiar Flávio ainda naquela semana.

    A declaração apresentou no contexto das articulações da campanha para ampliar apoios na reta final do primeiro turno. Flávio também afirmou que sua equipe mantinha conversas com outros candidatos e grupos que faziam convergência com seu projeto. Até o momento da publicação das informações consultadas, essa eventual adesão adicional não havia sido formalizada.

    Contexto eleitoral

    Flávio Bolsonaro é candidato pelo PL , tendo Alfredo Gaspar como candidato a vice. A chapa teve seu registro aprovado pelo TSE em 2 de setembro. 

    Já Pablo Marçal ficou fora da disputa presidencial após a decisão da Justiça Eleitoral, mas voltou ao cenário eleitoral para declarar apoio público a uma das candidaturas que permaneceram na corrida.

    O movimento ocorre em uma semana decisiva da campanha, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro .

    A entrada de Pablo Marçal na campanha de Flávio Bolsonaro representa uma nova etapa de sua participação política em 2026, depois do indeferimento de sua própria candidatura. A atuação anunciada será voltada principalmente para propostas de empreendedorismo e mobilidade social, enquanto uma eventual função em um futuro governo permanece sem definição formal. 

  • Mais da metade das propostas dos presidenciáveis ​​para a saúde já existe no SUS, aponta estudo

    Mais da metade das propostas dos presidenciáveis ​​para a saúde já existe no SUS, aponta estudo

    Levantamento do IEPS analisa propostas de seis principais candidatos e disposições que 56% das medidas apresentadas já fazem parte de políticas ou estruturas existentes no sistema público de saúde

    Mais da metade das propostas para a área da saúde apresentadas pelos principais candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 já está contemplada, total ou parcialmente, em políticas, programas ou estruturas atualmente existentes no Sistema Único de Saúde (SUS) . A conclusão é de um levantamento do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) , que analisou os programas de governo de seis candidaturas. 

    De acordo com o estudo, 56% das propostas avaliadas já fazem parte de políticas em vigor . Entre os exemplos estão iniciativas relacionadas à digitalização dos serviços de saúde e à organização de filas em conformidade com critérios de prioridade. 

    Propostas muitas vezes representam ampliação

    O fato de uma medida já existir no SUS não significa necessariamente que a proposta seja idêntica ao programa atualmente implementado.

    Segundo a análise, em diversos casos os candidatos propõem ampliar, acelerar ou modificar a execução de políticas que já existem . O estudo aponta, porém, que alguns programas de governo não deixam claro qual seria a mudança prática em relação ao que já é oferecido atualmente. 

    Essa distinção é importante porque uma proposta pode representar desde a expansão de uma política existente até a criação de uma nova estrutura.

    Maioria das propostas exige mais recursos

    Outro ponto destacado pelo levantamento é o impacto financeiro das promessas.

    Segundo o IEPS, 95% das propostas apresentadas exigiriam aumento do financiamento destinado ao SUS para serem renovadas ou ampliadas. O estudo aponta que o sistema já enfrentado contém restrições orçamentárias e que a necessidade de recursos deverá crescer nos próximos anos. 

    A previsão apresentada no levantamento indica que a demanda por financiamento da saúde poderá crescer 3,9% ao ano acima da inflação até 2030 , enquanto as regras fiscais condicionais para o governo federal impõem limites à expansão das despesas. Folha de S.Paulo

    Estados e municípios também precisam participar

    A estrutura descentralizada do SUS é outro fator considerado pelo estudo.

    Segundo o levantamento, 83% das propostas mostraram-se dependentes da articulação entre União, estados e municípios para serem realizadas. Isso ocorre porque grande parte dos serviços públicos de saúde é organizada de forma compartilhada entre os diferentes níveis de governo. 

    Assim, mesmo quando uma medida é apresentada em um plano de governo presidencial, sua implementação pode depender de acordos, financiamento e capacidade operacional de governos estaduais e municipais.

    Digitalização aparece entre as propostas

    A transformação digital é um dos exemplos citados no estudo como área em que os candidatos apresentam medidas que já possuem estruturas correspondentes dentro do SUS.

    Sistemas de integração de dados, prontuários eletrônicos e ferramentas digitais já fazem parte da modernização da saúde pública brasileira. A discussão eleitoral, nesse caso, envolve principalmente ampliar a cobertura, integrar sistemas e melhorar a utilização das informações disponíveis .

    Organização das filas também já existe

    Outro exemplo apontado pelo levantamento envolve a organização das filas de atendimento de acordo com critérios de prioridade.

    O SUS já possui mecanismos de regulação e classificação de pacientes, mas os candidatos apresentam propostas para ampliar ou aperfeiçoar esses sistemas.

    O estudo chama atenção justamente para a necessidade de diferenciar uma proposta que cria uma política nova que pretende expandir uma estrutura já existente.

    Algumas áreas parecem um pouco nos programas

    O levantamento também incluiu temas considerados relevantes para a saúde pública que aparecem ou pouco detalhamento suficiente nos programas analisados.

    Entre eles estão os impactos das apostas online , as consequências das mudanças climáticas sobre a saúde e questões relacionadas à saúde mental de crianças e adolescentes no ambiente digital .

    Segundo a análise, esses assuntos foram ignorados ou tratados de maneira superficial nas propostas avaliadas.

    Financiamento é um dos principais desafios

    A necessidade de recursos aparece como um dos principais pontos de atenção para a execução das propostas.

    Além do financiamento federal, a expansão de serviços exige capacidade de estados e municípios para contratar profissionais, manter estruturas, adquirir equipamentos e garantir o funcionamento contínuo dos serviços.

    Por isso, o levantamento considera que a discussão eleitoral sobre saúde não deve se limitar à descrição das medidas, mas também considera quanto custariam, quem seria responsável pela execução e como seriam financiadas .

    O SUS já possui uma ampla estrutura

    O Sistema Único de Saúde oferece uma rede que envolve atenção básica, vacinação, atendimento hospitalar, vigilância sanitária, transplantes, medicamentos e diversos serviços especializados.

    Por esse motivo, propostas apresentadas durante campanhas eleitorais frequentemente partem de estruturas que já existem e buscam modificar sua abrangência ou funcionamento.

    O levantamento do IEPS busca justamente identificar essas sobreposições entre as promessas eleitorais e as políticas públicas já rompidas.

    Estudo analisa propostas na reta final da eleição

    A análise foi divulgada na reta final da campanha presidencial de 2026, quando os candidatos apresentaram suas últimas propostas antes do primeiro turno.

    O levantamento não estabelece qual programa seria mais adequado ou qual candidato apresenta o melhor conjunto de medidas. O objetivo é comparar as propostas com as políticas já existentes e identificar desafios de financiamento e implementação . 

    O estudo mostra que a discussão sobre saúde nas eleições de 2026 envolve, em grande parte, uma ampliação ou reformulação de políticas que já fazem parte do SUS. Ao mesmo tempo, a necessidade de novos recursos e a participação de estados e municípios aparecem como fatores centrais para a execução das propostas apresentadas pelas candidaturas.

  • Pesquisa Quaest mostra redução do voto útil na reta final do primeiro turno

    Pesquisa Quaest mostra redução do voto útil na reta final do primeiro turno

    Levantamento aponta queda do percentual de deputados que admitiram mudar de candidato; Lula aparece com 39% e Flávio Bolsonaro com 34% no cenário do primeiro turno

    A pesquisa Quaest divulgada em 28 de setembromostra mudanças no comportamento do eleitorado na reta final da disputa presidencial de 2026. 

    Segundo a análise do diretor do instituto, Felipe Nunes , o percentual de eleitores selecionados como voto útil caiu de 16% para 12% nos últimos 15 dias , enquanto a parcela de indecisos passou de 10% para 5%. 

    O levantamento foi realizado entre 24 e 28 de setembro , com 2.004 participantes de 16 anos ou mais em todo o país. 

    A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo e registrada no TSE sob o número BR-06520/2026 . 

    Como funciona o chamado voto útil

    O chamado voto útil se refere ao eleitor que considera mudar sua escolha para apoiar uma candidatura que oferece maiores possibilidades de avanço na disputa.

    Na análise da Quaest, o aparecimento é observado principalmente entre os candidatos que aparecem com percentuais menores nas pesquisas e que ainda admitiram mudar de opinião antes da votação.

    A redução de 16% para 12% indica, segundo o instituto, que uma parcela desse eleitorado já consolidou sua decisão à medida que a eleição se aproxima. 

    Intenções de voto no primeiro turno

    Na pesquisa divulgada em 28 de setembro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 39% das intenções de voto , enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 34% .

    Na sequência, Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 4% cada. Renan Santos (Missão) tem 3% e Romeu Zema (Novo) registra 1%. 

    A rodada anterior tinha Lula com 37% e Flávio com 33%, segunda a série apresentada pela Quaest. 

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    Menos indecisos

    Outro movimento destacado pela Quaest foi a redução dos indecisos , de 10% para 5% em aproximadamente duas semanas.

    A queda indica que mais entrevistados passaram a declaração de uma preferência ou outra opção de voto à medida que a campanha se aproxima do primeiro turno.

    Esse movimento ocorre simultaneamente à redução do percentual de eleições convocadas pelo instituto como voto útil.  Cenário de segunda volta

    A mesma pesquisa também apresentou uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.

    Nesse cenário, os dois aparecem com 42% do interesse de voto cada , caracterizando empate numérico dentro da pesquisa. 3% dos entrevistados se declararam indecisos e 13% disseram que não votariam em nenhum dos dois. 

    A pesquisa anterior registrou diferença entre os dois nesse cenário, e a Quaest informou que Lula oscilou dois pontos para cima nas últimas três rodadas, enquanto Flávio pediu em 42%. 

    Eleitores de outras candidaturas

    A análise da Quaest também acompanha o grau de consolidação das escolhas entre candidatos de candidatos que aparecem com percentuais menores.

    No levantamento anterior, realizado entre 17 e 20 de setembro, o instituto informou que uma parcela dos participantes de Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema presumiram mudança de voto. 

    Naquele estudo, a Quaest estimou que, entre esses políticos que poderiam mudar, aproximadamente 70% indicavam uma possível migração para Flávio Bolsonaro e 30% para Lula .

    Esse dado se refere especificamente à intenção declarada pelos entrevistados naquele levantamento e não significa que essas mudanças necessariamente ocorreriam na votação.

    Mudanças que aparecem em segmentos do eleitorado

    Felipe Nunes também mencionou alterações em alguns grupos demográficos na comparação entre rodadas.

    Segundo análise divulgada pelo diretor da Quaest, uma mudança mais evidente ocorreu entre as mulheres , grupo no qual o cenário passou de empate para uma diferença de novos pontos percentuais a favor de Lula. Ele também destacou alterações entre comissões de menor renda e beneficiários do Bolsa Família. Ó potiguar

    Esses recortes fazem parte da pesquisa e devem ser interpretados considerando o tamanho das amostras e as respectivas margens de erro.

    Campanhas acompanham movimento

    A discussão sobre voto útil também passou a fazer parte das estratégias das campanhas na última semana antes da votação.

    A campanha de Flávio Bolsonaro tem defendido publicamente a concentração de votos em sua candidatura, enquanto integrantes das campanhas de Caiado, Zema e Cury acompanham o movimento e demonstram preocupação com a possibilidade de perda de eleições na reta final. 

    As posições representam estratégias e avaliações das próprias campanhas e não são específicas uma decisão independente sobre o comportamento futuro do eleitorado.

    O primeiro turno será em 4 de outubro

    O primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 está marcado para domingo, 4 de outubro .

    A pesquisa Quaest mostra que, a poucos dias da votação, uma parcela maior do eleitorado já declarou sua escolha, enquanto o percentual de indecisos e de eleitores que admitiram mudar de candidato eliminado em relação às rodadas anteriores.

    Os dados retratam o cenário medido pela Quaest no período de 24 a 28 de setembro. Como toda pesquisa eleitoral, o levantamento representa as opiniões dos entrevistados naquele momento e está sujeito à margem de erro e às mudanças de comportamento até o dia da votação.

  • Candidatos ao Governo do Paraná debatem segurança, educação, saúde e infraestrutura na reta final da eleição

    Candidatos ao Governo do Paraná debatem segurança, educação, saúde e infraestrutura na reta final da eleição

    No primeiro bloco, os candidatos discutiram propostas relacionadas à educação e ao combate à violência contra a mulher .

    Também conheci no debate as chamadas escolas cívico-militarese medidas para enfrentar casos de feminicídio.

     As discussões foram apresentadas pelos candidatos a partir de diferentes propostas e avaliações públicas sobre as políticas do estado. 


    Segurança pública

    A segurança foi outro dos principais assuntos do confronto.

    Os candidatos discutiram medidas para combater a criminalidade e também questões relacionadas à segurança em áreas estratégicas do Paraná, incluindo o Porto de Paranaguá .

    Sergio Moro apresentou a segurança pública e o combate à corrupção como temas centrais de sua campanha. 

    Os adversários, por sua vez, fizeram questionamentos sobre sua atuação política e sobre propostas para a administração estadual. 

    Saúde pública

    A saúde também esteve entre os temas envolvidos durante o debate.

    Os candidatos apresentaram diferentes propostas para a área e discutiram a atuação do governo estadual na prestação de serviços públicos.

    O formato de tema livre permitiu que os participantes direcionassem perguntas diretamente aos adversários, ampliando os momentos de confronto entre as campanhas.

    Infraestrutura 

    Outro eixo importante da discussão foi a infraestrutura do Paraná .

    Foram mencionadas obras estaduais e projetos relacionados ao desenvolvimento do estado. Os candidatos também discutiram diferentes modelos de administração e investimentos em infraestrutura.

    Questões envolvendo a Copel , empresa de energia do Paraná, também não apareceram em debate, incluindo discussões sobre a privatização da companhia. 

    Corrupção e acusações entre candidatos

    O confronto também teve momentos dedicados a acusações e questionamentos sobre corrupção e investigações .

    Sergio Moro, que foi juiz da Operação Lava Jato antes de ingressar na política, tornou-se defensor de sua atuação no combate à corrupção. Requião Filho e Sandro Alex fizeram questionamentos sobre sua trajetória e decisões políticas.

    Também foram discutidos temas relacionados ao Supremo Tribunal Federal (STF) e as figuras da política nacional. 

    As acusações feitas durante o debate representam posições dos próprios candidatos e, quando envolvimento de fatos contestados, deverão ser diferenciadas de informações comprovadamente comprovadas.

    O debate também teve temas nacionais

    Embora a eleição seja para o governo estadual, o encontro foi marcado pela presença de assuntos da política nacional.

    Foram citados nomes como Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro , além de discussões envolvendo o STF e alianças políticas.

    Essa presença ampliou o debate para além de questões exclusivamente administrativas do Paraná. 

    Caso Banco Master também foi considerado

    As discussões chegaram ainda ao caso Banco Master , utilizado pelos candidatos durante os questionamentos sobre política nacional e investigações.

    O tema apareceu em meio às trocas de acusações entre os participantes, dentro de um debate que combina questões estaduais e nacionais. 

    Formato permitido confronto direto

    Uma das características do debate da RPC foi a possibilidade de os candidatos circularem pelo estúdio enquanto faziam perguntas e apresentavam suas respostas.

    Os três primeiros blocos tiveram tema livre, e cada candidato teve oportunidade de perguntar e responder. 

    O formato também permitiu pedidos de direito de resposta em situações de alegação de ofensa pessoal, avaliados pela direção de jornalismo e pelo departamento jurídico da emissora.

    Os participantes não puderam utilizar celulares ou ponto eletrônico e também não puderam apresentar documentos ou textos diretamente para as câmeras.

    Último debate antes da votação

    O encontro foi o último grande debate televisivo entre os três candidatos antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro .

    A programação eleitoral da RPC segue com cobertura sobre a votação e informações destinadas às eleições paranaenses. 

  • Dino determina que PF investigue ataques contra imagens religiosas

    Dino determina que PF investigue ataques contra imagens religiosas

    Ministro do STF pediu apuração de possíveis crimes contra símbolos religiosos em meio à repercussão de uma disputa envolvendo Nossa Senhora Aparecida e as eleições de 2026

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigue uma série de ataques contra imagens religiosas registradas nos últimos meses. 

    A decisão ocorre em meio à repercussão de uma controvérsia eleitoral envolvendo publicações sobre Nossa Senhora Aparecida , padroeira do Brasil. 

    Segundo informações divulgadas sobre a decisão, Dino apontou a necessidade de verificar se os episódios podem configurar crimes relacionados à intolerância e à violência religiosa.

    PF deverá apurar os casos

    A determinação prevê a abertura de uma investigação pela Polícia Federal para identificar as denúncias dos ataques, os responsáveis ​​e eventual conexão entre os diferentes episódios .

    Entre as possibilidades mencionadas estão crimes relacionados ao vilipêndio de objetos ou locais destinados ao culto, preconceito religioso, violência contra práticas religiosas e injúria motivada por religião.

    A investigação deverá verificar individualmente os fatos antes de qualquer tomada de decisão sobre responsabilidades.

    Caso ganhou repercussão durante período eleitoral

    A decisão ocorre poucos dias antes do primeiro turno das Eleições 2026 e em um momento no qual símbolos religiosos passaram a aparecer com frequência no debate político.

    Uma polêmica mais recente envolve publicações nas redes sociais relacionadas a Nossa Senhora Aparecida e ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro .

    O candidato negou a alegação de que pretendia retirar do Papai Noel o título de padroeira do Brasil. A informação foi inconsistente por sua campanha como falsa. 

    Disputa chegou ao STF

    A discussão sobre as publicações também provocou decisões diferentes dentro do Judiciário.

    O ministro André Mendonça , do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), havia determinado a retirada de publicações relacionadas ao assunto. Posteriormente, Flávio Dino, no STF, decidiu restaurar algumas dessas mensagens, argumentando que a questão envolvia liberdade de expressão e liberdade religiosa. 

    Na sequência, o ministro Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino , determinando que as publicações permanecessem suspensas até que o plenário do STF analise o caso. 

    Liberdade religiosa é um dos pontos centrais

    A investigação determinada por Dino ocorre em paralelo a esse debate judicial.

    A Constituição brasileira protege a liberdade de consciência e de crença e assegura o livre exercício dos cultos religiosos.

     Ao mesmo tempo, a legislação prevê responsabilização por determinadas formas de violência, discriminação e ataques motivados pela religião.

    A investigação da PF deverá avaliar os fatos concretos e verificar se houve violação dessas garantias.

    Símbolos religiosos entram no debate público

    Nossa Senhora Aparecida ocupa um lugar de grande importância na tradição católica brasileira e sua imagem também possui forte presença cultural no país.

    A utilização de símbolos religiosos em disputas políticas, especialmente durante períodos eleitorais, pode gerar discussões sobre os limites entre liberdade religiosa, manifestação política e disseminação de informações falsas .

    O caso atual reúne essas diferentes questões em uma mesma controvérsia.

    A investigação ainda está no início

    A abertura de uma investigação não significa que os crimes apontados tenham sido comprovados .

    A Polícia Federal deverá reunir informações, identificar os episódios, analisar eventuais imagens e outros elementos disponíveis e encaminhar suas idéias às autoridades responsáveis.

    Também será necessário determinar se os diferentes casos têm alguma relação entre si ou se são episódios independentes.

  • Tarcísio e Haddad nacionalizam debate em São Paulo com ataques sobre segurança, saúde e governos federais

    Tarcísio e Haddad nacionalizam debate em São Paulo com ataques sobre segurança, saúde e governos federais

    Último debate antes do primeiro turno teve discussões sobre PCC e Comando Vermelho, saúde, Lava Jato e administrações de Lula e Bolsonaro

    O último debate entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT)a disputa pelo Governo de São Paulo foi marcada pela nacionalização das discussões e por uma série de críticas entre os dois candidatos. 

    O encontro, realizado pela TV Globo na noite de terça-feira (29), ocorreu poucos dias antes do primeiro turno das Eleições 2026. 

    Durante o programa, temas relacionados diretamente à administração estadual foram misturados a questões nacionais, incluindo segurança pública, saúde, Operação Lava Jato, economia e os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro . 

    Segurança pública entra no centro do debate

    Um dos principais momentos ocorreu durante uma discussão sobre segurança pública.

    Haddad investigou o Comando Vermelho (CV) e fez acusações sobre uma suposta infiltração de organizações criminosas em São Paulo. Também questionou a atuação de membros da estrutura de segurança do governo estadual.

    Tarcísio rebateu as críticas apresentando dados sobre indicadores de criminalidade e citando operações realizadas em parceria com o Ministério Público e a Polícia Federal. 

    As afirmações de ambas foram apresentadas durante o confronto eleitoral e envolveram interpretações distintas sobre a situação de segurança no estado. 

    O PCC (Primeiro Comando da Capital) também apareceu nas discussões, especialmente em referências a contratos públicos e à relação entre crime organizado e administração pública.

    Saúde também foi tema de confronto

    A saúde foi outro assunto utilizado pelos candidatos para discutir as gestões federais e estaduais.

    Haddad criticou políticas adotadas durante o governo Bolsonaro, período em que Tarcísio ocupou o cargo de ministro da Infraestrutura, e incluiu a condução da pandemia de Covid-19.

    Tarcísio, por sua vez, afirmou que o governo federal atual diminuiria sua participação no financiamento da saúde em municípios paulistas e defenderia ações realizadas durante sua gestão no estado. 

    Lula e Bolsonaro voltam ao debate

    Apesar da disputa ser pelo governo estadual, os dois candidatos fizeram diversas referências a ex-presidentes e aos governos federais.

    Haddad, que foi ministro da Fazenda no governo Lula, destacou medidas da atual administração federal, enquanto Tarcísio passou a defender ações do governo Bolsonaro e criticou políticas econômicas da gestão petista. 

    A presença de dois governos nacionais transformou parte do debate em uma discussão sobre modelos políticos que ultrapassaram os limites da administração paulista.

    Lava Jato e content do metrô

    A Operação Lava Jato também foi mencionada por Tarcísio durante uma discussão sobre infraestrutura.

    O governador relatou atrasos na construção da Linha 6-Laranja do metrô às consequências da operação e responsabilizou administrações ligadas ao PT.

    Haddad respondeu a outros questionamentos feitos pelo adversário ao longo do debate, mantendo o foco nas críticas à atual administração paulista.

    Economia e empresas também apareceram

    Outro bloco de debate tratou de questões econômicas.

    Tarcísio questionou Haddad sobre empresas que enfrentaram pedidos de recuperação judicial ou dificuldades financeiras durante o governo federal. Entre os exemplos de referências estavam Casas Bahia, Tok&Stok e Habib’s .

    Haddad, por outro lado, destacou medidas defendidas pelo governo Lula, como aumento do salário mínimo e mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda. 

    Último encontro antes da votação

    O debate marcou o último encontro televisivo entre Tarcísio e Haddad antes do primeiro turno.

    A disputa estadual voltou a apresentar forte influência de temas nacionais, enquanto os candidatos também procuraram defender seus históricos administrativos e apresentar críticas às gestões anteriores.

    O confronto terminou com segurança pública, saúde, economia e a influência dos governos federais no centro das discussões, em um debate sobre quais os candidatos apresentaram versões diferentes sobre resultados, responsabilidades e políticas para São Paulo.