Autor: marketingucppjc

  • Petróleo acima de US$ 100 acende alerta para combustíveis, inflação e custo do transporte mundial

    Petróleo acima de US$ 100 acende alerta para combustíveis, inflação e custo do transporte mundial

    Brent fecha setembro com forte valorização em meio às tensões no Oriente Médio e à redução de estoques de combustíveis

    MUNDO – O mercado mundial de petróleo encerra setembro sob forte pressão, com o barril do Brent — principal referência internacional — negociado acima dos US$ 100.

    Nesta quarta-feira, 30, o Brent para novembro fechou em cerca de US$ 103,50 por barril, após uma sequência de altas impulsionada por tensões geopolíticas e preocupação com a oferta de combustíveis. No acumulado de setembro, a alta ficou próxima de 14%.

    O movimento preocupa governos e empresas porque o preço do petróleo afeta praticamente toda a cadeia produtiva.

    Gasolina, diesel, querosene de aviação, fertilizantes, transporte rodoviário e diversos produtos industriais dependem direta ou indiretamente da commodity.

    Entre os fatores que sustentam os preços estão as dificuldades nas negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, além da queda nos estoques americanos de gasolina e derivados.

    Mesmo com aumento nos estoques de petróleo bruto, a disponibilidade menor de combustíveis refinados mantém pressão sobre os preços.

    Efeito pode chegar ao consumidor

    O petróleo negociado internacionalmente não determina sozinho os preços dos combustíveis em cada país.

    Impostos, câmbio, custos de refino, distribuição e políticas de preços também possuem influência.

    Ainda assim, uma alta prolongada pode aumentar os custos enfrentados por refinarias e distribuidoras.

    O diesel é especialmente importante para países dependentes do transporte rodoviário, como Brasil e Paraguai.

    Quando seu preço sobe, o impacto pode atingir fretes e, posteriormente, produtos vendidos em supermercados, lojas e indústrias.

    O petróleo mais caro também preocupa os bancos centrais.

    Se energia e transporte começarem a pressionar a inflação, autoridades monetárias podem enfrentar maior dificuldade para reduzir juros.

    O cenário internacional permanece incerto, e novas mudanças nas negociações diplomáticas ou na produção dos países exportadores podem provocar fortes oscilações.

    Por enquanto, setembro termina com o petróleo entre os principais fatores de preocupação para a economia mundial no início do último trimestre de 2026.

  • Inteligência artificial volta ao centro do debate após pesquisadores alertarem para riscos de sistemas que aprendem sozinhos

    Inteligência artificial volta ao centro do debate após pesquisadores alertarem para riscos de sistemas que aprendem sozinhos

    Cientistas dizem que corrida entre empresas pode acelerar desenvolvimento de tecnologias mais autônomas sem controles suficientes

    MUNDO – O desenvolvimento acelerado da inteligência artificial voltou ao centro das discussões internacionais após pesquisadores ligados a grandes laboratórios de tecnologia alertarem para os riscos da criação de sistemas capazes de aperfeiçoar suas próprias capacidades.

    Pesquisadores atuais e antigos de organizações como OpenAI e Google DeepMind manifestaram preocupação com o ritmo em que empresas desenvolvem sistemas cada vez mais autônomos. 

    Um dos principais pontos de discussão é a chamada autoaperfeiçoamento recursivo, situação em que uma inteligência artificial poderia ajudar a desenvolver versões progressivamente mais capazes de si mesma.

    Na prática, sistemas de IA já são utilizados para escrever códigos, analisar informações, executar tarefas digitais e auxiliar pesquisadores.

    A preocupação surge quando essas ferramentas recebem autonomia suficiente para modificar processos complexos sem supervisão humana constante.

    Especialistas ouvidos em discussões sobre segurança de IA afirmam que empresas enfrentam uma corrida competitiva para desenvolver modelos mais poderosos.

    Essa disputa envolve gigantes do setor tecnológico e também governos que consideram a inteligência artificial estratégica para a economia e para a segurança nacional.

    Empresas anunciam compromissos

    Nos Estados Unidos, empresas de tecnologia também assinaram um acordo voluntário voltado à segurança de sistemas de inteligência artificial.

    Entre os compromissos estão medidas para impedir que agentes de IA realizem acessos ou ações não autorizadas em sistemas digitais. 

    A discussão se tornou ainda mais importante com a expansão dos chamados agentes autônomos, programas capazes de executar diversas tarefas praticamente sem intervenção constante do usuário.

    Esses sistemas podem organizar projetos, utilizar softwares, buscar informações e executar sequências de ações.

    Ao mesmo tempo, especialistas defendem mecanismos de auditoria, testes de segurança e maior transparência sobre o funcionamento dessas ferramentas.

    O debate deixou de ser apenas sobre o que a inteligência artificial consegue fazer e passou a incluir uma pergunta mais delicada: até onde esses sistemas devem ter liberdade para agir sozinhos?

  • Brasil entra em nova fase comercial com países europeus a partir de outubro

    Brasil entra em nova fase comercial com países europeus a partir de outubro

    Acordo entre Mercosul e EFTA amplia comércio com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein

    BRASÍLIA – Um novo acordo de livre comércio começa a produzir efeitos jurídicos para o Brasil nesta quinta-feira, 1º de outubro, criando novas oportunidades para empresas brasileiras no mercado europeu.

    O tratado envolve o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

    No lado sul-americano, participam Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

    O acordo foi promulgado pelo Brasil após a conclusão do processo interno necessário para sua entrada em vigor. 

    A proposta é diminuir barreiras comerciais, facilitar investimentos e ampliar o intercâmbio de produtos e serviços entre as duas regiões.

    A redução de tarifas pode beneficiar exportadores brasileiros, especialmente empresas que buscam ampliar vendas para países europeus fora da União Europeia.

    Os países da EFTA possuem mercados de elevado poder de compra e importam produtos agrícolas, alimentos, produtos industriais, matérias-primas e diversos serviços.

    Ao mesmo tempo, empresas desses países também poderão ter acesso facilitado aos mercados do Mercosul.

    Paraguai também está envolvido

    O acordo possui importância especial para a região de fronteira porque o Paraguai também integra o Mercosul.

    Isso significa que empresas paraguaias poderão se beneficiar das condições negociadas pelo bloco, respeitando as regras específicas do tratado.

    O acordo poderá criar oportunidades em áreas como agricultura, indústria, logística, comércio e investimentos.

    Para empresas brasileiras e paraguaias, a abertura comercial também aumenta a necessidade de competitividade.

    Produtos importados podem chegar com custos menores, enquanto exportadores locais terão oportunidades de alcançar novos consumidores.

    O objetivo central é aumentar o fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões, criando regras mais previsíveis para empresas e investidores.

    Os efeitos práticos deverão aparecer gradualmente conforme as reduções tarifárias previstas no acordo forem aplicadas. 

  • Contas públicas registram déficit de R$ 10 bilhões em agosto, aponta Banco Central

    Contas públicas registram déficit de R$ 10 bilhões em agosto, aponta Banco Central

    Resultado ainda é negativo, mas apresenta melhora em relação ao mesmo período do ano passado

    BRASÍLIA – As contas do setor público brasileiro registraram déficit primário de R$ 10 bilhões em agosto de 2026, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo Banco Central.

    O resultado considera as contas da União, estados, municípios e empresas estatais, mas não inclui as despesas relacionadas aos juros da dívida pública. 

    Apesar do valor negativo, houve melhora quando comparado ao mesmo mês do ano passado.

    Em agosto de 2025, o déficit havia alcançado aproximadamente R$ 17,3 bilhões.

    Isso representa uma redução superior a R$ 7 bilhões na diferença entre receitas e despesas.

    O Governo Central, formado principalmente pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, apresentou déficit de R$ 14,7 bilhões.

    Por outro lado, estados e municípios tiveram resultado positivo.

    Os governos regionais registraram superávit de aproximadamente R$ 2,7 bilhões, enquanto empresas estatais apresentaram resultado positivo próximo de R$ 2 bilhões. 

    Por que o resultado importa?

    O resultado primário é um dos principais indicadores utilizados para medir a situação fiscal de um país.

    Quando o governo arrecada mais do que gasta, sem considerar juros, existe superávit.

    Quando as despesas ultrapassam as receitas, ocorre déficit.

    Déficits recorrentes podem aumentar a necessidade de financiamento do governo, elevando a dívida pública ao longo do tempo.

    Por isso, investidores, economistas e instituições financeiras acompanham atentamente esses números.

    A situação fiscal também influencia discussões relacionadas a juros, investimentos públicos e capacidade do governo de financiar programas e obras.

    Mesmo com a melhora registrada em agosto, o equilíbrio das contas públicas permanece como um dos principais desafios econômicos do país.

    O desempenho dos próximos meses deverá mostrar se a redução observada em agosto representa uma tendência ou apenas uma oscilação pontual.

    O dado divulgado pelo Banco Central mostra, portanto, uma melhora na comparação anual, mas o setor público ainda gastou mais do que arrecadou no período analisado. 

  • Novas regras para receitas médicas começam a valer e Anvisa amplia controle eletrônico de medicamentos

    Novas regras para receitas médicas começam a valer e Anvisa amplia controle eletrônico de medicamentos

    Sistema permitirá emissão digital de receitas controladas, mas documentos em papel continuam válidos

    BRASÍLIA – Pacientes, médicos, farmácias e drogarias passam a conviver com novas regras para emissão e controle de receitas médicas a partir desta quarta-feira, 30 de setembro.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, iniciou uma nova etapa do Sistema Nacional de Controle de Receituários, conhecido como SNCR.

    A principal novidade é a possibilidade de emissão eletrônica de receitas que, em muitos casos, até agora dependiam exclusivamente de documentos físicos.

    Entre elas estão notificações de receita amarela e azul, utilizadas para determinados medicamentos sujeitos a controle especial. 

    A mudança também alcança receitas de controle especial, medicamentos antimicrobianos e produtos sujeitos à retenção da receita.

    Entre os medicamentos incluídos estão ainda os agonistas de GLP-1, classe que reúne algumas das chamadas canetas utilizadas para diabetes e controle de peso.

    Apesar da mudança, a Anvisa reforçou que as receitas em papel continuam válidas.

    Portanto, pacientes não precisam abandonar imediatamente documentos impressos nem médicos são obrigados a utilizar apenas o sistema digital.

    Maior controle contra fraudes

    O objetivo do novo sistema é ampliar a rastreabilidade das prescrições e dificultar situações como falsificação, reutilização indevida de receitas e adulteração de documentos.

    Quando uma receita eletrônica for apresentada em uma farmácia, o estabelecimento poderá consultar informações diretamente no sistema da Anvisa.

    Será possível verificar a autenticidade da numeração, os dados do profissional responsável pela prescrição e o registro de utilização da receita.

    Alguns documentos também poderão contar com QR Code para facilitar a consulta.

    Esse registro ajuda a evitar, por exemplo, que uma mesma receita seja utilizada diversas vezes para adquirir medicamentos que exigem controle especial.

    Transição será gradual

    A Anvisa estabeleceu um período de adaptação.

    Até 29 de outubro, poderão coexistir receitas em papel, receitas eletrônicas ainda não integradas ao SNCR e receitas eletrônicas já conectadas ao novo sistema.

    A partir de 30 de outubro, quando uma receita branca controlada for emitida eletronicamente, ela deverá estar integrada ao sistema nacional.

    Isso, porém, não torna obrigatória a emissão digital.

    Profissionais que preferirem continuar utilizando receitas físicas poderão fazê-lo dentro das regras sanitárias.

    A expectativa da Anvisa é aumentar a segurança na prescrição e na venda de medicamentos controlados sem impedir o atendimento de pacientes que ainda dependem dos documentos tradicionais.

  • Brasil e Estados Unidos avançam em negociação para tentar resolver impasse sobre tarifas

    Brasil e Estados Unidos avançam em negociação para tentar resolver impasse sobre tarifas

    Países criam grupo específico para discutir comércio bilateral enquanto representantes se encontram durante agenda do G20 nos Estados Unidos

    BRASÍLIA – Brasil e Estados Unidos deram um novo passo nas negociações comerciais nesta quarta-feira, 30 de setembro, com a criação de um grupo específico para tratar das tarifas impostas a produtos brasileiros e de outros pontos de divergência entre os dois países.

    As conversas fazem parte de uma tentativa de reduzir o impacto das medidas comerciais adotadas nos últimos meses e construir uma solução negociada entre Brasília e Washington.

    Representantes brasileiros e norte-americanos já vinham trocando documentos e preparando novas rodadas de negociação. Um dos principais encontros ocorre durante compromissos relacionados ao G20, em Milwaukee, nos Estados Unidos, onde integrantes dos dois governos voltaram a discutir o assunto. 

    O governo brasileiro busca principalmente rever tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos sobre parte das exportações do país. Em julho, Washington havia aplicado tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros, levando o Brasil a intensificar o diálogo diplomático e comercial. 

    A retomada das negociações ganhou força depois de contatos diretos entre os governos dos dois países. Nos últimos meses, autoridades brasileiras defenderam que as tarifas prejudicam empresas exportadoras e podem provocar aumento de custos para compradores norte-americanos.

    A criação de um grupo específico indica que as tratativas devem se tornar mais técnicas, envolvendo representantes responsáveis por comércio exterior, indústria e relações internacionais.

    Entre os setores brasileiros que acompanham de perto as negociações estão segmentos ligados à indústria, agronegócio, mineração e produtos manufaturados, principalmente aqueles que dependem do mercado norte-americano.

    Entidades empresariais brasileiras também vêm defendendo uma solução negociada. A Confederação Nacional da Indústria, a Câmara Americana de Comércio e representantes empresariais dos Estados Unidos já manifestaram apoio à preservação da relação comercial entre os dois países. O comércio bilateral movimenta bilhões de dólares todos os anos e envolve desde alimentos e matérias-primas até equipamentos industriais e produtos tecnológicos.

    O avanço das negociações não significa que as tarifas serão retiradas imediatamente. As equipes ainda precisam discutir quais produtos poderão receber tratamento diferenciado e quais condições serão exigidas por cada país.

    Nos próximos dias, o resultado das reuniões deverá indicar se Brasil e Estados Unidos conseguirão avançar para uma proposta mais concreta de redução das barreiras comerciais.

  • “Matéria Escura” vai além do livro original na 2ª temporada e dá mais espaço aos atores

    “Matéria Escura” vai além do livro original na 2ª temporada e dá mais espaço aos atores

    Série da Apple TV+ entrou em território inédito depois de adaptar a obra de Blake Crouch; elenco das discussões sobre relações e caminhos dos personagens

    A segunda temporada de “Matéria Escura” entrou em uma área até então desconhecida para a produção: pela primeira vez, a série precisou avanço para além da história apresentando no livro de Blake Crouch que serviu de base para a primeira temporada.

    A produção da Apple TV+ estreou sua segunda temporada em 28 de agosto de 2026 e passou a desenvolver uma narrativa inédita, mantendo Crouch como criador e showrunner. Sem um novo livro para servir como roteiro-base, os responsáveis ​​pela série trabalharam com maior liberdade para definir os próximos passos dos personagens. Uma “página em branco”

    O ator Joel Edgerton , que interpreta o protagonista Jason Dessen e também atua como produtor executivo, descreveu o processo de criação da nova temporada como um território desconhecido.

    A primeira temporada contou com a adaptação do romance de Crouch. Na segunda, entretanto, a equipe não tinha mais uma obra literária pronta para transportar para a televisão.

    Essa mudança abriu espaço para que os atores participassem mais diretamente das conversas sobre seus personagens e sobre a maneira como os relacionamentos foram desenvolvidos.

    Edgerton contou que o elenco foi chamado antecipadamente para discutir os rumores da temporada e ajudar a acrescentar detalhes às relações entre os personagens. 

    Blake Crouch continua sem comando

    Apesar da liberdade criativa, a produção não abandonou sua referência principal.

    Blake Crouch continua como criador e showrunner , participando diretamente da construção da história ao lado de Jacqueline Ben-Zekry, que também trabalha na escrita e na produção executiva.

    A diferença é que, desta vez, a equipe precisau construir os acontecimentos sem simplesmente adaptar capítulos de um romance já publicado.

    O resultado é uma temporada que mantém os elementos centrais da série — principalmente os universos paralelos e as diferentes versões dos personagens —, mas permite que a narrativa siga caminhos próprios.

    Atores ganharam participação maior

    Jennifer Connelly, intérprete de Daniela Dessen , também participou das conversas sobre a construção da nova temporada.

    A atriz explicou que a estrutura principal da história já havia sido definida por Crouch e pela equipe de roteiristas. O trabalho do elenco passou, então, por discutir como dar mais profundidade às relações, aos conflitos e às transformações vividas pelos personagens.

    A colaboração também ajudou a definir detalhes do casamento entre Jason e Daniela e os desafios enfrentados pela família ao longo da nova trama.

    Alice Braga enfrenta novos caminhos

    A brasileira Alice Braga , que interpreta a psicóloga Amanda, também destacou a mudança provocada pela nova temporada.

    O personagem passa a lidar com diferentes realidades e com a dificuldade de encontrar um caminho de volta para casa. A multiplicação de versões dos personagens torna uma narrativa mais complexa e modifica as relações propostas anteriormente.

    Segundo Braga, a temporada acompanha uma espécie de jornada interna dos personagens, mostrando como eles tentam sobreviver às transformações provocadas pela experiência com os universos paralelos. 

    Multiverso ganha ainda mais importância

    A premissa de “Matéria Escura” continua baseada na existência de diferentes versões da realidade.

    Na história, Jason Dessen é um físico, professor e pai de família que acaba sendo levado para uma realidade alternativa de sua própria vida. A partir daí, ele tenta encontrar o caminho de volta para sua família enquanto atravessa diferentes possibilidades de existência. 

    Na segunda temporada, essa ideia é ampliada.

    Os personagens passam a enfrentar as consequências de suas escolhas em diferentes universos, enquanto tentam descobrir como reconstruir suas vidas e lidar com versões alternativas de si mesmos.

    Família Dessen tenta reconstruir a vida

    A nova temporada acompanha a família Dessen depois dos acontecimentos anteriores.

    Jason, Daniela e o filho Charlie tentam estabelecer uma vida mais tranquila, mas a aparente segurança não dura muito. A obsessão de Jason pela chamada Caixa volta a influenciar seus comportamentos, enquanto Daniela enfrenta seus próprios conflitos. 

    Ao mesmo tempo, Amanda e Ryan seguem outro caminho e buscam uma maneira de encontrar o caminho de volta para casa.

    A história passa, portanto, a acompanhar diferentes núcleos simultaneamente.

    Os episódios continuam explorando diferentes realidades

    A temporada foi ajustada com 10 episódios .

    Entre os episódios já descritos estão “Uma vida tranquila”, “Um mundo perfeito”, “Tudo lindo, tudo terrível”, “Estrelas, escondei seus fulgores” e “Amar e ser amado”. O sexto episódio, “De que é feito o universo” , tem lançamento previsto para 2 de outubro. 

    Os títulos e sinopses mostram que a produção continua alternando entre diferentes personagens e realidades, aprofundando as consequências das escolhas feitas ao longo da história.

    Sexto episódio chega nesta sexta-feira

    O sexto episódio da temporada está programado para 2 de outubro de 2026 .

    De acordo com a Apple TV Press, o episódio mostra Daniela encontrando alguém de seu passado, enquanto Leighton revela um novo projeto. 

    A partir dessa etapa, a temporada continua avançando para acontecimentos que não estavam presentes no romance original.

    Produção mantém elenco principal

    Além de Joel Edgerton, Jennifer Connelly e Alice Braga, a segunda temporada conta com Jimmi Simpson , como Ryan, Dayo Okeniyi , como Leighton, Oakes Fegley , como Charlie, e Amanda Brugel , como Blair

    A presença dos mesmos personagens permite que a série preserve a continuidade da primeira temporada, mesmo criando histórias inéditas.

    Uma continuação criada para a televisão

    A decisão de continuar a história depois do material original representa uma mudança importante no processo de produção.

    Em adaptações tradicionais, os roteiristas podem utilizar o livro como referência para acontecimentos, diálogos e desenvolvimento de personagens. Em “Matéria Escura”, a segunda temporada precisau construir esse caminho praticamente do zero.

    Por isso, a participação dos atores ganhou importância durante o processo criativo.

    O objetivo foi manter a essência dos personagens criados por Crouch, mas permitir que eles evoluíssem dentro de uma história que não estava anteriormente escrita em um livro.

    Série de ficção científica como eixo

    Mesmo com a expansão da história, a segunda temporada continua trabalhando com os mesmos elementos centrais que fizeram parte da história: ficção científica, universos paralelos primeiras, escolhas pessoais e diferentes possibilidades de vida .

    A própria Apple TV descreveu a produção como uma história sobre os caminhos que as pessoas não percorreram e as diferentes vidas que poderiam ter vivido. 

    A nova temporada utiliza esse conceito para explorar não apenas as diferentes realidades, mas também as consequências emocionais das escolhas feitas pelos personagens.

    Um novo capítulo para “Matéria Escura”

    Ao deixar para trás os limites do livro original, “Matéria Escura” passa a ter uma característica incomum: os espectadores que conhecem o romance não possuem necessariamente uma referência literária para antecipar todos os acontecimentos da temporada.

    Para os atores, isso também modificou a maneira de trabalhar.

    Joel Edgerton, Jennifer Connelly e Alice Braga passaram a participar mais das conversas sobre seus personagens, enquanto Blake Crouch e a equipe de roteiristas acompanhavam os responsáveis ​​pela construção da história.

    A segunda temporada de “Matéria Escura” representa, assim, uma expansão inédita do universo criado por Blake Crouch. Sem um novo livro para adaptar, a série ganhou liberdade para explorar novos caminhos, mantendo seus personagens principais e aprofundando a ideia de realidades alternativas. 

  • Luiz Carlos Sá reúne novas parcerias em álbum e lança livro sobre sua trajetória

    Luiz Carlos Sá reúne novas parcerias em álbum e lança livro sobre sua trajetória

    Artista apresenta “Eu, caçador de mim”, projeto que marca nova fase solo após mais de cinco décadas de parceria com Guarabyr

    O cantor, compositor e violonista Luiz Carlos Sá prepara para outubro o lançamento simultâneo do álbum e do livro “Eu, caçador de mim” , projeto que marca uma nova etapa de sua trajetória artística. Depois de 53 anos de trabalho ao lado de Guarabyra , Sá segue agora em carreira solo, reunindo novas composições, parcerias e memórias de sua trajetória na música brasileira. 

    O álbum será lançado pela Kuarup e terá dez faixas na edição física. O repertório combina cinco músicas da nova safra de 2026 com outras cinco faixas que foram apresentadas anteriormente no EP “Sambas de mato” , de 2025.

    Novas parcerias com nomes da música brasileira

    Entre as novidades do disco estão três composições que aproximam Sá de artistas de diferentes gerações.

    A faixa “Eu sou mais do que sou” é uma parceria com Almir Sater . Já “Foi bem lá” foi composto em colaboração com Ivan Lins . O terceiro destaque é “Tanto que te vi partir” , parceria com Zeca Baleiro . 

    O álbum também reúne trabalhos recentes que já chegaram ao público. “Ávida” , parceria com Chico César, foi lançada em julho, enquanto “Jabuticaba flor” , composta por Gabriel Sater e João Gaspar, foi apresentada como single em setembro.

    Título recuperado uma das composições mais conhecidas de Sá

    O nome “Eu, caçador de mim” faz referência direta à música “Caçador de mim” , composta por Luiz Carlos Sá, com melodia de Sérgio Magrão.

    A canção foi lançada pelo 14 Bis em 1980 e ganhou grande projeção no ano seguinte, quando foi gravada por Milton Nascimento e utilizada como título do álbum lançado pelo cantor em 1981. 

    A escolha do título estabelece uma ligação entre a produção atual do artista e uma composição importante de sua história como autor.

    Um novo momento depois de Guarabyra

    Uma nova fase acontece após o encerramento da longa parceria entre Sá e Guarabyra, que durante mais de cinco décadas produziu músicas e ajudou a consolidar o chamado rock rural na música brasileira.

    A carreira solo de Sá já havia começado com o álbum “Solo e bem acompanhado” , lançado em 2023. Agora, “Eu, caçador de mim” amplia esse caminho com novas composições e encontros musicais. 

    Em entrevista divulgada para apresentar o novo projeto, Sá descreveu essa etapa como um período de maior liberdade criativa depois de tantos anos de trabalhos em conjunto. 

    Livro reúne crônicas autobiográficas

    O projeto também inclui o primeiro livro de Luiz Carlos Sá, que leva o mesmo título do álbum.

    A publicação reúne crônicas escritas pelo artista para a revista “Backstage” entre 2021 e 2025 . Os textos têm caráter autobiográfico e recuperam experiências e episódios de diferentes momentos de sua vida profissional.

    O livro conta ainda com o prefácio do jornalista Tárik de Souza e será lançado pela Kuarup. 

    Show apresenta nova fase ao público

    Para apresentar o projeto, Sá fará um show em 11 de outubro , no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte.

    A apresentação contará com sua nova banda e combinará as músicas do novo álbum com sucessos que marcaram sua trajetória, incluindo “Dona”, “Espanhola”, “Caçador de Mim”, “Mestre Jonas”, “O Pó da Estrada”, “Casa no Campo”, “Jesus Numa Moto” e “Sobradinho” . 

    O repertório também deve destacar as novas parcerias com Almir Sater, Gabriel Sater, Chico César, Ivan Lins e Zeca Baleiro.

    Mais de seis décadas de música

    A trajetória de Luiz Carlos Sá ultrapassa seis décadas e inclui mais de 300 músicas gravadas por diferentes artistas da música brasileira , segundas informações divulgadas sobre o projeto.

    Ao longo desse período, suas composições foram interpretadas por nomes como Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Elza Soares, Gal Costa, Zé Ramalho, Almir Sater, Ivan Lins e outros artistas. 

    Agora, o compositor utiliza essa experiência para construir uma etapa marcada por novas colaborações e também pelo registro escrito de suas memórias.

    Álbum e livro chegam em outubro

    O lançamento de “Eu, caçador de mim” reúne duas formas diferentes de contar a trajetória de Luiz Carlos Sá: a música, por meio de novas composições e parcerias, e a literatura, por meio das crônicas autobiográficas.

    O projeto representa a continuidade da carreira solo iniciada após décadas de parceria com Guarabyra e mostra o artista revisitando sua própria história enquanto trabalha em novas criações.

    Com novas músicas ao lado de Almir Sater, Ivan Lins, Zeca Baleiro, Chico César e Gabriel Sater, Luiz Carlos Sá transforma “Eu, caçador de mim” em um projeto que conecta diferentes gerações da música brasileira e inaugura mais um capítulo de sua carreira solo. 

  • Menina de 11 anos faz história e se torna a mais jovem mulher Grande Mestre de xadrez

    Menina de 11 anos faz história e se torna a mais jovem mulher Grande Mestre de xadrez

    Bodhana Sivanandan conquistou o título durante a Olimpíada de Xadrez de 2026, no Uzbequistão, após uma sequência de recordes na modalidade

    A britânica Bodhana Sivanandan, de apenas 11 anos , entrou para a história do xadrez ao se tornar a jogadora mais jovem de todos os tempos a conquistar o título de Woman Grandmaster (WGM), ou Grande Mestre feminina . O feito foi realizado durante a 46ª Olimpíada de Xadrez , realizada em Samarcanda, no Uzbequistão. 

    Representando a Inglaterra, Bodhana disputou todas as 11 rodadas da competição no primeiro tabuleiro da equipe feminina , ficando normalmente disputado pela principal jogadora de uma seleção. Ela terminou o torneio com 8 pontos em 11 partidas e conquistou a terceira e última norma necessária para obter o título.

    Recorde anterior pertencia a jogadores de 12 anos

    O feito de Bodhana supera o recorde anterior, que havia sido previsto por Kateryna Lagno , que conquistou o título de WGM aos 12 anos, em 2002. Hou Yifan também havia conquistado o título na mesma idade.

    Bodhana conseguiu a marca antes de completar 12 anos, tornando-se um jogador mais jovem a cumprir os requisitos para o título na história da modalidade. A própria Federação Internacional de Xadrez (FIDE) confirmou o registro. 

    É importante diferenciar o título Mulher Grande Mestre do título absoluto de Grande Mestre (GM) . O WGM é uma das principais titulações femininas da FIDE e possui requisitos próprios.

    Uma trajetória que começou durante a pandemia

    A relação de Bodhana com o xadrez começou de maneira bastante casual.

    Durante a pandemia de Covid-19, quando tinha cerca de cinco anos, ela entrou em contato com um tabuleiro que havia sido entregue à família por um amigo. Inicialmente, as peças chamavam sua atenção como brinquedos.

    O pai começou a mostrar como o jogo funcionava, embora a família não tivesse tradição de participação em competições de xadrez. Em pouco tempo, Bodhana passou a demonstrar interesse crescente pelo jogo e começou a participar de torneios. 

    Evolução foi rápida

    A evolução do jovem jogador aconteceu em poucos anos.

    Em 2024, aos nove anos, Bodhana já havia participado de sua primeira Olimpíada de Xadrez. Em 2026, passou a acumular resultados expressivos em competições nacionais e internacionais.

    Em agosto, ela se tornou a mais jovem campeã britânica feminina de xadrez , depois de vencer um playoff contra a irlandesa Trisha Kanyamarala. A competição também contou com a participação de grandes nomes do xadrez britânico. 

    Também há registro relacionado ao título de Mestre Internacional

    O título do WGM não é o único recorde importante conquistado por Bodhana.

    Em julho, a FIDE informou que ela havia se tornado o jogador mais jovem da história a conseguir uma norma de Mestre Internacional (IM) , aos 11 anos e quatro meses.

    Na mesma competição, realizada na França, Bodhana também conseguiu uma segunda norma do WGM e derrotou o Grande Mestre francês Marc’Andria Maurizzi, então com rating de 2.628. 

    O resultado também colocou a jovem mais próxima de obter o título de Mestrado Internacional , que possui requisitos diferentes e mais elevados.

    Desempenho chamou atenção antes da Olimpíada

    Antes mesmo do recorde conquistado em Samarcanda, Bodhana já vinha sendo apontado pela FIDE como um dos principais nomes da nova geração do xadrez.

    Em abril de 2026, a federação registrou Bodhana com classificação clássica de 2.366 pontos , colocando-a entre as 100 melhores jogadoras do mundo naquele momento e como o número 1 entre as enxadristas inglesas. 

    A evolução foi especialmente rápida considerando que ela começou a jogar competitivamente apenas alguns anos antes.

    Olimpíada colocou um jovem entre grandes nomes

    A participação na Olimpíada de 2026 representou outro passo importante.

    Bodhana foi escolhido para ocupar o primeiro tabuleiro da Inglaterra , apresentando algumas das melhores jogadoras presentes na competição. Ao longo das 11 rodadas, somou oito pontos.

    A FIDE destacou que ela chegou ao torneio já tendo estabelecido o recorde de jogadora mais jovem para conseguir uma norma de WGM. Em Samarcanda, designada a terceira e última norma necessária. 

    Ela continua estudando

    Apesar da rotina das competições internacionais, Bodhana continua frequentando a escola.

    Depois de retornar ao Reino Unido após a Olimpíada, o jovem afirmou que voltaria diretamente às atividades escolares. Ela também pratica música e toca violino e piano , além de demonstrar interesse por matemática. 

    A família e a escola têm uma rotina adaptada para permitir que ela participe de torneios internacionais sem abandonar os estudos.

    Próximo objetivo é ainda maior

    A conquista do título de WGM não cerrou os objetivos de Bodhana.

    Ela já possui normas de Mestre Internacional e busca cumprir os requisitos restantes para alcançar esse título. Além disso, o próprio jogador afirmou que pretende continuar competindo e estabelecendo novos recordes. 

    O título absoluto de Grande Mestre (GM) é diferente do WGM e exige requisitos próprios da FIDE.

    Uma das novas promessas do xadrez mundial

    A trajetória de Bodhana chama atenção não apenas pela idade, mas pela velocidade com que ela avançou no cenário internacional.

    Em poucos anos, passou de uma criança que conheceu o xadrez durante a pandemia para uma jogadora que representa seu país no torneio principal por equipes do calendário internacional.

    Aos 11 anos, Bodhana Sivanandan já acumula títulos nacionais, internacionais e agora o recorde de mais jovem jogadora a conquistar o título de Mulher Grande Mestre. A Olimpíada de Samarcanda marcou mais um capítulo de uma trajetória que ainda está no início. 

  • USP entra pela primeira vez no grupo das 150 melhores universidades do mundo

    USP entra pela primeira vez no grupo das 150 melhores universidades do mundo

    Universidade de São Paulo alcança a 141ª posição no ranking da Times Higher Education e se torna a instituição ibero- americana mais bem colocada

    A Universidade de São Paulo ( USP) alcançou pela primeira vez uma posição entre as 150 melhores universidades do mundo no Times Higher Education World University Rankings 2027 . A instituição aparece na 141ª colocação , em seu melhor resultado desde que começou a participar do ranking, publicado desde 2012. Na edição anterior, a USP estava no grupo entre as posições 201 e 250 . O avanço também recoloca o Brasil entre os países com uma universidade posicionada no grupo das 200 primeiras colocadas do levantamento internacional. 

    USP é a primeira da América Latina no ranking

    Além da posição global, a USP aparece como a universidade mais bem classificada da América Latina e da Ibero- América na edição de 2027.

    O Brasil teve 58 obrigações financeiras , número que coloca o país entre as mais representadas do levantamento. Na América Latina, o Chile aparece com 33 universidades e a Colômbia com 24. 

    A Universidade Estadual de Campinas ( Unicamp) aparece como a segunda instituição brasileira mais bem colocada, no grupo entre as posições 326 e 350 . 

    Ranking avaliado em 2. 297 universidades

    A edição 2027 do Times Higher Education World University Rankings avaliou 2.297 universidades de 118 países e territórios , tornando- se uma das maiores edições da história do levantamento. 

    O ranking considera instituições com forte atuação em pesquisa e busca avaliar diferentes dimensões da atividade universitária, em vez de utilizar apenas um indicador isolado.

    Cinco áreas são consideradas

    A metodologia do THE reúne 17 indicadores de desempenho , organizados em cinco grandes áreas:

    • Ensino: ambiente de aprendizagem e estrutura acadêmica;
    • Ambiente de pesquisa: volume, financiamento e comissão da pesquisa;
    • Qualidade da pesquisa: impacto das importações, excelência e influência;
    • Perspectiva internacional: presença de estudantes e professores estrangeiros e colaboração internacional;
    • Indústria: relação com empresas, transferência de conhecimento e patentes. 

    Na edição de 2027, a qualidade da pesquisa representa 30% da avaliação , enquanto o ensino corresponde a 29,5% e o ambiente de pesquisa a 29%. A perspectiva internacional representa 7,5%, e a relação com a indústria responde por 4%. 

    Pesquisa tem peso importante na avaliação

    Entre os indicadores analisados ​​estão a pesquisa acadêmica, a produtividade científica, o volume de solicitações e o impacto dos trabalhos produzidos pelos pesquisadores.

    Para avaliar a qualidade da pesquisa, o THE utilizou dados bibliométricos da base Scopus. Foram consideradas 188,7 milhões de indicações referentes a 19,9 milhões de trabalhos acadêmicos , publicadas entre 2021 e 2025. 

    O objetivo é medir não apenas a quantidade de trabalhos produzidos, mas também a repercussão da produção científica entre pesquisadores de diferentes países e áreas do conhecimento.

    Oxford permanece na liderança

    No topo da classificação global está a Universidade de Oxford , do Reino Unido, que manteve a primeira posição pelo 11º ano consecutivo .

    O MIT , dos Estados Unidos, aparece em segundo lugar, seguido por Princeton e Stanford . A Universidade de Cambridge completa o grupo das cinco primeiras. 

    A edição deste ano também registrou mudanças na distribuição geográfica das universidades mais bem colocadas. A chinesa Tsinghua University chegou à 11ª posição, superando a ETH Zurich e se tornando a universidade asiática mais bem posicionada. 

    Brasil amplia presença no levantamento

    Além da USP e da Unicamp, outras universidades brasileiras aparecem entre as instituições específicas.

    O país soma 58 universidades no ranking de 2027 , mantendo a maior presença da América Latina. O número também representa uma expansão em relação à edição anterior.

    A presença brasileira no levantamento permite observar o desempenho das instituições nacionais em diferentes dimensões, especialmente em pesquisa, ensino e colaboração internacional.

    A USP também aparece em outros rankings internacionais

    O resultado do THE não é o único reconhecimento internacional obtido pela USP recentemente.

    No QS World University Rankings 2027 , a universidade aparece na 133ª posição . Já no Academic Ranking of World Universities ( ARWU), conhecido como ranking de Xangai, a instituição ficou no grupo entre as posições 101 e 150 

    Os rankings utilizam metodologias diferentes e, por isso, os resultados não devem ser comparados diretamente como se medissem exatamente os mesmos critérios.

    Desempenho por áreas do conhecimento

    A USP também apresenta resultados expressivos em rankings específicos por área.

    Segundo informações divulgadas pela própria universidade, no ranking A por áreas, a instituição aparece entre as universidades brasileiras mais bem detalhadas nas 11 áreas avaliadas .

    Em quatro delas, ficou entre os 100 melhores do mundo: Direito, Educação, Medicina e Saúde, e Artes e Humanidades . 

    Na área de Direito, a USP aparece na 52ª posição; em Educação, na 61ª; em Medicina e Saúde, na 81ª; e em Artes e Humanidades, na 96ª posição. 

    Resultado representa avanço histórico

    A entrada da USP no grupo das 150 melhores ocorre após uma evolução significativa em relação à edição anterior.

    A universidade passou do grupo 201–250 para a 141ª posição , alcançando sua melhor colocação histórica no ranking THE .

    O resultado coloca novamente uma instituição brasileira entre as primeiras universidades do mundo segundo o levantamento e evidência a presença do país no cenário internacional de ensino superior e pesquisa.

    A 141ª posição da USP no THE World University Rankings 2027 marca um resultado inédito para a universidade e para o Brasil no levantamento: é a primeira vez que uma instituição brasileira aparece entre as 150 primeiras colocadas. O ranking, entretanto, utiliza critérios específicos de avaliação e deve ser interpretado como um dos indicadores internacionais de desempenho universitário, e não como uma medida única de qualidade de uma instituição.