Autor: marketingucppjc

  • VANBANK: o jeito moderno de cuidar do dinheiro

    VANBANK: o jeito moderno de cuidar do dinheiro

    São Paulo (SP) – Resolver as tarefas financeiras do dia a dia pelo celular já faz parte da rotina de pessoas e empresas. Com uma proposta voltada à praticidade, a VANBANK oferece serviços digitais para quem deseja acompanhar movimentações, consultar comprovantes e organizar as finanças em um só lugar.
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    A proposta reúne serviços para necessidades pessoais e para a rotina de quem trabalha por conta própria ou administra um negócio. A VANBANK destaca a facilidade de acesso pelo celular como parte dessa experiência.
    Quem deseja conhecer os serviços e as condições de contratação pode consultar os canais oficiais da empresa.
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  • Ações da Azzas 2154 disparam com expectativa de venda da Farm Rio

    Ações da Azzas 2154 disparam com expectativa de venda da Farm Rio

    Marca é considerada o principal ativo do grupo e atrai interesse de grandes fundos de investimento

    As ações da Azzas 2154 (AZZA3) registraram forte valorização no mercado após aumentarem as expectativas de uma possível venda da Farm Rio, considerada a “joia da coroa” do grupo. 

    Os papéis chegaram a subir cerca de 18% na sessão de 25 de setembro, em meio às notícias de que o processo de venda da marca estaria avançando. Às 15h54 daquele dia, a alta era de 13,45%, com as ações cotadas a R$ 16,46. 

    Azzas (AZZA3) salta 10% com possível venda da Farm; marca pode superar  valor de mercado da empresa - Estadão

    Farm está no centro da operação

    A Farm é considerada um dos principais motores de crescimento da Azzas. Segundo estimativas citadas pelo mercado, a marca poderia ser avaliada entre R$ 4,4 bilhões e R$ 5,5 bilhões, valor que supera o valor de mercado atribuído à própria Azzas em determinados momentos. S

    A marca também possui presença internacional e vem sendo apontada como um dos ativos mais valiosos do conglomerado de moda.

    Fundos demonstram interesse

    O processo de venda vem atraindo grandes fundos de private equity. Entre os nomes citados estão Advent, GIC, CVC e L Catterton.

    O Morgan Stanley foi contratado para conduzir o processo e estabeleceu o fim de setembro como prazo para que interessados apresentassem propostas não vinculantes. 

    Isso significa que, neste momento, não existe uma venda definitiva anunciada: as propostas ainda fazem parte de uma etapa preliminar de negociação.

    Azzas passa por reorganização

    A movimentação acontece depois que os controladores Alexandre Birman e Roberto Jatahy chegaram a um acordo para separar os negócios que haviam sido reunidos na Azzas 2154.

    A reorganização prevê a divisão das operações entre duas estruturas independentes, enquanto a Farm permanece inicialmente compartilhada entre os dois grupos. 

    A nova estrutura prevê participação de aproximadamente 57,4% da Arezzo&Co e 42,6% do Soma na Farm, criando condições para uma eventual venda futura. 

    Por que a venda movimenta as ações?

    A possibilidade de venda chama a atenção do mercado porque a Farm representa uma parcela relevante do valor atribuído à Azzas.

    Caso uma negociação seja concluída por um valor elevado, o grupo poderá transformar o ativo em recursos financeiros e reorganizar sua estrutura após a separação entre Arezzo&Co e Soma.

    Por outro lado, a saída da Farm também reduziria o portfólio da companhia, justamente de uma marca considerada importante para seu crescimento

    Mercado acompanha próximos passos

    A valorização das ações mostra que os investidores estão reagindo às expectativas em torno da possível transação, mas o preço dos papéis pode continuar sujeito às informações sobre as negociações.

    Até que exista um acordo definitivo, valor, comprador e condições da eventual venda permanecem em aberto.

    A possível venda da Farm coloca novamente a Azzas 2154 no centro das atenções do mercado de moda e ajuda a explicar a forte movimentação recente das ações AZZA3.

  • Lei cria novos padrões de qualidade e fiscalização para hospitais particulares

    Lei cria novos padrões de qualidade e fiscalização para hospitais particulares

    Anvisa ficará responsável por definir critérios que deverão ser seguidos pelas instituições privadas

    BRASÍLIA – Hospitais e clínicas particulares passarão a enfrentar novas regras de avaliação da qualidade dos serviços oferecidos aos pacientes.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na segunda-feira (28), uma legislação que cria a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde prestada pela Iniciativa Privada.

    A proposta é estabelecer padrões nacionais que permitam avaliar os serviços prestados por hospitais, clínicas e outras instituições privadas.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por estabelecer os critérios que deverão ser observados.

    Além do acompanhamento das instituições, a lei prevê divulgação periódica dos resultados das avaliações de qualidade.

    A medida procura aumentar a transparência e permitir maior acompanhamento sobre o atendimento oferecido aos usuários.

    Instituições que descumprirem os requisitos definidos poderão receber sanções.

    As multas previstas variam de R$ 5 mil a R$ 500 mil, dependendo da infração e das condições estabelecidas na regulamentação.

    A implantação prática do sistema dependerá agora das normas que serão definidas pela Anvisa. 

  • Prazo do Simples Nacional é prorrogado e escolha sobre IBS e CBS muda

    Prazo do Simples Nacional é prorrogado e escolha sobre IBS e CBS muda

    Empresas que pretendem entrar no Simples em 2027 ganharam até 15 de outubro; opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro

    O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) prorrogou os prazos para empresas que precisam tomar decisões sobre o regime tributário de 2027. A mudança foi estabelecida pela Resolução CGSN nº 194, publicada em 28 de setembro. 

    A alteração ocorre durante a implementação da Reforma Tributária, que introduz o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

    Novo prazo para entrar no Simples

    Empresas que desejam optar pelo Simples Nacional para o ano de 2027 agora podem fazer a solicitação até 15 de outubro de 2026.

    O prazo anterior terminaria em 30 de setembro. Se aprovado, o enquadramento terá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027. 

    A mudança vale para empresas que querem entrar ou retornar ao regime no próximo ano. Empresas que já estão no Simples, em regra, permanecem no sistema automaticamente.

    Prazo para regularizar pendências

    Caso o pedido de entrada no Simples seja indeferido por causa de débitos ou outras pendências, a empresa terá até 30 de outubro de 2026 para regularizar a situação.

    A Receita recomenda que os empresários verifiquem antecipadamente eventuais pendências fiscais ou cadastrais para evitar problemas na solicitação. 

    E o IBS e a CBS?

    A outra mudança envolve empresas que já são optantes pelo Simples Nacional.

    Com a Reforma Tributária, elas poderão escolher entre:

    • manter IBS e CBS dentro do Simples Nacional, recolhidos pela sistemática do regime; ou
    • optar pelo regime regular de IBS e CBS, mantendo o Simples para os demais tributos.

    A escolha pelo regime regular poderá ser feita até 30 de outubro de 2026 e terá efeitos de janeiro a junho de 2027. 

    As duas decisões são diferentes

    É importante não confundir os prazos:

    Decisão Novo prazo Efeito
    Entrar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 15/10/2026 A partir de 01/01/2027
    Optar pelo regime regular de IBS e CBS 30/10/2026 Janeiro a junho de 2027

    A própria norma do CGSN estabelece regras distintas para as duas opções.

    Escolha poderá ser cancelada

    Quem fizer uma dessas opções também terá um período para desistência.

    O cancelamento poderá ser solicitado entre 3 de novembro e 20 de dezembro de 2026, conforme as regras estabelecidas pelo CGSN. 

    Mudança faz parte da Reforma Tributária

    A antecipação do calendário para setembro e a posterior prorrogação estão relacionadas à transição para o novo sistema de tributação sobre o consumo.

    O IBS substituirá gradualmente ICMS e ISS, enquanto a CBS substituirá PIS e Cofins. A implementação ocorrerá de forma progressiva a partir de 2027. 

    Empresas precisam avaliar o impacto

    A escolha entre manter os novos tributos dentro do Simples ou recolhê-los pelo regime regular pode produzir efeitos diferentes conforme o tipo de empresa, seus clientes, fornecedores e estrutura de custos.

    Por isso, a decisão deve considerar a realidade de cada negócio e, quando necessário, ser analisada com um profissional de contabilidade ou tributação.

    Com a nova resolução, micro e pequenas empresas ganharam mais tempo para organizar a opção pelo Simples Nacional e avaliar como irão lidar com IBS e CBS durante a transição para o novo sistema tributário.

  • Nova lei cria regras nacionais permanentes para desenvolvimento do futebol feminino

    Nova lei cria regras nacionais permanentes para desenvolvimento do futebol feminino

    Clubes, poder público e CBF passam a ter novas atribuições para expansão da modalidade

    BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira (28) uma lei que estabelece diretrizes nacionais permanentes para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil.

    A Lei 15.522 estabelece responsabilidades para o poder público, Confederação Brasileira de Futebol e clubes.

    A legislação procura transformar ações de desenvolvimento da modalidade em uma política mais permanente, evitando que investimentos estejam vinculados apenas à realização de grandes competições.

    Uma das medidas envolve os clubes classificados como formadores de atletas, que passam a ter novas responsabilidades relacionadas à manutenção e desenvolvimento de equipes femininas.

    Organizações dedicadas à formação de jogadoras também poderão ter acesso a mecanismos e benefícios relacionados ao desenvolvimento esportivo.

    A medida ocorre durante a preparação do Brasil para receber a Copa do Mundo Feminina de 2027, competição que deverá ampliar a exposição da modalidade no país.

    A lei também busca deixar um legado após o torneio, incluindo estrutura esportiva, formação de atletas e oportunidades para mulheres que trabalham dentro e fora dos gramados.

    As regras específicas ainda poderão exigir regulamentação e atuação conjunta das entidades esportivas e do poder público.

  • São Paulo terá seis candidatos ao governo e mais de 34 milhões de eleitores

    São Paulo terá seis candidatos ao governo e mais de 34 milhões de eleitores

    Maior colégio eleitoral do país terá disputa estadual definida no primeiro ou segundo turno

    SÃO PAULO – O estado de São Paulo chega às Eleições 2026 com 34.104.226 eleitores aptos a votar, o maior eleitorado entre todas as unidades da Federação.

    Seis candidatos disputam o governo paulista neste ano: Carlos Machado (PCB), Fernando Haddad (PT), Izadora Dias (PCO), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP).

    Segundo os dados eleitorais divulgados, cerca de 53% do eleitorado paulista é formado por mulheres e 47% por homens.

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    Além de escolher o governador, os paulistas votarão para presidente, deputados estaduais, deputados federais e duas vagas para o Senado.

    Por concentrar mais de 34 milhões de eleitores, São Paulo possui peso expressivo no cenário eleitoral nacional.

    Caso nenhum candidato ao governo obtenha mais da metade dos votos válidos no primeiro turno, haverá uma nova votação entre os dois mais votados em 25 de outubro.

    A mesma regra é aplicada à eleição presidencial. 

  • Após protestos, idosa de 87 anos despejada na Espanha recebe oferta para voltar para casa

    Após protestos, idosa de 87 anos despejada na Espanha recebe oferta para voltar para casa

    Maricarmen Abascal poderá retornar ao imóvel onde viveu por mais de 70 anos; caso provocou manifestações e ampliou o debate sobre a crise habitacional espanhola

    A espanhola Maricarmen Abascal, de 87 anos, recebeu uma oferta para voltar à casa de onde foi despejada na semana passada, em Madri. O acordo preliminar prevê que ela retorne ao imóvel com um novo contrato de oito anos e aluguel equivalente a aproximadamente 30% de sua aposentadoria, cerca de € 500 por mês. 

    O caso ganhou repercussão nacional depois que a idosa foi retirada do apartamento onde morava havia mais de sete décadas. A expulsão provocou protestos em diferentes cidades espanholas e colocou novamente a crise de moradia no centro do debate público.

    Acordo permite retorno ao imóvel

    Segundo a advogada de Maricarmen, Beatriz Duro, a empresa que atualmente possui o apartamento, Urbagestion, apresentou uma proposta que permite à idosa voltar a morar no local.

    O novo contrato teria duração de oito anos e manteria um valor de aluguel semelhante ao que ela pagava anteriormente. A assinatura deverá ocorrer depois que Maricarmen se recuperar. 

    A advogada classificou o acordo como excepcional, porque ocorre depois de um despejo que já havia sido executado.

    Despejo provocou protestos

    Maricarmen foi retirada do apartamento na semana passada, em uma operação acompanhada por policiais e funcionários dos serviços sociais.

    A idosa, que vivia no imóvel havia 71 anos, deixou o prédio em uma maca e foi levada para atendimento médico. O episódio provocou manifestações diante do edifício e posteriormente em outras partes de Madri

    No fim de semana, cerca de 30 mil pessoas participaram de uma manifestação em Madri relacionada ao caso e à situação dos inquilinos no país.

    Protestos continuam em Madri

    Centenas de manifestantes montaram barracas na Puerta del Sol, uma das principais áreas de Madri, exigindo mudanças nas regras de aluguel e maior proteção para pessoas ameaçadas de despejo.

    Organizações de inquilinos defendem medidas como renovação automática de contratos, controle de aumentos de aluguel e restrições a despejos em determinadas situações. 

    Governo anuncia medidas para o setor

    A repercussão do caso também levou o governo espanhol a anunciar novas propostas para enfrentar a crise habitacional.

    A coalizão governista informou que pretende apresentar medidas que incluem restrições a determinados despejos até 2030, extensão de contratos e limitações à atuação de fundos considerados especulativos no mercado imobiliário. As propostas ainda precisam passar pelo Parlamento. 

    A aprovação, porém, depende de apoio parlamentar, já que o governo não possui maioria suficiente para aprovar sozinho todas as medidas.

    Crise habitacional espanhola

    O episódio ocorre em um contexto de aumento dos preços dos imóveis e dos aluguéis na Espanha.

    Segundo dados citados pela Reuters, o Banco da Espanha estima um déficit de aproximadamente 750 mil moradias, que pode superar 1 milhão até 2028 caso o ritmo de construção permaneça insuficiente. 

    Os aluguéis também aumentaram significativamente na última década, pressionando principalmente famílias de menor renda e pessoas que dependem de rendimentos fixos.

    Caso ganhou dimensão nacional

    O episódio de Maricarmen passou a simbolizar, para organizações de inquilinos, as dificuldades enfrentadas por pessoas vulneráveis no mercado imobiliário espanhol.

    Ao mesmo tempo, autoridades e diferentes grupos políticos discutem como combinar proteção aos inquilinos com regras para proprietários e investidores.

    Por enquanto, o retorno de Maricarmen depende da formalização do acordo com a proprietária do imóvel. O caso, porém, já provocou mudanças no debate público sobre despejos e acesso à moradia na Espanha.

  • Senadores dos EUA voltam a cobrar de Rubio compromisso de reconhecer resultado da eleição no Brasil

    Senadores dos EUA voltam a cobrar de Rubio compromisso de reconhecer resultado da eleição no Brasil

    Jeanne Shaheen, Tim Kaine e Peter Welch enviaram nova carta ao secretário de Estado americano a poucos dias do primeiro turno das eleições brasileiras

    Três senadores democratas dos Estados Unidos — Jeanne Shaheen, Tim Kaine e Peter Welch — enviaram nesta terça-feira (29) uma carta ao secretário de Estado Marco Rubio pedindo que o governo de Donald Trump se comprometa a reconhecer o resultado certificado das eleições brasileiras de 2026. 

    A iniciativa ocorre a poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e amplia uma cobrança que já havia sido feita por outros parlamentares americanos.

    Senadores questionam atuação do governo Trump

    Na carta, os três senadores afirmam estar preocupados com medidas adotadas pela administração Trump em relação ao Brasil. Eles mencionam tarifas comerciais e sanções direcionadas a autoridades brasileiras, além de outras ações diplomáticas.

    Os parlamentares apresentam essas medidas como parte de uma possível tentativa de influenciar questões políticas e judiciais brasileiras. Essa interpretação é atribuída aos senadores e não constitui uma conclusão independente sobre as ações do governo americano

    Pedido para reconhecer o resultado das urnas

    Um dos principais questionamentos apresentados a Rubio é se o governo americano reconhecerá o resultado oficial e certificado das eleições brasileiras, independentemente de qual candidato seja escolhido pelos eleitores.

    Os senadores também perguntam se Washington manterá relações diplomáticas normais com o governo que resultar do processo eleitoral. 

    Cobrança também envolve acompanhamento eleitoral

    Além do reconhecimento do resultado, os parlamentares perguntaram como o Departamento de Estado pretende coordenar suas ações de promoção da democracia e dos direitos humanos com parceiros do Hemisfério Ocidental.

    Eles mencionaram especificamente o acompanhamento de processos eleitorais e judiciais na região.

    Governo Trump já havia declarado que respeitaria a escolha dos brasileiros

    Em agosto, uma fonte do Departamento de Estado havia afirmado à CNN Brasil que os Estados Unidos respeitariam a escolha dos brasileiros e o resultado das eleições de 2026.

    Segundo a declaração, Washington pretendia trabalhar com qualquer governo escolhido livremente pelos eleitores, independentemente de sua posição política. 

    Em 23 de setembro, uma porta-voz do Departamento de Estado também afirmou à CNN Brasil que interferir nas eleições de outros países não fazia parte da estratégia americana e que os EUA queriam ver uma eleição brasileira livre e transparente

    Nova carta ocorre em meio a tensão diplomática

    A iniciativa dos três senadores acontece depois de uma carta anterior assinada por 31 parlamentares democratas, enviada a Rubio em 24 de setembro.

    Na ocasião, os parlamentares também pediram explicações sobre medidas adotadas pelo governo Trump em relação ao Brasil e questionaram se os Estados Unidos reconheceriam o resultado das eleições. 

    A nova manifestação, portanto, mantém o tema em discussão dentro do Congresso americano às vésperas da votação brasileira.

    Relação entre Brasil e EUA é acompanhada de perto

    Brasil e Estados Unidos mantêm relações comerciais e diplomáticas relevantes, e as recentes divergências entre os governos aumentaram a atenção sobre a relação bilateral.

    A carta dos senadores também pede que a administração Trump evite medidas que, segundo eles, possam prejudicar a relação entre os dois países. 

    Até o momento, a cobrança dos senadores e as declarações anteriores do Departamento de Estado representam posições distintas dentro do debate americano sobre a relação com o Brasil. A questão central levantada agora é se o governo Trump formalizará, antes da votação, o compromisso de reconhecer o resultado certificado das eleições brasileiras de 2026.

  • Senado do Paraguai abre investigação sobre dívidas e suspeitas envolvendo IPS e Ministério da Saúde

    Senado do Paraguai abre investigação sobre dívidas e suspeitas envolvendo IPS e Ministério da Saúde

    Comissão pretende analisar documentos e decisões tomadas entre 2021 e 2026

    ASSUNÇÃO – Uma comissão especial do Senado do Paraguai iniciou uma investigação sobre supostos fatos puníveis de corrupção envolvendo o Instituto de Previsión Social (IPS) e o Ministério de Salud Pública y Bienestar Social (MSPBS).

    O grupo é presidido pelo senador Dionisio Amarilla e iniciou os trabalhos com a definição de um cronograma para solicitação e análise de documentos.

    Um dos principais objetivos será esclarecer as circunstâncias que levaram ao acúmulo de dívidas nas duas instituições públicas.

    A investigação deverá considerar informações referentes ao período entre 2021 e 2026.

    Além da documentação financeira, os parlamentares pretendem verificar decisões administrativas e informações relacionadas aos compromissos assumidos pelas instituições durante o período analisado.

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    O IPS é responsável por serviços previdenciários e de saúde de trabalhadores vinculados ao sistema paraguaio, enquanto o Ministério da Saúde administra uma ampla rede de atendimento público.

    Por isso, questões relacionadas a recursos, medicamentos, fornecedores, infraestrutura e atendimento têm impacto direto sobre uma parcela significativa da população.

    A comissão ainda está na etapa de levantamento de informações. A abertura da investigação não significa que crimes ou responsabilidades individuais já tenham sido comprovados.

    As conclusões dependerão da análise de documentos, depoimentos e demais informações obtidas durante os trabalhos parlamentares. 

  • Rei do Marrocos nomeia primeira mulher para chefiar o governo

    Rei do Marrocos nomeia primeira mulher para chefiar o governo

    Fatima Ezzahra El Mansouri assume missão de formar novo governo após vitória do Partido da Autenticidade e Modernidade nas eleições parlamentares

    O rei Mohammed VI nomeou nesta terça-feira (29) Fatima Ezzahra El Mansouri para chefiar o governo do Marrocos, tornando-a a primeira mulher a ocupar o cargo de chefe de governo na história do país. A nomeação ocorreu após as eleições parlamentares realizadas em 23 de setembro. Reuters

    El Mansouri, de 50 anos, é advogada e integrante do Partido da Autenticidade e Modernidade (PAM), legenda que obteve o maior número de cadeiras na eleição. Ela recebeu do rei a missão de formar o novo governo. SFGATE

    Primeira mulher no cargo

    A nomeação representa uma mudança histórica na política marroquina. Desde a independência do país, nenhuma mulher havia ocupado a chefia do governo.

    El Mansouri também passa a ser uma das poucas mulheres a liderar um governo em países árabes. Antes dela, Najla Bouden, da Tunísia, havia se tornado a primeira mulher a ocupar a chefia de governo de um país árabe. StratfordToday.ca

    Trajetória política

    Antes da nomeação, El Mansouri ocupava o cargo de ministra do Planejamento Urbano e Habitação. Ela também foi prefeita de Marrakech e exerce liderança dentro do PAM. SFGATE

    Sua trajetória política inclui atuação em questões urbanas e de habitação, além de participação na direção do partido.

    Eleições abriram caminho para a nomeação

    O PAM foi o partido mais votado nas eleições parlamentares de setembro e conquistou 97 das 395 cadeiras da Câmara dos Representantes. Como nenhuma legenda obteve maioria absoluta, a nova chefe de governo terá de negociar a formação de uma coalizão. El País

    A Constituição marroquina determina que o rei escolha o chefe de governo entre os integrantes do partido que venceu as eleições legislativas.

    Desafios do novo governo

    Entre os principais temas que estarão no centro da agenda estão inflação, geração de empregos, aumento dos salários e investimentos relacionados à preparação do Marrocos para a Copa do Mundo de 2030, que o país sediará em conjunto com Espanha e Portugal. AP News

    A formação da equipe ministerial será uma das primeiras tarefas de El Mansouri, já que o PAM não possui sozinho maioria no Parlamento.

    Mudança histórica na representação política

    A nomeação coloca uma mulher pela primeira vez à frente do Executivo marroquino e ocorre após uma eleição que alterou a composição do Parlamento.

    Fatima Ezzahra El Mansouri agora terá a tarefa de formar o novo governo e conduzir o Executivo marroquino durante o período legislativo de 2026 a 2031.